sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

A minha família



    Esta história é sobre a minha família e sobre mim. A minha família está separada: uns estão em Tavira, outros no Porto, outros na Póvoa de Varzim e outros, ainda, em Washington.
    Eu vivo em Tavira com a minha mãe, que se chama Susana, o meu pai, que se chama  João Pedro e o meu tio, que se chama Miguel.
  Costumamo-nos juntar nos aniversários (em alguns), nos batizados e casamentos, no Natal e Páscoa e nas férias de verão.
     Eu adoro a minha família!
   Para mim, a minha cadela Meggie é como uma irmã, muito maluca, mas é... ela tem pelo branco e é um labrador.
   A minha prima Matilde é muito fixe, tem 10 anos e nasceu em Março, dia 4. Eu adoro-a e ela a mim! Este ano vou passar o Natal à Póvoa e ela vai lá estar (e ontem ela disse-me para eu preparar já a mala com os brinquedos). Mas como eu estava a dizer, vou lá passar o Natal e a Passagem de Ano. Eu estou ansiosa por lá estar! Mal posso esperar!



Maria Clara Rodrigues - 5ºD


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

...e pergunto-me..., por Pedro Cunha





A Internet

A Internet rodeia-nos. Está em todo o lado, desde telemóveis, tablets, computadores, etc. Mas será que a Internet “está bem” entre nós?

A Internet é muito vantajosa para o trabalho das pessoas, para fazer pesquisas, para entreter crianças, para ouvir música, para ver notícias e filmes, comprar coisas…
Mas também traz desvantagens: vicia bastante, “tira” a atividade física, provoca doenças (como a obesidade), provoca falta de convívio com a família, é cara (tanto como na compra do telemóvel, tablet ou telemóvel, como também na conta a pagar da eletricidade). Por isso, eu acho que não devíamos passar mais que duas horas por dia na Internet; se for só para ouvir música, não ficar só a olhar para o ecrã (ficar a fazer outra atividade, como desenhar, ler, escrever…).Por isso não faço ideia se a Internet é boa ou má e pergunto-me: o que estará a Internet a fazer na Terra?
PEDRO CUNHA, 6ºA 



PRELÚDIO DE NATAL

Tudo principiava
pela cúmplice neblina
que vinha perfumada
de lenha e tangerinas

Só depois se rasgava
a primeira cortina
E dispersa e dourada
no palco das vitrinas

a festa começava
entre odor a resina
e gosto a noz-moscada
e vozes femininas

A cidade ficava
sob a luz vespertina
pelas montras cercada
de paisagens alpinas


David Mourão-Ferreira

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS


O Dia Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro.
A data visa homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos e pôr um fim a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade entre todos os cidadãos.

Comemoração do Dia dos Direitos Humanos
A celebração da data foi escolhida para honrar o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, a 10 de Dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Esta declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas.
A Declaração Universal dos Direitos do Homem enumera os direitos humanos básicos que devem assistir a todos os cidadãos.
Este dia é um dos pontos altos na agenda das Nações Unidas, decorrendo várias iniciativas a nível mundial de promoção e defesa dos direitos do homem.
O dia 10 de dezembro é também marcado pela entrega do Prémio Nobel da Paz.

Comemoração do Dia dos Direitos Humanos em Portugal
Em Portugal, a Assembleia da República reconheceu a grande importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem ao aprovar, em 1998, a Resolução que vigora até hoje, na qual deixou instituído que o dia 10 de dezembro deveria ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos.



A Feira do livro continua a decorrer na nossa escola...com histórias de encantar. Os alunos continuam a visitar-nos. Esperamos por ti ainda nos próximos dias.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dupla delícia/ O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhada.
Mário Quintana



Visita a Feira do Livro na nossa Biblioteca. Começa já no dia 9. Não faltes.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014





 O escritor português Valter Hugo Mãe publicou, recentemente,  o conto para os mais novos "O paraíso são os outros", observação sobre o amor e o relacionamento entre casais, do ponto de vista de uma menina.
O livro tem edição em Portugal pela Porto Editora, com ilustrações de Esgar Acelerado, e, no Brasil, pela Cosac Naify, com trabalho gráfico do artista brasileiro Nino Cais.
"O paraíso são os outros" (oposto de uma célebre frase do filósofo Jean-Paul Sartre, que disse "O inferno são os outros") é narrado por uma menina que se intriga com a forma como os adultos exteriorizam o amor.
"Reparo desde pequena que os adultos vivem muito em casais. (...) O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhas para mesas de mil lugares. Mas amar é um trabalho bom. A minha mãe diz", escreve Valter Hugo Mãe, no começo deste conto.
"O paraíso são os outros" inaugura uma coleção de livros de Valter Hugo Mãe para jovens e crianças, ilustrados por diferentes artistas, mas este ano não sairá mais nenhum volume.
Valter Hugo Mãe vai dissertando sobre as vicissitudes do amor, sobre a solidão, a homossexualidade e a lealdade, sempre na perspetiva da menina: "Os casais formam-se para serem o paraíso. Ou assim devia ser. Há casais que vivem no inferno, mas isso está errado. Pertencer a um casal tem de ser uma coisa boa. Eu, quando for adulta e encontrar quem vou amar, quero ser feliz".
Na edição portuguesa, o artista plástico Esgar Acelerado (Póvoa de Varzim, 1968) retrata situações quotidianas de casais, em que animais assumem formas antropomórficas: sapos, veados, cavalos, jacarés.
Na edição brasileira, "O paraíso são os outros" surge ilustrado com manipulações artísticas de fotografias antigas de casamentos.
De acordo com a editora Cosac Naify, "a inspiração para este livro surgiu de uma visita [do autor português] ao atelier do artista Nino Cais, que trabalhava em fotos antigas de casamentos colando pedras de bijuteria infantil sobre os rostos dos casais retratados. Seis dessas imagens dialogam com o texto no livro".