Sustivemos a respiração quando nos anunciou que iria contar uma história de terror, que os mais sensíveis se ausentassem...ninguém se mexeu e ele contou-nos a lindíssima história de amor da mulher-esqueleto. É tão bom quando nos contam histórias! De terror, de amor, de fadas, de piratas ou de qualquer outro herói menor, que importa? São histórias contadas!!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
José Fanha, o arquitecto das palavras
Foi com um sorriso constante e uns aplausos pontuais e sinceros que as turmas D e F do 6ºano receberam este escritor e contador de histórias, que ainda sonha, aos 59 anos, vir a ser palhaço antes dos 80... A partir desta "confissão", Fanha teve o público na mão... Por entre poemas e contos, alguns seus, outros por si apropriados, Fanha transmitiu-nos sempre o grande carinho e amor que tinha pelas letras, palavras rendilhadas e musicadas...
Sustivemos a respiração quando nos anunciou que iria contar uma história de terror, que os mais sensíveis se ausentassem...ninguém se mexeu e ele contou-nos a lindíssima história de amor da mulher-esqueleto. É tão bom quando nos contam histórias! De terror, de amor, de fadas, de piratas ou de qualquer outro herói menor, que importa? São histórias contadas!!
Sustivemos a respiração quando nos anunciou que iria contar uma história de terror, que os mais sensíveis se ausentassem...ninguém se mexeu e ele contou-nos a lindíssima história de amor da mulher-esqueleto. É tão bom quando nos contam histórias! De terror, de amor, de fadas, de piratas ou de qualquer outro herói menor, que importa? São histórias contadas!!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.