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quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Feliz Natal, Lobo Mau

 

 

O Pai Natal chegou à nossa Biblioteca... e trouxe também o Lobo Mau! Eles encantaram as crianças que tiveram o privilégio de os encontrarem neste sítio que conta histórias... 

 

FELIZ NATAL!!
 
 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Feliz Natal, Lobo Mau - 1

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Sala amarela visita a Biblioteca







Hoje foi dia de receber os meninos da Sala Amarela do JI Eco para ouvirem a história "O Natal do Rato Renato", dinamizada pelas professoras Célia e Conceição e assistente operacional Dália. Foi um momento muito participado, tendo culminado com a entrega a cada aluno de um origami em forma de Pai Natal e canções de Natal cantadas por estes meninos. Foi uma manhã muito preenchida de coisas bonitas.

A equipa da Biblioteca agradece a participação de todos.
 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Caduca e o Pai Natal


A Caduca e o Pai Natal

Era uma vez uma árvore chamada Caduca. A Caduca vivia muito solitária num pequeno bosque.

O Pai Natal, que costumava passar pelo bosque, viu a Caduca e perguntou-lhe:

- Então, Caduca ainda continuas aí tão sozinha?

- Pois é, ninguém plantou mais árvores ao pé de mim!

- Não te preocupes que eu trato já de tudo - disse o Pai Natal.

- Oh Pai Natal, o que vais fazer?

- Já vais ver, volto já.

Pouco depois, o Pai Natal voltou e plantou dois pinheirinhos ao pé da Caduca.

Como era véspera de Natal, o Pai Natal disse:

- Olha, Caduca, não fiques triste, pois estes amiguinhos irão crescer depressa e serão os teus novos amigos. Adeus… ainda tenho muitas prendas para distribuir.

- Mas como se chamam estes amiguinhos? – perguntou a Caduca.

- São os pinheirinhos Leandro e Pedro.

- Obrigada, Pai Natal. Adeus.

- Adeus, Caduca. E cuida bem deles.

Alguns dias depois, como que por magia os dois pinheirinhos cresceram muito verdinhos.

Começou a nevar porque o inverno chegara.

A Caduca começou a ficar com muito frio e toda coberta de flocos de neve.

Os seus novos amigos, que gostavam dela como mãe, aproximaram os seus ramos da Caduca e aqueceram-na durante todo inverno.

Finalmente, chegou a primavera e os três amigos e os animais do bosque fizeram uma grande festa, pois o bom tempo regressou e à Caduca começaram a nascer-lhe as primeiras folhinhas.

2/12/2011

Mara – 3º B

domingo, 19 de dezembro de 2010

o dia de Natal


Às vezes tenho saudades de coisas que nunca tive. O Dia de Natal, por exemplo.

Quando eu era mais pequeno o meu Natal era uma grande estafa, tudo porque a minha mãe e o meu pai estavam divorciados. Chegava o dia 25 de Dezembro e eu tinha de ir visitar a família da minha mãe e a família do meu pai. Cinco tios de um lado e mais três do outro. Uma barrigada de tios e tias, primos e primas que eu mal conhecia porque só encontrava no Dia de Natal. Diziam-me todos “Estás tão crescido!”, perguntavam-me coisas um bocadinho taralhoucas e davam-me imensas prendas idiotas porque não sabiam quais eram os meus brinquedos preferidos.

As prendas que eles me davam eram sempre as mesmas: uma quantidade enorme de carrinhos e comboios, comboios e carrinhos que eu não queria para nada porque gostava mas é de livros de histórias. E como ninguém me dava livros de histórias tinha que ser eu a inventá-las quando a noite chegava e me envolvia finalmente em paz.

Mas antes de chegar ao sossego da noite a infelicidade não parava de crescer. O pior era a comida. Tinha que almoçar, lanchar e jantar muitas vezes, quantas as tias que visitava.

A comida era sempre igual e vinha para cima das mesas a transbordar de grandes travessas, taças e terrinas. Canja, peru, salada de frutas, rabanadas, sonhos, trouxas de ovos, bolo rei, bolo rainha… Ao fim do almoço e do jantar ficavam todos muito vermelhos e a dar grandes gargalhadas e eu, que já não podia com tanta comida, mal acabava de almoçar na casa de uma tia da família da minha mãe tinha de ir a correr almoçar em casa duma tia da família do meu pai.

Pelo meio havia os lanches e o “Come mais qualquer coisinha que estás a crescer!”, frase que tinha de ouvir sempre que ia a sair muito agoniado de casa de uma das tias. Obrigavam-me sempre a voltar atrás para comer mais doces, bolos e chocolates e eu a protestar baixinho porque, além de estar muito cheio, gostava mas é de coroquetes.

Ao fim do dia a minha barriga parecia uma bola. Quase nem conseguia mexer-me. E tinha a cara toda lambuzada dos milhares de beijos que as tias me pespegavam nas bochechas, na testa e às vezes até no pescoço.

Por tudo isto é que tenho muitas saudades do Dia de Natal que nunca tive. Gostava que nesse Natal houvesse uma luz amiga e doce e muita gente à mesa, meninos, pais e mães, tios e primos, todos sorridentes e felizes. Ao canto havia de haver uma árvore de Natal cheia de bolinhas e não era preciso muita comida. Bastava haver música e uma canção que nos unisse a todos e alguém que contasse uma história feliz.

José Fanha

domingo, 20 de dezembro de 2009

O CAVALINHO DE PAU DO MENINO JESUS


Com a ironia e o talento a que Manuel António Pina nos habituou, este conto leva-nos, na companhia do Pai Natal, à gruta do Menino Jesus, onde somos impedidos de entrar por dois seguranças... os guardas dos Reis Magos. Sem desrespeitar o presépio nem tirar a magia ao Natal, o autor acrescenta-lhes humor... e um cavalinho de pau...
"O cavalinho de pau do Menino Jesus e outros contos", de António Manuel Pina- Porto Editora
Recomenda-se, pois então!