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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Ana leu e contou-nos...

A Ana Maria Lacatus, aluna do 2º ano, escreveu um texto muito bonito a propósito da História da Branca de Neve e os Sete Anões, a partir do livro com o mesmo título, que requisitou na biblioteca da nossa escola. O desenho também ficou muito lindo. Clica na imagem e lê o que a Ana partilhou connosco.

Parabéns, Ana Maria!


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

caminhantes na biblioteca



Na sexta-feira, aproveitando os "Percursos educativos", duas turmas de Santa Luzia vieram à feira do livro. Alguns alunos leram livros sugeridos pela professora Susana, que também encantou os meninos com as histórias que lhes contou. Consta que continuaram o caminho mais felizes...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Bravo, Tomás!!



No passado dia 25 de outubro, o nosso monitor Tomás Bravo encantou os colegas do 4ºano com dois contos tradicionais. Não se socorrendo do papel, o Tomás cativou toda a plateia com a sua interpretação do conto tradicional " Os dez anõezinhos da Tia Verde-Água". BRAVO, TOMÁS!


sexta-feira, 1 de abril de 2011

recordo-me dele


Li este texto há mais de um ano, mas ainda me lembro do poder da sua última frase. As recordações partilhadas enriquecem qualquer um e, por isso, pedi autorização à autora deste texto, a professora Marta Paiva, para o publicar neste canto.

Gentilmente surripiado DAQUI


No dia 17 de Janeiro fez precisamente quinze anos que Miguel Torga morreu. Lembro-me como se fosse hoje. Tal como me lembro das vezes em que, adolescente, me cruzei, em Coimbra, com esse homem que parecia feito de pedra, da pedra de Trás-os-Montes, que ele tanto amava. Nessa altura, o livro «Novos Contos da Montanha» fazia parte do programa do 8.º ano. Acreditem que era bem mais difícil do que «Sexta-Feira ou a Vida Selvagem» ou «O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá»!! Por isso, olhava para Miguel Torga com um misto de admiração e raiva por ter escrito aquele livro cuja leitura tinha sido tarefa tão árdua. Sentia um certo fascínio por aquela figura, pois achava que a pedra de que me parecia feito seria apenas uma capa ou uma armadura. Mais tarde, ao penetrar na sua obra, pude comprová-lo: era, afinal, feito de uma grande humanidade!Hoje, lamento nunca o ter interpelado. Talvez tivesse conseguido arrancar-lhe um sorriso. Um sorriso que seria só meu.

Marta Paiva

sábado, 19 de março de 2011

25 de Março


25 de Março - Semana da leitura

Decorrerá na Biblioteca, pelas 10:15, a actividade "LER EM VÁRIOS SOTAQUES", com a colaboração do grupo de Espanhol e a participação das valentes professoras Georgina Reis, Georgina Giroto e Elizabeth Cavaco e com os não menos valentes alunos das turmas 5ºB, 6ºC, 7ºD, 8ºE, 9ºA e 9ºC, que nos trarão histórias em alemão, russo, espanhol, francês e...com a pronúncia do "nuorte"...

Seguidamente serão entregues os prémios aos melhores leitores do 2º Período.

terça-feira, 1 de março de 2011

durmo ou não?

Durmo ou não? Passam juntas em minha alma
Coisas da alma e da vida em confusão,
Nesta mistura atribulada e calma
Em que não sei se durmo ou não.

Sou dois seres e duas consciências
Como dois homens indo braço-dado.
Sonolento revolvo omnisciências,
Turbulentamente estagnado.

Mas, lento, vago, emerjo de meu dois.
Disperto. Enfim: sou um, na realidade.
Espreguiço-me. Estou bem... Porquê depois,
De quê, esta vaga saudade?

FERNANDO PESSOA


Estes são alguns trabalhos realizados pelos alunos do 7ºB, nas aulas de Área de Projecto, onde se debateu a importância da leitura... onde, quando, como, com quem, porquê... tentando criar nos alunos hábitos de leitura, sugerindo o momento que antecede o sono, o sonho...como tempo de prazer pela rota das palavras...









sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Toca a ler!!!

ATENÇÃO MENINAS!!


Os livros que deverão ler para continuarem em jogo no CONCURSO NACIONAL DE LEITURA são...são...são...
"Sr Valéry", de Gonçalo Tavares
"Os da minha rua", de Ondjaki
A próxima prova terá lugar a 5 de Abril, na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, em Faro.
A equipa da Biblioteca apoiar-vos-á no que puder, só não poderá ler os livros por vocês...
O desafio é grande, mas as meninas superarão todos os quiserem... FORÇA!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

escola da Luz na BE da estação


No passado dia 7, os alunos do 2º ano da turma da Professora Paula Sol, da Escola da Luz de Tavira, visitaram a biblioteca da Escola da Estação para participarem numa sessão do projecto "Palavras... da cabeça aos pés".
A partir da história "Ferozes Animais Selvagens", de Chris Wormell, editado pela Caminho, os alunos iniciaram uma busca pelo verdadeiro feroz animal selvagem. Entre correrias pesadas, como as passadas de um urso, travessias em patas de elefante e saltos em círculos como valentes leões, todos conseguiram chegar ao final da história.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

o livro da sua vida

Um livro apaixonante que conta a história de um amor em evolução, ou mesmo de vários amores e formas de amar. O amor ingénuo de dois jovens, Florentino Ariza e Fermina Daza, cujas diferenças sociais vão separar. O amor construído com os anos da convivência, do respeito mútuo, da cumplicidade que pautam um casamento feliz: o de Fermina e o Dr. Juvenal Urbino. Florentino nada mais faz do que aguardar pela paixão da sua vida...
Além do amor, o autor leva-nos ainda a reflectir uma temática existencial importantíssima: a da impiedade inexorável do processo de envelhecer (e todas as transformações que ele pressupõe) e da inevitável e temida morte.

domingo, 19 de dezembro de 2010

o dia de Natal


Às vezes tenho saudades de coisas que nunca tive. O Dia de Natal, por exemplo.

Quando eu era mais pequeno o meu Natal era uma grande estafa, tudo porque a minha mãe e o meu pai estavam divorciados. Chegava o dia 25 de Dezembro e eu tinha de ir visitar a família da minha mãe e a família do meu pai. Cinco tios de um lado e mais três do outro. Uma barrigada de tios e tias, primos e primas que eu mal conhecia porque só encontrava no Dia de Natal. Diziam-me todos “Estás tão crescido!”, perguntavam-me coisas um bocadinho taralhoucas e davam-me imensas prendas idiotas porque não sabiam quais eram os meus brinquedos preferidos.

As prendas que eles me davam eram sempre as mesmas: uma quantidade enorme de carrinhos e comboios, comboios e carrinhos que eu não queria para nada porque gostava mas é de livros de histórias. E como ninguém me dava livros de histórias tinha que ser eu a inventá-las quando a noite chegava e me envolvia finalmente em paz.

Mas antes de chegar ao sossego da noite a infelicidade não parava de crescer. O pior era a comida. Tinha que almoçar, lanchar e jantar muitas vezes, quantas as tias que visitava.

A comida era sempre igual e vinha para cima das mesas a transbordar de grandes travessas, taças e terrinas. Canja, peru, salada de frutas, rabanadas, sonhos, trouxas de ovos, bolo rei, bolo rainha… Ao fim do almoço e do jantar ficavam todos muito vermelhos e a dar grandes gargalhadas e eu, que já não podia com tanta comida, mal acabava de almoçar na casa de uma tia da família da minha mãe tinha de ir a correr almoçar em casa duma tia da família do meu pai.

Pelo meio havia os lanches e o “Come mais qualquer coisinha que estás a crescer!”, frase que tinha de ouvir sempre que ia a sair muito agoniado de casa de uma das tias. Obrigavam-me sempre a voltar atrás para comer mais doces, bolos e chocolates e eu a protestar baixinho porque, além de estar muito cheio, gostava mas é de coroquetes.

Ao fim do dia a minha barriga parecia uma bola. Quase nem conseguia mexer-me. E tinha a cara toda lambuzada dos milhares de beijos que as tias me pespegavam nas bochechas, na testa e às vezes até no pescoço.

Por tudo isto é que tenho muitas saudades do Dia de Natal que nunca tive. Gostava que nesse Natal houvesse uma luz amiga e doce e muita gente à mesa, meninos, pais e mães, tios e primos, todos sorridentes e felizes. Ao canto havia de haver uma árvore de Natal cheia de bolinhas e não era preciso muita comida. Bastava haver música e uma canção que nos unisse a todos e alguém que contasse uma história feliz.

José Fanha

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A PRENDA de Pedro Alves



Aproximava-se a quadra natalícia. Matilde não sabia ainda o que comprar para oferecer nesse Natal à sua melhor amiga.
Só este pensamento, qualquer que fosse a prenda escolhida já continha algo que prezava muito – a amizade.
Procurou em tudo o que eram lojas desde centros comerciais ao comércio tradicional. Foi a mercados e feiras. Procurou em catálogos e nas mais diversas lojas virtuais. Nada parecia perfeito.
Essa prenda tinha de demonstrar tudo aquilo que há entre amigos. Tinha de expressar em objecto os sentimentos que nutria espiritualmente. Como quando riam às bandeiras despregadas de tudo e de nada ou se zangavam quase até se odiarem por algo sem importância. Como quando aprendiam e estudavam juntas, a escrever um texto criativo para Língua Portuguesa ou a desenvolver o raciocínio mental numa equação do primeiro grau para a disciplina de Matemática. Tinha de sussurrar segredos como quando falavam ao telemóvel ou faziam poemas sobre os rapazes que achavam ser os seus príncipes, ou como achavam que estas e outras coisas se escondem dos pais sem que eles o percebam.
Estes pensamentos ajudaram-na a chegar à lembrança que podia conter em si muitos dos conteúdos da vida – o amor, o ódio, a alegria, o sofrimento, o conhecimento científico, a história de como chegámos aqui….e tanta…tantas coisas.
E assim chegou-lhe sem mais esforço a ideia da que poderia ser a prenda ideal para aquela sua amiga especial.
Toma! É para ti!
Obrigada, amiga! Eu sei que a tua prenda só pode ser muito especial.
Agradeceu Luísa, emocionada.
Como sabes se nem a abriste?! disse Matilde sorrindo.
Sei, porque às vezes entre amigas nem é preciso dizer muito...
Abraçaram-se.
Luísa desembrulhou cuidadosamente o presente como se tratasse de um frágil cristal. Ficou emocionada segurando-o entre os seus finos dedos.
Era um livro, pois.

Pedro Alves

domingo, 12 de dezembro de 2010

Concurso Literário – Quem Conta um Conto …


"QUEM CONTA UM CONTO...ACRESCENTA UM PONTO"
Este concurso é promovido pelo semanário SOL, que se associa ao Plano Nacional da Leitura, procurando estimular os hábitos de leitura e de escrita nos alunos do 2.º ciclo. O desafio é escrever um conto original que dê seguimento a um dos livros da colecção "Clássicos da Literatura Portuguesa". Todos eles estão disponíveis na Biblioteca Escolar.
Não percas a oportunidade de ganhar prémios aliciantes!

Consulta o regulamento aqui

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

o 5º B já leu..."O gato e o escuro"

Depois de ouvida a história, os alunos do 5ºB realizaram várias actividades, quer na Biblioteca Municipal, quer na Escola...Com palavras soltas tentaram adivinhar o fim da história(ou reinventar...)
"Então, o gatinho Pintalgato espreitou nessa fenda escura como se vislumbrasse o abismo.
Por detrás dessa fenda o que é que ele viu?
Adivinham?
Pois ele viu um gato preto, enroscado do outro lado do mundo."



Na escola, e sem livro à frente para evitar macaquinhos de imitação...ilustraram a sua parte favorita...





o gato e o escuro

A HISTÓRIO DO PINTALGATO




No dia 28 de Outubro os alunos do 5ºB foram à Biblioteca Municipal e ouviram contar a história do Pintalgato, personagem do livro "O
gato e o escuro", de Mia Couto.








A história é um misto de fábula e conto, situada entre o dia e a noite. O livro conta a história de Pintalgato, um gatinho desobediente, misto de curiosidade e bravura. O que mais lhe chamava a atenção era o escuro que ficava depois do pôr do sol. O seu autor, Mia Couto diz que "esta é uma história contra o medo" e acrescenta: " A maior parte dos medos que sofremos, crianças e adultos, foi fabricada para nos rouber a curiosidade e para matar a vontade de querermos saber o que existe para além do horizonte".

terça-feira, 26 de outubro de 2010

o gato e o escuro e o 6ºC






Hoje uma turma do 6º ano foi até à Biblioteca Municipal para participar na actividade "Hora do Conto". Teve esta turma o privilégio de ouvir uma história do escritor Mia Couto. Assim, ouviram pela voz da Noémia a história "O gato e o escuro". Atentos às palavras, descobriram que na história havia inúmeras palavras inventadas (neologismos )- pirilampiscar; tiquetaquear; noitidão; atarantonto..., e uma apropriação de palavras de outros campos lexicais : «Só quando desaguou na outra margem do tempo ele ousou despersianar os olhos.».
O eco poético está muito presente na expressividade que confere ao texto, correndo, no entanto, o risco de se perder o sentido essencial da narrativa. O olhar dos alunos assim o confirmava...
Mas sim, gostaram da história do gatinho amarelo que se delicia em contrariar os conselhos da sua mãe, e ultrapassa a fronteira da luz.

Pintalgato vive sendo alertado pela mãe para que não ultrapasse a fronteira do dia. Mas ele, louco para descobrir o que se esconde sob a sombra da noite, decide aventurar-se e acaba por ter um encontro inusitado com o escuro. Quando volta para a luz do dia, descobre que o seu pêlo, antes amarelo com pintinhas, está preto como a noite, e fica apavorado. Com ajuda da mãe, porém, consegue perceber que o medo do escuro, na verdade, é o medo das ideias escuras que temos sobre o escuro.

domingo, 12 de setembro de 2010

conta-me histórias...em Beja

Durante três dias, as histórias serão as protagonistas de um encontro de narradores, em Beja...É a XI Edição das Palavras Andarilhas, de 16 a 18 de Setembro.
Tudo isto começou por ser um encontro de narração oral, inspirado na Maratón de Cuentos de Guadalajara, mas foi integrando outras áreas: escrita criativa, ilustração, animação do livro e da leitura...e cresceu!Agora, as Palavras Andarilhas são "uma festa da palavra falada e escrita, que chega a milhares de pessoas", diz Cristina Taquelim, da Biblioteca Municipal de Beja e uma das organizadoras do evento.


Programa aqui

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Um Dia Na Praia

"UM DIA NA PRAIA", de Bernardo Carvalho, Planeta Tangerina.


Há muitas maneiras de contar uma história. E uma delas é sem palavras, em silêncio, ouvindo apenas o som do mar e o murmurar da imaginação.
Neste livro, as imagens acompanham os gestos de uma dia na praia que acabou de forma totalmente inesperada...

PROCURA-O NA TUA BIBLIOTECA

quinta-feira, 6 de maio de 2010

José Fanha, o arquitecto das palavras

Foi com um sorriso constante e uns aplausos pontuais e sinceros que as turmas D e F do 6ºano receberam este escritor e contador de histórias, que ainda sonha, aos 59 anos, vir a ser palhaço antes dos 80... A partir desta "confissão", Fanha teve o público na mão... Por entre poemas e contos, alguns seus, outros por si apropriados, Fanha transmitiu-nos sempre o grande carinho e amor que tinha pelas letras, palavras rendilhadas e musicadas...
Sustivemos a respiração quando nos anunciou que iria contar uma história de terror, que os mais sensíveis se ausentassem...ninguém se mexeu e ele contou-nos a lindíssima história de amor da mulher-esqueleto. É tão bom quando nos contam histórias! De terror, de amor, de fadas, de piratas ou de qualquer outro herói menor, que importa? São histórias contadas!!



quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

LER E CONTAR HISTÓRIAS



  • EM CASO DE GRIPE H1N1
    A BIBLIOTECA ESCOLAR RECOMENDA:

    LER E CONTAR HISTÓRIAS

    TERAPÊUTICA NATURAL

    # Para ajudar na recuperação do/a seu/sua filho/filha leia–lhe, pelo menos, uma história por dia.
    Poderá alternar contando histórias tradicionais, recorrendo às suas memórias de infância.

    #À medida que for lendo a história mostre as imagens do livro e deixe que a criança participe tentando adivinhar o que se segue no enredo.

    #Converse com ele/ela sobre a história que acabou de ler ou contar.

    #Pergunte ao/à seu/sua filho/filha se lhe apetece recontar a história, em caso afirmativo, disponibilize-se para a escutar.

    # Desafie o/a seu/sua filho/filha para uma leitura a pares.

    #Proponha-lhe que desenvolvam jogos simples de imaginação à volta das histórias, como por exemplo: introduzindo novas personagens, modificando o ambiente/cenário no qual se desenrola a história ou inventando um novo final.