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quarta-feira, 8 de novembro de 2023

A minha Escola Ideal

                                      

 


                                  A minha escola ideal

Eu sempre quis ter uma escola com um quadro só para  desenhos e que  começasse às 8:30 e  acabasse às 11:11.  Queria que  os balneários das meninas  fossem enormes e que o polidesportivo fosse grande e com mais espaços. Também gostava que  o campo fosse igual ao campo de jogadores de futebol. Seria um sonho se tivesse o Marcelo Rebelo de Sousa como diretor da escola e que os professores ganhassem, por exemplo, 200 Euros. Por fim, que houvesse toldos para o sol.
                Tatiana  Monchique, elaborado no Apoio ao Estudo - 6ºG
 em 7/11/2023

segunda-feira, 20 de março de 2023

Sinto-me feliz quando...

 


Após ouvirem algumas histórias de "O senhor do seu nariz e outras histórias", os alunos do 3ºC contaram-nos quando se sentem felizes... 

SINTO-ME FELIZ QUANDO…

Estou com a minha família, quando jogo à bola e marco um golo ou mais, quando brinco com os meus amigos online ou pessoalmente, no meu aniversário ou de um familiar ou amigo, quando vou passear, quando vou à praia, quando estou de férias ou de fim de semana, quando conheci o Castelo de Mértola, quando a minha equipa marca golos e ganha, quando como pizza ou hambúrgueres, no Natal e na Páscoa.

André Inácio

 

Sinto-me feliz quando...

vou jogar futebol, ganho alguma coisa, vou à piscina, quando jogo com os meus amigos FORTNITE, quando vou à praia, quando há greve na escola, quando a minha equipa marca um golo, quando estou quentinho, quando dão-me um abraço, quando conheci a turma, quando estou acompanhado pela a minha família, quando nasci, quando entrei no futebol, quando viajei para a Geórgia, Alemanha, Espanha, França, America e Ucrânia, quando é o meu aniversário e quando  festejo comemorações e quando marco um golo!

Denis Dydych

 


domingo, 25 de abril de 2021

"Rosa, minha irmã Rosa", ilustrações do 6ºA

Depois de terem trabalhado em Português  a obra de Alice Vieira, os alunos do 6ºA, sob a orientação da professora de Educação Visual, ilustraram uma passagem do livro. Os trabalhos já se encontram em exposição na escola.











 

sábado, 13 de janeiro de 2018

Desafios…propostas de escrita muito bem aproveitadas por alguns alunos em Oficina de Escrita.


      Texto sem a vogal "O"- 77 palavras


Uma vida inteira, uma vida inteira de mentiras! Mentiras inimagináveis, impensáveis, especialmente de alguém assim. Ainda agora me custa a acreditar, aceitar, aceitar é impensável. Nem que grande parte da angústia existente se juntasse bastaria para aguentar a minha tristeza. A fase da desculpa... essa... já lá vai, de tal maneira que lembrar-me seria despertar ainda mais a raiva que me rege desde aquela tarde em que a verdade e a realidade se decidiram juntar.


Ana Pavão, 8.A

                          14 vezes a palavra “não”- 77 palavras


“Dois pretos barrados à entrada de uma discoteca” era este o título da notícia com que me deparei no outro dia. Fiquei chocada. Não, não é possível em 2017 isto ainda acontecer! Não, não faz sentido, não é humano! Só porque não nasceram com a pele branca, não podem entrar numa discoteca? Não têm o direito de se divertir, só porque não são brancos?! Não seja desprezível! Não seja preconceituoso! Diga não ao racismo! Diga não, não à diferença!!
                                                                                                 Ana Pavão, 8.º A

                    “A melhor prenda de sempre” - 77 palavras


Para mim, o melhor presente de sempre não foi propriamente algo material, mas sim emocional. Eu fazia anos e estava a passar as férias da Páscoa na casa dos meus avós, em Vila Real. Estávamos a jantar, olhei em redor e percebi a sorte que tinha: a minha família preenchia uma mesa de vinte pessoas, onde todos se riam, todos unidos. E não há nada melhor do que isto... poder estar com toda a minha família reunida.

                                                                                                Ana Pavão, 8.º A

               “Uma história de passagem de ano” - 77 palavras


31 sempre foi um número estranho, mas naquela noite ainda mais estranho era. Estava num misto de emoções. Por um lado, era toda aquela excitação da chegada de 2018; por outro, só queria poder parar o tempo. Senti que não tinha cumprido tudo o que prometera, tentado desculpabilizar-me pelo facto de não ter dependido somente de mim, mas era uma questão de horas, de minutos, de segundos. E a meia-noite chegou. Tapei os ouvidos e sorri.
                                                                                           Ana Pavão, 8.º A



A Nossa Escola

Embora antiga, é uma escola agradável e simples.
A escola D. Manuel dispõe de um refeitório, de um ginásio com balneários já muito degradados, de uma biblioteca acolhedora, mas que poderia estar aberta mais tempo, de uma papelaria, de um auditório, de um bar, de campos exteriores desportivos e de uma sala de alunos divertida.
É uma escola que, na minha opinião, agrada aos alunos e que tem um bom ambiente, funcionários e professores dedicados e sempre dispostos a ajudar. E é importante valorizar isso, mais do que ser uma escola bonita ou moderna

( pelo menos é o que acho). É claro que, como em quase todas as escolas, há pequenas situações de violência e não é assim tão esporadicamente quanto isso. Mas embora não concorde, acaba por ser normal entre jovens e, infelizmente, acho que cada vez mais, hoje em dia, os jovens incentivam, motivam de alguma maneira este tipo de situações.
Em relação à turma do ano passado, o 7.ºA era uma boa turma (muito parecida com a atual), mas demasiado grande. 26 alunos são demais, na minha opinião. Digo isto porque já estive em turmas bastante mais pequenas e sei que é mais fácil para nós, alunos, e sobretudo para os professores. Há menos barulho, logo mais concentração, é mais fácil dar a aula! Era uma turma unida, o que é muito positivo.
Acho que o “grande” problema foi o barulho. fazíamos muito barulho nas aulas e era a principal razão de queixa dos professores. Nós, na verdade, nunca fomos daquelas turmas problemáticas, com alunos desrespeitadores e insolentes. Acho que tínhamos uma boa relação com quase todos eles, o que é bastante bom. E não nos podemos esquecer do nosso diretor de turma, que sempre nos ajudou tanto! A única situação que considerei realmente grave foi a história do roubo nos balneários: por cerca de quatro vezes desapareceu misteriosamente dinheiro do balneário das raparigas, inclusive em dias que estava só a nossa turma, o que nos levou a achar que só poderia ser uma de nós. É chato porque há sempre pessoas que se acusam umas às outras sem no fundo terem provas... o que gera confusão, obviamente! Foi um mistério que nunca se chegou a desvendar. E a única solução teria sido essa pessoa acusar-se.
Este oitavo ano tem tudo para correr bem. Basta querermos!


                                                                                                    Ana Pavão, 8.ºA


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017


DESAFIOS DE ESCRITA…77 PALAVRAS E 14 VEZES A PALAVRA NÃO

Não paro de pensar em como éramos inocentes e não tínhamos noção da vida e do quão difícil iria ser. Não me tragam memórias, às quais não consigo resistir e não consigo não ter saudade de tudo o que me tornou nesta pessoa. Dava tudo para não crescer e parar o tempo. Mas não, não posso, não é possível… Ainda não sei o porquê de não querer ser adulta, mas não quero! Não queiram crescer muito depressa!
                                                                                     Inês Oliveira 8ºA  nº10

                                                                                                                                  

segunda-feira, 20 de novembro de 2017



A BORRACHA

Hoje viemos entrevistar a nossa companheira de escola, a borracha. Ela é utilizada muito em toda a parte do mundo porque elimina tudo o que já não necessitamos.

Entrevistador – Qual é o seu melhor amigo na escola?
Borracha – Os livros porque os posso apagar muito.
Entrevistador – E o seu pior inimigo?
Borracha - São os lápis porque me dão muito trabalho, pois nunca param de escrever.
Entrevistador – Como é que a sua família é fabricada?
Borracha – Nós somos fabricados a partir da árvore da borracha, colhem a seiva e depois levam-na para uma fábrica e mesmo no fim nascemos nós.
Entrevistador – Como é que vocês morrem?
Borracha – Nós morremos quando acaba a borracha.
Entrevistador – Qual é a melhor marca de borracha para si?
Borracha – A minha, claro, a MAPED!
Entrevistador – Obrigado pela sua colaboração e presença, senhora borracha.
Borracha – De nada, foi um prazer.
Entrevistador – E assim o programa chega ao fim. Até para a semana. Obrigada.


 Trabalho realizado por:
        Carlota Nascimento, Nº 7, 7ºA
Catarina Vieira, Nº 9, 7ºA
    Riana Arotaritei, Nº 23, 7ºA


 Turma Português Mais

                                                       

terça-feira, 14 de novembro de 2017




O TEMPO DÁ UMA ENTREVISTA

Hoje trago-vos o Sr. Tempo que nos vem falar sobre sua experiência e importância no Mundo.

Entrevistador: Bom dia, Sr. Tempo!
Sr. Tempo: Bom dia!
Entrevistador: Quanto tempo o tempo tem?
Sr. Tempo: O tempo tem 60 milésimas por segundo, 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 4 semanas por mês e doze meses por ano. Ao todo já passaram 13,7 mil milhões de anos!
Entrevistador: Então já tem muita experiência nisto. Já alguma vez o senhor pensou em reformar-se?
Sr. Tempo: Não, porque gosto de sentir que faço falta no dia a dia das pessoas.
Entrevistador: Esperemos, então, que continue a pensar assim durante muito tempo. Quando o senhor se reformar, quem o irá substituir?
Sr. Tempo: Não é a mim que me cabe decidir isso, mas sim ao Mundo.
Entrevistador: Quem o elegeu para representar um papel tão importante como controlar o tempo?
Sr. Tempo: Foi o Big Bang que me criou, mas foi o Mundo quem me deu esta oportunidade.
Entrevistador: Muito obrigado por ter aceitado o nosso convite!
Sr. Tempo: O prazer é todo meu!
Entrevistador: Adeus e até à próxima!


Trabalho realizado por:
Mafalda Ferreira, Nº17, 7ºB
Rafaela Vieira, Nº21, 7ºB

Trabalho realizado na turma Português Mais

terça-feira, 7 de novembro de 2017



A VIDA DE UM BATOM

 O batom é uma maquilhagem utilizada principalmente pelas mulheres, mas há pessoas que o usam de outras maneiras. Vamos lá descobrir:

 Entrevistador-Boa tarde, Sr. Batom. Então você gosta de ser quem é?
 Batom-Sim, porque eu gosto de deixar as pessoas bonitas.
 Entrevistador-Então e só é utilizado para isso?
 Batom-Não, também sou utilizado para traquinices. Por exemplo, este sábado, às duas da manhã, fui utilizado para pintar a cara de um amigo de uma tal Filipa. Como esse seu amigo adormecera a meio de uma direta, esse foi o seu castigo.
 Entrevistador-Como se sentiu depois de fazer essa tal de “prank”?
 Batom-Senti-me tão mal que não fui trabalhar durante três dias.
 Entrevistador-Então e quem o foi substituir durante a sua ausência?
 Batom-Foi o giz vermelho, que fez um ótimo trabalho, segundo o meu chefe.
 Entrevistador-Muito obrigado pela sua colaboração, Sr. Batom.
 Batom- Ora essa! O prazer foi todo meu.
 Entrevistador-E assim ficamos a conhecer um pouco mais sobre a vida dos batons. Até à próxima.
                                 In Diretas Forever, Martim Neves e Filipa Regalo (7.ºE)
                                               Transmitido a 15 de maio de 2100
Trabalho realizado na turma Português Mais

A imaginação não tem limites. Por isso é possível realizar uma entrevista a um escadote. Quem diria?


É preciso ter cuidado com os degraus!

      É preciso ter cuidado com os degraus? Sem dúvida. O escadote que trazemos aqui hoje contar-nos-á um pouco mais acerca dos perigos e cuidados a ter com os degraus.

A- Bom dia, Sr. escadote.
B- Bom dia!
A- É verdade que existem vários perigos relacionados com a sua utilização?
B- É verdade, sim senhor. Hoje em dia são registados muitos casos de acidentes de trabalho devido à minha má utilização.
A- Quais são os acidentes mais comuns?
B- Existem vários tipos de acidentes, mas o mais comum é a queda de andaimes mais elevados.
A- Como podemos prevenir todos estes géneros de acidentes?
B- Através da utilização de material de proteção, nomeadamente o capacete.
A- É verdade que o senhor dá azar a quem lhe passa por baixo?
B- Não, mas é uma superstição que já existe há 5000 anos e que tem origem no antigo Egito. A razão deste mito é o facto de um escadote aberto formar um triângulo e os egípcios consideravam esta forma sagrada. Consideravam que os triângulos representavam a trindade dos deuses, e passar por baixo de um triângulo era profaná-los.
A- Obrigado por ter acedido ao nosso convite.
B- De nada. O prazer foi todo meu. E não se esqueçam, é preciso ter cuidado com os degraus!

por Carolina Teixeira e Rosa Poranen, 7.ºB

Trabalho realizado na turma Português Mais

sexta-feira, 4 de março de 2016

Na chuva estava uma gaivota a sorrir


        Numa manhã de chuva estava uma gaivota, numa chaminé, observando o mar. No seu ninho quentinho, Antonita tentava aquecer os seus ovos azuis e às pintas rosa néon. Antonita desejava que os seus filhos se sentissem protegidos com o calor das suas asas.
     Passadas umas semanas, os gaivotinhos nasceram e a mãe foi à procura de algo para os alimentar. Depressa regressou ao ninho. Surpreendida, reparou que cada filho tinha uma asa azul e uma pata cor de rosa.
          -Oh, meu deus! Que gaivotas são estas? Serão gaivotas mágicas?
          A mãe gaivota pegou neles e jogou-os para a água.
       Nesse mesmo dia, o pai Júlio regressara da viagem que fizera a África. Ao ver a sua querida gaivota a chorar, Júlio lançou-se imediatamente ao mar. Apanhou os gaivotinhos, que estavam aflitos, pois tinham visto um tubarão na sua direção. De repente, começou a chover e a tinta que estava nas suas asas e patas começou a dissolver-se.
Inexplicavelmente, o tubarão espantou-se e fugiu a sete barbatanas.
                                                        6ºG, aula de apoio, texto coletivo

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

No âmbito da disciplina de Físico-Química, os alunos das turmas A, B e C do 7.º ano elaboraram trabalhos sobre o tema “Exploração espacial ao longo dos tempos”, que se encontram em exposição na Biblioteca da Escola Básica D. Manuel I.
A maioria dos trabalhos foi realizada em pares, tendo alguns deles uma excelente qualidade, pelo que os alunos estão de parabéns.














sábado, 9 de janeiro de 2016

Eis algumas fotografias que mostram a exposição realizada pelos alunos do 7.º ano na Biblioteca, sob orientação da professora Paula Serrano e  no âmbito da disciplina de Ciências Naturais. Parabéns aos alunos e à professora!





sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Os nossos alunos com Necessidades Educativas Especiais gostam de escrever...




PALAVRAS DE QUE EU GOSTO

Música é a minha vida, pois sem ela a vida não tinha ritmo, não era ninguém. É algo que me faz sentir bem. É aquilo que não me deixa cair.

Família é algo que tenho sempre comigo. É o meu porto de abrigo. É o amor maior que há em mim.

 Amizade é eu saber com quem posso contar e saber que tenho pessoas ao meu lado que não me desiludem.

Conviver é algo que adoro, algo que não me importo de estar a fazer.

O meu pai é alguém que eu sei que está comigo até ao fim, uma das pessoas mais importantes. É alguém que me protege.

Os meus irmãos são aquelas pessoas em quem confio mais. São o meu maior porto de abrigo. Sem eles não era o que sou hoje.

Liberdade é poder voar, poder sair e saber que lá fora há um mundo à minha espera e eu poder ir.

Felicidade é quando algo em mim está bem, quando estou na fase de sorrir o dia todo e saber que tudo está bem.

Povo é uma sociedade com pessoas pobres e outras ricas mas, no fundo, somos todos iguais.

Viver, por vezes, pode ser complicado. Caímos, mas temos que nos levantar porque nunca sabemos se vem algo melhor.

Amor - sem ele ninguém vive. Todos nós sentimos amor, pelos amigos, pelo/a companheiro/a, pela família…

Confiança é algo que às vezes não tenho, mas sei que com ela a minha vida fica mais completa!
     
                                   Realizado por: Beatriz Rodrigues, 8º B, n.º 5




domingo, 21 de junho de 2015

A flor de Inverno

                                                   
A flor de inverno                                                                   
É aquela que atormenta,                                                             
Que passa despercebida 
Na brisa sempre atenta. 


Nas horas sem luz, 
No meio do nada, 
Mesmo sem capuz 
Nunca fica atordoada. 

Branca como lírio,
Fria e prudente
Que na grande estação
Se torna a mais ardente.

É a flor de inverno
Que só morre quando se cansa
Que nem morre com pontapé
Que nem morre com lança.

Ana Afonso- 6ºA

.                                                          .





terça-feira, 9 de junho de 2015

POEMA DE SARA MARREIROS, 5ºD


Se eu não fosse criança,
este dia não poderia festejar,
este dia tão fresco como a alegria,
e tão belo como o olhar.

Se eu não fosse criança,
nos campos não podia rebolar,
se eu não fosse criança,
não poderia levar a imaginação a passear
e no mais alto das estrelas sonhar.

No dia da criança,
todos nós vamos despertar,
no olhar dos adultos
a criança que nos está a olhar.


                              Sara Marreiros- 5ºD

quarta-feira, 3 de junho de 2015

A escrita, por Marcos Pacheco, 6ºA

                                               
 
Se eu fosse uma caneta
Escreveria sem parar.
Escrevia, escrevia, escrevia
Até a folha acabar.
Se eu fosse uma folha
Não deixava a caneta parar
Ela ia escrever
Até a folha acabar.
Se eu fosse um poeta
Iria continuar a escrever…
Escrevia, escrevia, escrevia
Até a mão me doer.
                                    Marcos Pacheco- 6ºA