No dia 8 de fevereiro, na Luz de Tavira, foi "O dia em que o mar desapareceu". A história criada por José Fanha foi até à escola EB1 da Luz( turma LT -C) pelas mãos e criatividade da professora Isabel Pinheiro, que também leu a estes alunos dois dos seus mais recentes poemas.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
As palavras ditas na Rádio Gilão





domingo, 24 de fevereiro de 2019
No
passado dia 14, pelas 18h, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, a
professora Ana Cristina Matias fez a apresentação da segunda obra de poesia da
professora Isabel Pinheiro, «Murmúrios».
Momentos (dezembro
2017) foi o seu primeiro livro de Poesia.
Parabéns
à nossa professora e poetisa Isabel pela sua sensibilidade e bom gosto. O seu livro
revela uma ligação harmoniosa entre a Natureza e a palavra. Paisagens, animais,
plantas, infinidade de cores, sons e cheiros, todos estes componentes são
usados como objeto da escrita, como ajuda na transmissão de mensagens, como
fonte inspiradora. Poesia descritiva, pintura com palavras, vamos lendo e vamos
caminhando por diferentes lugares, ouvindo o sussurro do vento e o respirar do
mar, a voz da chuva, vendo searas que ondulam e papoilas que dançam. Nem o céu
que está cinza chumbo impede o voo esplendoroso das aves que brincam na copa
das árvores. E é com as aves que nós viajamos pela escrita da Isabel, “deixando-nos
na boca um trejeito misto de espanto e fascínio”.
enquanto for
possível
escutar a
natureza,
nas breves
pausas que fazemos
no rodopio
das nossas vidas agitadas, tentemos encontrar paz
no respirar
da terra,
no murmúrio
do vento,
na brisa do
mar
ou na
fragância de uma flor.
Murmúrios
são esse
sentir atento
da beleza do
universo
que nos
sustenta
Isabel Pinheiro, in
Murmúrios
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
"Juego de Adivinanzas"
Encontra-se a decorrer na Biblioteca, até ao final de FEVEREIRO o
"Juego de Adivinanzas" para os alunos de espanhol, do 3 ciclo. Os
alunos de segundo ciclo também podem participar, lendo a adivinha em português. Boa sorte!!!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Capitão miau, miau
O Professor Jorge Courela veio à escola com o livro " Capitão miau, miau".
Houve várias sessões com os alunos do pré-escolar ( Eco e
D.Manuel I) , do 1º ano (EB 1 nº1) e do 3º e 4º ( D.Manuel I).
Os alunos ficaram a conhecer as aventuras do Capitão Miau Miau, o Gato Sapato e a Gata Felícia, em busca da ilha misteriosa e sua fonte sagrada.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Concurso Nacional de Leitura
Informa-te na biblioteca da escola!
A 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) decorre entre o dia 3 de outubro de 2018, data oficial de abertura, e o dia 25 de maio de 2019, dia da grande final, em Braga.
O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário.
SEBASTIÃO, de Rosy Gadda Conti
OUTRA FORMA DE LER
No dia 30 de janeiro, alguns alunos do 5ºD participaram numa atividade de promoção da leitura, onde lhes foi proposto que imaginassem uma história a partir de ilustrações do livro " Sebastião". Como verdadeiros autores criativos, estes sonharam e brincaram com as palavras, exteriorizando emoções e sentimentos. Um livro é também um objeto de afetos...há que os descobrir em cada voltar de página...
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
LIVROS
QUE PODES ENCONTRAR
NA BIBLIOTECA
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de
leitura.
Oitavo livro de poesia
de Sophia de Mello Breyner Andresen, «Geografia» foi
publicado pela primeira vez em 1967, pelas Edições Ática. Deste livro fala-nos
Frederico Lourenço, eloquentemente, no seu prefácio a esta edição: «Trata-se de
um livro cujo carisma de perfeição tenho vindo a confirmar renovadamente
através de sucessivas releituras ao longo de várias décadas: livro onde não
encontro somente alguns dos momentos mais altos da obra da autora, porque nele
se encontram alguns dos momentos mais extraordinários de toda a história da
poesia em língua portuguesa. Digo mais: "Geografia" contém
enunciados poéticos que disputam com famosos versos de Virgílio, de Racine e de
Keats a palma do verso mais belo da literatura universal.»
A presente edição respeita a fixação
de texto resultante do trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes
de Sousa, e mantém a antiga grafia.
Publicado pela primeira vez em 1972, «Dual» retoma
a obsessão pelo mar, um tema muito frequente na obra da autora. Os poemas deste
livro evocam uma luta dramática contra a injustiça, opondo a um real turvo e
opaco um outro, idealizado como um espaço claro e transparente.
A presente edição respeita a fixação de texto resultante do
trabalho de Maria Andresen e Carlos Mendes de Sousa, e conta com um prefácio de
Eduardo Lourenço. É respeitada a antiga grafia.
«Coral é o terceiro livro de poesia de Sophia de
Melo Breyner Andresen. Publicado pela primeira vez em 1950, segue-se a Poesia
de 1944, em Coimbra e a Dia do Mar, que saíra em Lisboa em 1947.
Este novo livro de Sophia retoma e concentra-se naquelas
formas poemáticas e naqueles procedimentos e gestos retóricos, estilísticos e
prosódicos que, desde o início, contribuíram para a singularização da sua obra
poética.» (Manuel Gusmão). As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na
Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
A bailarina
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.
Cecília Meireles
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
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