quinta-feira, 4 de outubro de 2018

As férias de A a Z



Andei num balão e caí em cima de um avião

Balancei e voei num espaço que imaginei

Consegui e percebi

Desiste e não consegui

Emprestei um lagarto e encontrei um sapato

Fiquei doente e continuei ausente

Gatinhei na praia e rasguei a saia

Habitei no passo e adorei o espaço

Imaginei e sonhei e uma zebra encontrei

Jantei almôndegas e comi gomas

Limei e acertei

Mudei de visual e continuei mal

Nadei no mar e voei no ar

Ora uma sacola ora uma bola

Perdi um cartão e achei um cartão

Quis e fiz

Rezei e desmaiei

Sentei-me na cadeira e levantei a madeira

Tentei voar e comecei a chorar

Usei um cachecol e vi um caracol

Vi um avião que aterrou no chão

Xilofonei e não arrumei

Zebra malhada tem cor de pintada. 

                                                                          Maria Inês, 6ºA

A biblioteca também mete água


DIA NACIONAL DA ÁGUA - 1 OUT 2018



 O Dia Nacional da Água comemora-se a 1 de outubro, o dia que marca o início do ano hidrológico. Esta é uma data de reflexão sobre os recursos hidrológicos e sobre a sua gestão a nível nacional. A gestão da água tem impacto em variados setores, desde a saúde à alimentação, da energia à indústria, sendo da responsabilidade de todos preservar este recurso.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

As férias de A a Z


 A - Ana foi jantar fora e encontrou uma cobra.
 B – Beijei uma borboleta que era violeta.
C – Cacei uma cobra que passou por cima da roda.
D – Dinossauro rugiu tão alto que até fugiu.
E – Encontrei uns ténis muito bonitos que ficaram aflitos.
F – Fui levar a minha irmã ao infantário e ela foi para o berçário.
G – Gatinhei com o gato que caiu no buraco.
H – Hotel tão lindo como um anel.
I – Imaginei uma imagem tão linda como a paisagem.
J - Jantei com o João que perdeu balão.
L – Levantei um leão tão feroz que até fiquei sem foz.
M – Mergulhei na piscina e encontrei a Catarina.
N- Nariz, há uma caixinha de verniz.
O – O meu avô fritou e o  polvo queimou.
P – Pedi um desejo  e dei um bocejo.
Q – Queria uma iguana de plástico e prendi-a com elástico.
R – Refilei com o rato que fugiu do gato.
S – Sei de um senhor que encontrou comida com bolor.
T – Tive uma tartaruga que foi para a rua .
U - Usei um urso que estava piurso.
V –Vi o Agir e depois do concerto fiquei a rir.
X -Xilofone é menor que o megafone.
Z –Zebra encontrou uma vespa.


 Carolina Mendonça, 6ºA

As férias de A a Z


A- Andei de avião e fui mordido por um cão.
B-Brinquei com a polícia e fui comer uma pizza.
C-Comi batata frita na casa da Rita Melita.
D-Dormi na praia e fui acordado por uma raia.
E-Estranhei ver o Rodrigo a comer trigo.
F-Fiz uma bola fora da escola.
G-Gostei da comida mas não era a minha preferida.
H-Hoje fui a Espanha e amanhã como uma aranha.
I-Igor é o meu nome, mas agora tenho fome.
J-Joguei futebol num campo de basquetebol.
L-Liguei para o aeroporto a dizer que me esqueci de um porco.
M-Mordi um melão que sabia a limão.
N-Não fui para Espanha porque usei de manha.
O- Os pilotos do avião aprenderam a lição.
P-Parecia um cão mas afinal era um parvalhão.
Q-Quando joguei à bola cai na escola.
R- Ralhei com o meu irmão por partir o meu avião.
S- Saí de Inglaterra cheio de terra.
T- Tive que nadar para me salvar.
U- Usei um frasco mas saiu um fiasco.
V- Vi um cão a comer melão.
X- Xadrez joga-se em dinamarquês.
Z- Zebras têm febras.
                                                Igor Caleça, 6ºC               

As férias de A a Z


Andei de autocarro e parei num lugar bizarro.
Bebi água com massa e parei na praça.
Comi frango assado que nem tinha encomendado.
Dei um pão e recebi um empurrão. 
Entrei num balão e caí em cima de um cão.
Fui à caça e encontrei uma carapaça.
Gatinhei na praça e encontrei uma taça.
Helicóptero eu andei e com medo eu fiquei.
Igual a você não sei o quê.
Jantei pão com tubarão.
Li um livro que tinha um pico.
Minha irmã eu vejo depois de amanhã.
Na minha caminhada eu errei a estrada.
O meu amigo tem um cão e deu-me o seu balão.
Parei num autocarro que me levou ao Oceanário.
Quero falar do que  vou ganhar.
Revirei a casa por causa de uma barata sem asa.
Se a minha amiga tem bata, eu sou uma batata.
Tenho um cão que pôs o nariz no meu sapatão.
Uso um pijama e vou para a cama.
Vi uma camisa que parecia uma pizza.
Xadrez é jogo de chinês.  
Zebra está a galopar e a relinchar.
                                 Priscila Barros Coelho, 6ºC


As férias de A a Z




A – Andei de avião e caí no chão.
B – Bom dia, estava sem a minha tia.
C – Comi uma castanha e fiquei com banha.
D - Daniela, põe a menina amarela
E - O elefante estava cintilante.
F - Fui à escola e levei com a bola.
G - Eu gosto de ir ao intervalo para brincar com o Gonçalo.
H - A Helena viu uma hiena.
I - Inês, conta até três!
L - A Luana estava em casa da Maria Joana.
M - O Manuel viu um anel.
N - A Núria está uma penúria.
O - O ovo veio de Moscovo.
P - O pato ganhou o campeonato.
Q - No quartel há um pastel.
R - A Rita é catita.
S - O sapato estava barato.
T - A tartaruga estava em fuga.
U - Aquele urso fez um discurso.
V - Vi um cão a comer limão.
X - Levei um xaile para o baile.
Z -  Em Genebra há muita zebra. 

Rita Gonçalves-6ºC            

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A equipa da biblioteca dá as boas-vindas a todos os alunos que  agora iniciam mais um ano letivo. É com prazer que iniciamos uma nova etapa de experiências e descobertas que, certamente, nos farão mais felizes e conscientes do mundo em que vivemos. Sejam bem-vindos!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

sexta-feira, 1 de junho de 2018



Miúdos a votos

(a nível Nacional)



No 3º ciclo, foram as obras inspiradas em histórias reais que conseguiram mais votos. A «Culpa é das Estrelas», de John Green, ficou em primeiro lugar, com 10,9% dos votos. Em segundo e terceiro lugares, ficaram colocados os candidatos «Avozinha Gângster», de David Walliams - com 9,4 % dos votos - e «O Rapaz do Pijama às Riscas» de John Boyne, com 9,2% dos votos.




No 3º ciclo, foram as obras inspiradas em histórias reais que conseguiram mais votos. A «Culpa é das Estrelas», de John Green, ficou em primeiro lugar, com 10,9% dos votos. Em segundo e terceiro lugares, ficaram colocados os candidatos «Avozinha Gângster», de David Walliams - com 9,4 % dos votos - e «O Rapaz do Pijama às Riscas» de John Boyne, com 9,2% dos votos.



Miúdos a Votos


Os alunos do 1.º ciclo elegeram o «O Tubarão na Banheira», de David Machado, como o livro mais fixe, com 7,9% dos votos; em segundo lugar ficou «O Bando das Cavernas - Na maior há 10 mil anos», de Nuno Caravela (7,8% dos votos); e «O Principezinho» de Antoine de Saint-Exupéry, foi o terceiro candidato eleito (7,8% dos votos), acabando assim destronado do 1º lugar conseguido na votação de 2017.





No 2.º ciclo, dois autores britânicos que já o ano passado tinham alcançado o pódio voltaram a ganhar: «Harry Potter e a Pedra Filosofal», de J. K. Rowling, é o vencedor, com 13,8% dos votos; e «Avozinha Gângster», do autor e também comediante David Walliams é o outro, tendo alcançado o segundo lugar com 11,1% dos votos. «A Fada Oriana», de Sophia de Mello Breyner Andresen, ficou em 3.º lugar, com 5,8% dos votos dos meninos do 5º e 6º ano.






terça-feira, 29 de maio de 2018



EXPOSIÇÃO

"SEMANA DA FRANCOFONIA"







            Iniciativa do Departamento de Línguas









Dinamização das Bibliotecas Escolares

"Oficinas ao redor do livro"
1º ciclo

É objetivo oferecer às crianças e à biblioteca escolar uma dinâmica onde o livro é o protagonista e a aprendizagem se realiza fazendo, pela construção, experimentação e criação.


HISTÓRIAS À SOLTA












domingo, 27 de maio de 2018





Eu conheci um cão.

Ele era fofinho, mas também anão.

O cão sabia utilizar o fogão,

eu vi como ele utilizou a mão.


Eu vi um gato

A caçar um rato

Estava preso num cato

Eu salvei-o e dei  comida ao gato.


Eu vi um lobo

 Que parecia um bobo

Sabia o globo todo de cor

E andava como um robô.

                                                                 Laura Bubashvili, 5ºA

  Lígia Boldori   - livro " Dona Cárie, a intrusa da festa" 

Turmas do 2º e 3º anos 






Sandro William Junqueira

 Atividade: Contar as metas - "Os Piratas" de Manuel Antonio Pina -

 Turmas de 6º ano







Concurso Nacional de leitura - Fase Distrital - vencedora Carolina de Sousa- 6ºB




quarta-feira, 2 de maio de 2018

A Árvore da Vida…





      Num lindo dia de primavera, no dia 22 de março de 2017, nasceu uma simpática árvore, com raízes no coração da terra.
     - Olá, sou uma pequena e singela árvore na margem esquerda do rio… acabei de nascer e já lá bem no fundo da terra, a minha mãe dizia que a minha Hora estava a chegar!
     - A Hora, mamã, … a Hora de quê? Para quê?
     - Mais tarde, quando fores crescida, irás descobrir! Agora está na Hora de descobrires o mundo, a Hora de abrires os olhos… o mundo precisa de ti, da tua visão, do teu tato, do teu paladar, do teu olfato e da tua audição… e nunca te esqueças que vida é: Cor, Luz, Amor, Família, Natureza, Escola e todas as maravilhas do Mundo…
     A pequena árvore depressa cresceu e depressa abriu os seus olhos e …. depressa apurou os seus sentidos. Sentia a primavera a acenar e o verão com pressa para dar as boas vindas! Sentia o sol a espreitar sorrateiramente; observava o céu pintado de um azul suave, numa só tonalidade; olhava, cheirava as flores e lembrava-se do perfume da mãe, mil e uma flores… Qual delas a mais cheirosa e charmosa? Ouvia e sentia a brisa do mar a segredar aos pássaros, às crianças, quase que, como um “apelo” a uma bela sesta na praia.
    Ao seu colo acolhia meninos alegres, divertidos e muito unidos, que brincavam e imaginavam o mundo colorido, nas suas folhas de papel, construíam figuras humanas e animais com as suas preciosas folhas… verdadeiras obras de arte que, delicadamente, pedia para  pendurar nos seus ramos, com muito orgulho e amor.
     Chegado o outono e mais tarde o Natal, com a chegada do inverno, vestiu-se de outras cores, para o mau tempo se sentir confortável e acolhedor. Sentia-se despida e com frio… era a nova estação do ano a dar as suas graças.
    - Dou graças ao outono e ao inverno por beber tanta água, que me fará crescer saudável, ter belos ramos e boa sombra. Mau tempo?! Será?! Não sei se será!!! É tão bom ouvir o vento frio falar da neve. Pena a neve não chegar ao meu rio. Fico à espera que uma criança, um dia, me faça uma surpresa e se lembre de me trazer uma bola de neve ou se lembre de me vestir de branco…
    - Vou contar-vos um segredo… Sabem que uma árvore sonha? Pois é…
     - Sonho em ser um hotel para pássaros:
     “aluga-se sem preço um ninho
      com assoalhadas quentinhas
      para depenados e janela
      com vista para o rio.”
     Sonho em ser um navio, um avião, para partir à descoberta, com as minhas amigas e família.
     Sonho em ser um carro de bombeiros e com baldes de água apagar os incêndios… baldes de água? Incêndio? Sim! Um balde de água para cada amiga, apagávamos o fogo de uma vez só! Seria tão fácil… mais fácil seria não existir incêndios, que eu tenho tanto medo!
     A pequena árvore ainda tem muito para viver, muitas primaveras, muitos verões, muitos outonos, muitos invernos… dias e noites sem fim.
      - Sou apenas uma árvore na margem do rio. Descobri que com os meus olhos se vai longe. Desde que estejam abertos, bem abertos para o mundo…  descobri que temos amor nos nossos olhos, que se pode observar, sentir, ouvir, escutar e cheirar à distância… descobri que um abraço todos os dias consola a alma, em dias menos alegres.
       Para a pequena árvore, uma das bases do sonho é sermos providos de amor, vida, pela natureza e pela sociedade … mas não se esqueceu que todas têm imaginação, criatividade, para assim sonhar, sonhar, sonhar e concretizar os sonhos.
     - Lembram-se do que a minha mãe dizia, lá no fundo da terra? A minha Hora estava a chegar! Agora sim percebo a mamã. A Hora de dar Vida à terra para os seres humanos viverem felizes e em harmonia entre si e com a natureza….
    Agora os seus ramos fazem cócegas às nuvens e traçam desenhos no céu, do imaginário de cada ser humano….
Joana Domingues,  5.º A