domingo, 18 de dezembro de 2011
leitores e ouvintes
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
uma relação de amor
Há uma condição essencial para que a leitura seja, de facto, apaixonante e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, “o verbo ler não suporta o imperativo”. Quando transformada em obrigação, a leitura resume-se a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a atrair e prender o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
à cata de novos leitores
sábado, 19 de março de 2011
23 de março...seremos todos apanhados?
25 de Março
terça-feira, 1 de março de 2011
durmo ou não?
Coisas da alma e da vida em confusão,
Nesta mistura atribulada e calma
Em que não sei se durmo ou não.
Sou dois seres e duas consciências
Como dois homens indo braço-dado.
Sonolento revolvo omnisciências,
Turbulentamente estagnado.
Mas, lento, vago, emerjo de meu dois.
Disperto. Enfim: sou um, na realidade.
Espreguiço-me. Estou bem... Porquê depois,
De quê, esta vaga saudade?
FERNANDO PESSOA



Estes são alguns trabalhos realizados pelos alunos do 7ºB, nas aulas de Área de Projecto, onde se debateu a importância da leitura... onde, quando, como, com quem, porquê... tentando criar nos alunos hábitos de leitura, sugerindo o momento que antecede o sono, o sonho...como tempo de prazer pela rota das palavras... 


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Projecto "Substituir a Ler"

Os livros escolhidos são livros de contos clássicos (para 2ºciclo), contos de autores portugueses e estrangeiros, contos tradicionais, lendas, fábulas e alguns livros de poesia, passíveis de poderem ser lidos em 45 minutos.
O professor terá apenas de pedir a dois alunos que se desloquem à biblioteca para levantar uma das caixas e assinalar na folha, que se encontra no seu interior, a turma envolvida e o nº de alunos que leram.
Trata-se de uma alternativa e também uma experiência, que esperamos possa ter alguma adesão. Para isso contamos com a vossa colaboração.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
mais uma viagem, mais uma história...

A história foi contada a muitas vozes: a Carlota miou como o Rogério, o Paulo pôs ordem nos números e contou até dez sem qualquer engano, mas o melhor de tudo foi a chuvinha que, em conjunto, todos fizeram cair na casa da Bruxa Mimi. Um momento mágico que só boas histórias e bons ouvintes conseguem criar.
Há muitas outras histórias para contar. Quando querem voltar?
Toca a ler!!!

"Sr Valéry", de Gonçalo Tavares
"Os da minha rua", de Ondjaki
A próxima prova terá lugar a 5 de Abril, na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, em Faro.
A equipa da Biblioteca apoiar-vos-á no que puder, só não poderá ler os livros por vocês...
O desafio é grande, mas as meninas superarão todos os quiserem... FORÇA!!!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
concurso nacional de leitura
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
concurso nacional de leitura

promove, no ano lectivo de 2010 / 2011, o Concurso Nacional de Leitura. Tendo como objectivo estimular a prática da leitura entre os alunos do Ensino Secundário e do 3º Ciclo do Ensino Básico, o concurso pretende avaliar a leitura de obras literárias pelos estudantes desses graus
de ensino. O Concurso Nacional de Leitura decorrerá em três fases diferentes:
a 1ª Fase, a realizar nas escolas; a 2ª Fase, a realizar nas Bibliotecas Municipais designadas pela DGLB; e a 3ª Fase, correspondente à Final Nacional, realizada em Lisboa em colaboração com a RTP.
Assim, decorreu na passada quarta-feira a 1ª fase deste concurso, tendo sido seleccionadas as seguintes alunas:
- Mariana Afonso, 7ºD
- Mariana Corvo, 8ºA
- Heloísa Pereira, 9ºA
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
uma estrela cadente

1930: Às duas horas do dia 8 de dezembro – no dia do seu aniversário Florbela D’Alma da Conceição Espanca suicida-se em Matosinhos, ingerindo dois frascos de Veronal.
Estrela Cadente
Traço de luz… lá vai! Lá vai! Morreu.
Do nosso amor me lembra a suavidade…
Da estrela não ficou nada no céu
Do nosso sonho em ti nem a saudade!
Pra onde iria a ’strela? Flor fugida
Ao ramalhete atado no infinito…
Que ilusão seguiria entontecida
A linda estrela de fulgir bendito?…
Aonde iria, aonde iria a flor?
(Talvez, quem sabe?… ai quem soubesse, amor!)
Se tu o vires minha bendita estrela
Alguma noite… Deves conhecê-lo!
Falo-te tanto nele!… Pois ao vê-lo
Dize-lhe assim: “Por que não pensas nela?”
Florbela Espanca
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
concurso nacional de leitura
Tal como sucedeu no ano passado, realizar-se-á também este ano o Concurso Nacional de Leitura. Este concurso decorre em três fases diferentes: a primeira, a realizar nas escolas; a segunda, a ter lugar nas Bibliotecas Municipais; e a terceira, correspondente à final nacional, a ocorrer em Lisboa, em colaboração com a RTP.Para participares e mostrares os teus dotes de bom leitor, deverás ler «Dietas e Borbulhas», de Maria Teresa Maia Gonzalez, «O Cavaleiro da Dinamarca», de Sophia de Mello Breyner e o conto «Nero», da obra «Bichos», de Miguel Torga. Depois, no dia 5 de Janeiro, às 14 horas, no Auditório, terá lugar uma (simples!) prova de selecção que testará a leitura que fizeste das referidas obras.
Se ganhares, representarás a Escola na fase seguinte, tal como aconteceu no ano passado com a Diana, a Laura e o Tito. E, quem sabe, se não és tu a representar o Algarve na fase nacional, com jovens de todo o país?!
Se gostas muito de ler, já sabemos que contamos contigo. Se não gostas tanto, que tal aceitares o desafio?
Solicita e preenche a ficha de inscrição na Biblioteca ou junto da tua professora de Língua Portuguesa. Boas leituras e não te esqueças que… ler está na moda!!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
chegou o Outono


Nesta obra é abordada a vida de um homem na busca de certezas, de valores, crenças e até de incertezas. No dia-a-dia partilhado com as mulheres da sua vida, amigos e desconhecidos, aprende a conhecer o amor, a ternura, a delicadeza, a liberdade, a poesia do mundo e da vida, a alegria, a solidão, o respeito, o mistério da existência.

Ao contrário do que o título possa indicar, esta história não se passa no Outono nem em Pequim, mas no imaginário deserto da Exopotâmia, onde um estranho Sol emite raios negros e um grupo de pessoas bastante original tenta construir uma estação de comboios com vias-férreas que levam a lado nenhum.
Trata-se de uma obra marcante na literatura sul americana: um ditador, general sem nome, algures nas Caraíbas governa mergulhado na
ignorância, cultivando o obscurantismo. É, obviamente, uma caricatura, mas estão ali todos os sinais marcantes dos modernos e antigos déspotas.Imagine-se um palácio de governo herdeiro do passado colonial algures nas Caraíbas. As vacas e as galinhas, que o general presidente alimenta e cuida como se esse fosse o mais nobre dos seus deveres, povoam o palácio, distribuindo pelos aposentos os seus sagrados dejectos e assomando mesmo às janelas e varandas. A bosta de vaca seca é usada pelo general para fazer fogueiras que aquecem o palácio.
O general presidente canonizou a mãe por decreto; só a morte da mãe lhe amoleceu o coração.
Morreu algures entre os 107 e os 232 anos (nunca se soube ao certo). Teve uma terceira dentição, calcula-se que por volta dos 150 anos de idade.
Vendeu o mar aos americanos que o levaram para o Arizona.
Teve mais de 500 filhos, todos nascidos aos sete meses de gestação. A um deles nomeou-o general ao nascer.
A mãe afirmou um dia sobre ele: “se soubesse que o meu filho vinha a ser Presidente da República, tinha-o mandado à escola.”
O general presidente não pode ser coração mole. Ele tem de se manter acima de todos os mortais, seguindo à risca o conselho que alguém lhe dera em jovem: “o coração é o terceiro colhão”.
Embora usufrua de centenas de concubinas, que possui sempre sem tirar as botas nem a roupa, só uma paixão o dominou: Manuela Sanchez.
Nunca precisou de ministros para a governação, com excepção do Ministro da Saúde, seu médico pessoal. Mas nem mesmo este alguma vez o conseguiu curar de um terrível e descomunal testículo herniado. Mandou assar o Ministro da Defesa, seu homem de confiança nos primeiros tempos de governação, servindo-o com um raminho de salsa na boca num jantar de cerimónia.
Em suma: um livro cheio de humor, um marco histórico na literatura mundial.
quarta-feira, 3 de março de 2010
LER É...

Patrícia Brito,6ºG
…fazer amizade com os conhecimentos.
Maurício Afonso, 5ºB
…divertir, aprender e sobretudo saber.
Bruna, 5ºB
…dar asas à imaginação.
Carolina, 5ºF
…é uma paixão.
Ana Teresa, 5ºF
…é uma inspiração tão profunda e tão boa que nos dá vontade de sonhar.
Daniel,5ºF
…é poder para saber.
Mariana,5ºF
…é uma parte da história da nossa vida.
Rita, 5ºF
…como estar num paraíso.
Andreia B.
…imaginar um filme em letras.
Daniel Vicente
…abrir uma porta para um mundo, fantástico, o mundo da imaginação.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
LER É...

...bom, porque podemos aprender e entrar na fantasia.
Cíntia Rodrigues – 5.ºG
...entrarmos num mundo diferente e sentirmos paz dentro de nós.
Beatriz Traguedo . 6.ºA
...entrar no mundo da imaginação, onde se pode fazer e aprender tudo o que passa as margens do impossível.
Catarina Reis – 5.ºD
...uma fonte de imaginação e aprendizagem.
Ana Carolina Martinho – 5.ºD
...uma melodia que acaba de chegar.
Nicole Pereira – 5.ºC
...uma coisa especial.
Marco Neto – 5.ºC
...sonhar.
João Vargas – 5.ºG
...uma actividade, é bom para passar o tempo e faz bem à cabeça.
Isilda Luís – 5.ºC
...um bem essencial para a nossa vida.
Ruben Daniel – 5.ºC
...importante e divertido.
Ana Carina – 5.ºC
...descobrir aventuras, dramas, comédias, sonhos…
Carolina André – 5.ºD
...entrar em acção na imaginação.
Tiago Gonçalves - 5.ºD
...conseguir ver coisas impossíveis.
Inês Soares – 5.ºD
...extraordinário, porque torna a nossa imaginação muito fértil.
Luís Messias – 5.ºC
...essencial para aprender e crescer.
Tomás Alves – 5.ºC
...uma coisa que eu gosto de fazer.
José Albino – 5.ºC
...um prazer, tal como viver!
Margarida Mello – 5.ºA
...um privilégio.
Margarida Gomes – 5.ºA
...viver...
Carolina Mascarenhas – 5.ºA
...uma aventura sem fim.
Diogo Guerreiro – 5.ºD
...uma coisa divertida.
João Silva – 5.ºD
...um prazer!
Frederico Vieira – 5.ºA




