quinta-feira, 15 de novembro de 2018
AS PALAVRAS
Transformo-as à noite
Faço delas nuvens
Caem durante o dia
Em pequenas gotas azuis.
Precisam de ser tratadas
Para as dizermos com carinho,
Muitas chegam frias e congeladas
Em solidão sozinhas e abandonadas,
Sem qualquer razão.
Maria Inês- 6ºA
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
LUA
ADVERSA
Tenho
fases, como a lua
Fases
de andar escondida,
fases
de vir para a rua…
Perdição
da minha vida!
Perdição
da vida minha!
Tenho
fases de ser tua,
tenho
outras de ser sozinha.
Fases
que vão e que vêm,
no
secreto calendário
que
um astrólogo arbitrário
inventou
para meu uso.
E
roda a melancolia
seu
interminável fuso!
Não
me encontro com ninguém
(tenho
fases, como a lua…)
No
dia de alguém ser meu
não
é dia de eu ser sua…
E,
quando chega esse dia,
o
outro desapareceu…
Cecília
Meireles
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Canção de Outono
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles
que não se levantarão…
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles
que não se levantarão…
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
– a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão…
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
– a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão…
Cecília Meireles
Ação do Projeto Ecovalor
No dia 31 de outubro, quatro turmas do 4º ano assistiram a uma palestra de sensibilização para a separação dos lixos, realçando a importância da reciclagem. Foram realizados jogos em equipas com o objetivo de aprenderem a colocar o lixo no respetivo ecoponto.
A professora
coordenadora da Biblioteca, Isabel Pinheiro, leu a alguns alunos o livro de
José Fanha, "O dia em que o mar desapareceu", livro recomendado para
apoio a projetos relacionados com a natureza/defesa do ambiente nos 3º, 4º de
escolaridade. Trata-se de uma história com preocupações de educação ecológica e
ambiental que conta o mau comportamento de uma horrorosa família de pássaros
bisnaus que sujam a praia e o mar e fazem com que o mar fique triste e
desapareça. No final, o mar salva-se da
poluição e volta a ser o maravilhoso mar que todos conhecemos.
domingo, 4 de novembro de 2018
TEXTO SOBRE O DIA DE
LOS MUERTOS
No México, celebra-se no dia 1 e
2 de novembro o “Día de Los Muertos”. Na nossa escola, Escola Básica D. Manuel
I – Tavira, foi feita uma exposição alusiva a este tema e cuja finalidade é dar
a conhecer à comunidade escolar a tradição mexicana.
No ano de 2015, foi filmado no
México, o desfile do “Día de los Muertos” que apareceu no início do filme
“Spectre 007” de James Bond, que se celebra no dia 1 e 2 de novembro. Segundo a
tradição mexicana, no dia 1 descem as almas das pessoas adultas e no dia 2 de
novembro descem as almas das crianças. Neste mesmo ano, a Unesco decretou esta
festa como Património Imaterial da Humanidade.
De acordo com a tradição mexicana, nestes dias
fazem-se três tipos de altares diferentes. O altar em casa que tem três degraus
e é o que está representado no centro da mesa da nossa escola, o altar do
cemitério que tem sete degraus e o altar tzompantli, que era feito antigamente
pelos aztecas, cuja estrutura era feita em madeira e que prestava homenagem ao
senhor do Inframundo (Diabo). Este altar era feito com os crânios dos
guerreiros que perdiam as batalhas e que depois dos aztecas lhes tirarem o
escalpe colocavam os crânios nestes altares em fila. Atualmente, este altar é
feito no Zocalo, frente à Camara Municipal da cidade do México, cuja estrutura
é feita em aço e os crânios não são verdadeiros. Seguidamente, temos também
representado neste altar dois esqueletos aztecas que transportam para o altar
tzompantli dois crânios. Eles faziam isto para prestar homenagem ao seu Deus
mas também para pedir proteção para as suas colheitas.
O outro altar está decorado com
velas, flores, comida, foto, a caveira tipicamente mexicana, o sal e o arco. No
último degrau coloca-se sempre um arco feito com as flores de Cempasúchil que
representa a ultima etapa, ou seja, para os mexicanos a alma da pessoa que
morreu tem que passar por 7 etapas diferentes até estar totalmente purificada.
Quando chega ao último degrau significa que a alma está pronta para fazer a
passagem de um mundo para o outro.
As flores de Cempasúchil assim
como as velas servem para iluminar e indicar o caminho desde o altar feito no
cemitério até ao altar de casa e vice-versa. A fotografia que é posta no último
degrau junto do arco serve para recordar a pessoa que faleceu porque se não for
colocada no altar depois de a pessoa ter morrido e passar para o reino dos
mortos ela é totalmente esquecida. O sal serve para purificar o local e não
corromper a alma do defunto quando ela desça à terra. A caveira tem um
significado especial para os mexicanos, pois, ela não representa a morte mas
sim a longevidade. No México quando se oferece uma caveira a alguém estamos a
desejar-lhe uma longa vida. Existem caveiras de todo tipo, de cerâmica, de
chocolate e de pasta de açúcar. As últimas são comestíveis mas têm o mesmo
significado. No altar também se coloca a comida que o morto mais gostava para
lhe prestar homenagem.
A Catrina representa a morte, mas
também é a representação caricaturesca da mulher da alta sociedade do final do
século XIX princípios do século XX que passeava pelas principais ruas das
Avenidas do México na parte da tarde, com vestidos de rendas e um chapéu com
flores e duas penas de avestruz. O nome Catrina provém do nome Catrin que
significa mulher bem vestida, elegante, distinguida.
Professora Olívia Valente
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
«Quando o amor que nos liga a alguém é assim tão genuíno,
perante a chance de não mais vermos a materialização física da pessoa que
amamos à nossa frente, sofremos num vazio difícil de descrever (…)» (p. 33)
«Mas não será o cancro uma doença tanto para aqueles que o têm
como para aqueles que os veem sofrer com ela?», diz-nos o autor no início do
livro.
André Fernandes nasceu a 1 de fevereiro de 1991, em Lisboa. Aos
21 anos de idade, licenciou-se em Ciências da Comunicação através da Faculdade
de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Um ano depois,
publicou a sua primeira obra, "Tia Guida", um livro que fala sobre
cancro, tanto para aqueles que o têm como para aqueles que os veem ter.
Tivemos o privilégio de receber o André na nossa escola, onde
falou de uma forma despreconceituosa e cativante sobre esta doença. Obrigada, André, pela partilha, pelos
riquíssimos e emocionantes momentos vividos connosco, pela ternura, pelo amor, pela experiência de vida...e sim...os dias devem ser vividos intensamente.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
28 DE OUTUBRO - DIA MUNDIAL DA
TERCEIRA IDADE
A existência, em Portugal, de um
dia dedicado à Terceira Idade, tem como fim chamar a atenção para a situação
financeira, social e afetiva em que vive a maior parte dos cidadãos desta faixa
etária. Embora uma pequena parcela da população idosa aufira rendimentos
suficientes para levar uma existência minimamente aceitável, a maioria passa
bastantes dificuldades, competindo aos filhos suprir as necessidades económicas
dos pais idosos e, sobretudo, distribuir-lhes carinho idêntico àquele que deles
receberam enquanto foram jovens. As crianças, por sua vez, deverão respeitar e
valorizar o papel dos avós na vida familiar. Socialmente, nada há mais triste
que abandonar idosos em lares, não permitindo a cooperação e a partilha de
saberes entre as diferentes gerações. Conta-se que, há muitos anos, numa terra
longínqua, sempre que alguém atingia uma idade avançada, o seu filho
entregava-lhe um cobertor e abandonava-o num monte, onde ficava a aguardar a
morte. Certo dia, um idoso, ao chegar a sua vez de ser deixado no referido
monte, devolveu o cobertor ao filho, dizendo-lhe: "fica com ele, assim já
terás dois cobertores para te aqueceres quando também chegar a tua vez de para
aqui vires". Só então o filho se apercebeu de quão terrível era aquele
costume e trouxe o pai de volta ao seio familiar.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
As letras também se comem
DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO -16/10/2018
O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro, o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.
A Biblioteca associou-se a esta efeméride, contando a história "Eu nunca na vida comerei tomate", da autoria de Lauren Child . Estiveram presentes três turmas do 3º ano, que ouviram atentamente a história da pequena Lola que, tal como muitos meninos da sua idade, não é uma criança fácil na hora das refeições. Mas Charlie, o seu irmão mais velho, dá a volta à situação! Lola faz birras e não gosta nada de comer ervilhas, cenouras, batatas, cogumelos, esparguete, ovos e salsichas estão fora de questão e diz que nunca na vida comerá tomate! Na hora da refeição, o paciente irmão vai juntar uma boa dose de imaginação a cada alimento, para tentar dar a volta à esquisitinha Lola.
A aluna Bárbara Trindade, do 3ºC, escreveu um texto, do qual retiramos este precioso testemunho. Parabéns, Bárbara! Esperamos-te na próxima aventura...
“No dia 16 de
outubro fui à biblioteca da minha escola.
Lá, eu e os meus colegas de turma
ouvimos a história “ Eu nunca na vida comerei tomate” que falava sobre dois
irmãos, o Charlie e a Lola. Quem nos contou a história foi a professora Isabel
Pinheiro.
A menina Lola não gostava de comer
alguns alimentos saudáveis. Então, o Charlie engendrou um plano para a irmã
começar a comê-los.
(...
)Naquele
dia, a menina comeu todos os alimentos saudáveis que o irmão lhe deu e gostou.
Entretanto… a história acabou.
A seguir, fomos escrever, numa
tabela, alguns alimentos saudáveis e alguns alimentos não saudáveis. Também
descobrimos nomes de frutas e de legumes em sopa de letras. Por fim, provámos
todos os alimentos que o Charlie deu a provar à Lola.
Adorei esse dia! Foi fantástico!”
Bárbara Trindade - DM-3C
terça-feira, 16 de outubro de 2018
DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO
Enquanto muitos de nós ficamos
divididos ao escolher em qual fast food vamos comer, muitas pessoas não têm
acesso a nenhum tipo de alimento. Sabias, por exemplo, que mais de 800 milhões
de pessoas vivem numa situação denominada insegurança alimentar? Isso quer
dizer que mais de 800 milhões de pessoas não possuem uma alimentação saudável,
de qualidade ou em quantidade suficiente para suprir as suas necessidades.
O Dia Mundial da Alimentação é
comemorado no dia 16 de outubro e foi criado com o intuito de desenvolver uma
reflexão a respeito do quadro atual da alimentação mundial e principalmente
sobre a fome no planeta. A data foi escolhida para lembrar a criação da
Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) em 1945.
O Dia Mundial da Alimentação traz
temas que nos fazem pensar a respeito da população carente, a sua segurança
alimentar e nutrição. Entende-se por segurança alimentar uma alimentação
saudável, acessível, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente.
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
As férias de A a Z
Andei de avião no dia antes de ver o
João.
Bebi Coca-Cola antes de jogar à bola.
Com o meu irmão fui de canoa até Olhão.
Durante as férias atirei uma bola
contra uma viola.
Estava a jogar enquanto estava a
conversar.
Falei português porque não sabia francês.
Ganhei um prémio a jogar pelo Grémio.
Havia uma gaivota na praia da lota.
Isolado fiquei quando desmaiei.
Joguei o Euro Milhões para ganhar
tostões.
Limpei a casa naquela brasa.
Mergulhei no mar como se fosse o meu
lar.
Naveguei até às Pedras D’el Rei.
Ondas grandes vi, feliz me senti.
Portei-me bem enquanto estive em Belém.
Quando acordava até saltava.
Ratos vi que até um prato parti.
Sangrei quando nas conchas me cortei.
Tavira encontrei quando no carro virei.
Utensílios levámos quando na praia ficámos.
Viajei no dia em que joguei.
Xadrez joguei e com a minha estratégia
ganhei.
Zanguei-me com o meu cão, quando vi
roto o meu balão.
Joshua, 6ºA
As férias de A a Z
A Andei de balão e caí num vulcão.
B Brinquei com um gato que se transformou em pato
C Coloquei o meu sapato na barriga do gato.
D Dia de chuva, como uva.
E Eucalipto sabe pior que um Calipo.
F Fazer Ficha de Avaliação é uma grande ação.
G Gamei uma iguana da floresta Africana.
H Havia uma pizzaria que servia pizza fria.
I Ia apanhar uvas, só que me esqueci do Lucas.
J Joguei andebol só que apetecia futebol.
L Liguei para a minha tia e ela estava na pizzaria.
M Marquei mesa para a pizzaria mas já não me servia.
N Não queria ver o Agir mas tive de ir.
O O meu gato é
maior que um pato.
P Poderei ver televisão no canal Sportvisão
Q Quis comer queijo e deram- me um beijo.
R Riste-te de mim, então não olhes assim.
S Se és pessoa, então perdoa.
U Ultras xxd é uma claque que
gosta de arte
V
Visitei a China e havia uma menina
chamada Ina.
X
Xadrez é jogo de chinês
Z
Zoey
é nome de menina da China
Octaviano, 6ºC
Dia mundial do animal- 4 de outubro
O Dia Mundial do Animal celebra-se anualmente a 4 de outubro.
Origem da data
A data foi escolhida em 1931 durante uma convenção de ecologistas em Florença. A escolha teve em conta o facto do dia 4 de outubro ser o dia de São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais.
Formação de utilizadores - 5º ano
Todos os alunos do 5º ano visitaram a biblioteca da escola. Nestas sessões, a coordenadora da biblioteca deu a conhecer este espaço e o seu modo de funcionamento, os serviços e recursos existentes.
Os pais vieram à biblioteca
A Biblioteca Escolar apresentou-se aos pais e encarregados de educação dos novos alunos, dando-se a conhecer como “um espaço físico e digital ao serviço da melhoria das aprendizagens”, aberto a toda a comunidade escolar.
As férias de A a Z
A- Andei de
bicicleta e de avioneta.
B- Brinquei
na praia e encontrei uma raia.
C- Comprei um sapato e não era barato.
D- Driblei
uma bola e foi contra a minha tola.
E- Ergui uma
bandeira mas não se via por causa da bananeira.
F- Faltei a
uma aula e levei com uma bala.
G- Ganhei
uma irmã e não é anã.
H- Havia um
biscoito que tinha forma de oito.
I- Imaginei
que fui à lua enquanto estava na rua.
J- Joguei
futebol e andebol
L- Lavei uma blusa que ficou do tamanho duma luva.
L- Lavei uma blusa que ficou do tamanho duma luva.
M- Mal-tratei
um animal e ele é muito banal.
N- Nadei até
ao Brasil e encontrei notas de mil.
O- Olhei
para um balão e tinha um coração.
P- Parti uma
prateleira em cima de uma cadeira.
Q- Quis
fazer uma pirueta em cima da trotineta.
R- Rastejei
no chão e dei um trambolhão.
S- Saltei
num trampolim com o meu amigo Martim.
T- Tratei um
elefante que era muito elegante.
U- Ups, as
férias estão quase a acabar e tenho que voltar a estudar.
V- Vi um
esquimó, estava a limpar pó.
X- Xadrez eu joguei e as outros ganhei.
Z - Zebra é um animal com um
olhar especial.
Cláudio, 6ºA
As férias de A a Z
A
minha
amiga Ana, na praia, come sempre uma banana.
Bernardo,
nas dunas, picou-se num cardo.
Cabo
Verde, lá, fui à pesca com uma rede.
Dia após
dia, de barco andei na Formosa Ria.
Estive na
praia e fui mordida por uma raia.
Fuzeta, eu
fui com o meu primo de lambreta.
Gostei
tanto de moreia, que até fiquei de barriga cheia.
Henriqueta,
a minha tia ofereceu-me uma violeta.
Ilha de
Tavira, banhada pelo mar e pela ria, alegra o meu dia!
Já fui a
Paris e bebi água num chafariz.
Lá na
praça vi um espetáculo cheio de graça.
Mal chutei
a bola levei com ela na tola.
Nicole,
uma nova amiga, juntas visitámos um lindo farol!
O
meu
pai a mergulhar e as costas dele a assar.
Para mim
estas férias podiam nunca chegar ao fim.
Quase a
terminar e com a próxima viagem vou sonhar!
Raros pôr
de sol irei encontrar mas enquanto não os vir, posso imaginar!
Sal, um
destino sem igual!
Também já
estive em Roma onde comi uma pizza com um belo aroma.
Último
banho no mar ainda está para chegar.
Vi um
lindo céu estrelado, na Boa Vista, com os pais a meu lado.
Xoné ficou
o meu pai quando deu cabo do pé.
Zaragata
houve no Continente e o homem quase ficou sem um dente!
Marta Leiras de Almeida, 6º A
As férias de A a Z
Andei num balão e caí em cima de um avião
Balancei e voei num espaço que imaginei
Consegui e percebi
Desiste e não consegui
Emprestei um lagarto e encontrei um sapato
Fiquei doente e continuei ausente
Gatinhei na praia e rasguei a saia
Habitei no passo e adorei o espaço
Imaginei e sonhei e uma zebra encontrei
Jantei almôndegas e comi gomas
Limei e acertei
Mudei de visual e continuei mal
Nadei no mar e voei no ar
Ora uma sacola ora uma bola
Perdi um cartão e achei um cartão
Quis e fiz
Rezei e desmaiei
Sentei-me na cadeira e levantei a madeira
Tentei voar e comecei a chorar
Usei um cachecol e vi um caracol
Vi um avião que aterrou no chão
Xilofonei e não arrumei
Zebra malhada tem cor de pintada.
Maria Inês, 6ºA
DIA NACIONAL DA ÁGUA - 1 OUT 2018
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