Estes cartazes foram elaborados pelos alunos do 6º C, nas aulas de Português. Os nossos publicitários estão todos de parabéns!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Ainda a tempo de as ver...aqui
Ainda se encontram em exposição, na biblioteca, as estrelas criadas pelos alunos do sétimo ano, na disciplina de Educação Visual. Vem admirar "um céu maior que este mundo".
Permita que eu volte o meu rosto para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo.
Cecília Meireles
e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo.
Ligia Boldori veio à escola
No dia 15 de janeiro, a autora do livro O TRIATLO DO LUCCA E OS SEUS AMIGOS, veio contar esta história aos meninos do 1º ciclo.
O livro está escrito em duas línguas (português e inglês) e aborda temas didáticos, ensinando sem perder o encanto da imaginação e a magia das histórias “era uma vez”.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Liberdade
Ai que prazer
Não cumprir
um dever,
Ter um livro
para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é
nada.
Sol doira
Sem
literatura
O rio corre,
bem ou mal,
Sem edição
original.
E a brisa,
essa,
De tão
naturalmente matinal,
Como o tempo
não tem pressa...
Livros são
papéis pintados com tinta.
Estudar é uma
coisa em que está indistinta
A distinção
entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é
melhor, quanto há bruma,
Esperar por
D.Sebastião,
Quer venha ou
não!
Grande é a
poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor
do mundo são as crianças,
Flores,
música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em
vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus
Cristo,
Que não sabia
nada de finanças
Nem consta
que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
Uma das livrarias mais emblemáticas do país (e do
mundo) celebrou este domingo, 13, o seu 113.º aniversário. Que bom seria entrar e
sentir o silêncio dos livros, num doce apelo à leitura!
Parabéns, Livraria Lello!
Parabéns, Livraria Lello!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
do orgulho que temos...
Um dos que por cá passou... A escola vai com ele, vai com todos...
Antonin Artaud, de Mariano Alejandro
O poema começa com o Sr. Prufrock
A aparar os pelos do nariz
Com aquela tesourinha pequena
Então vem, diz ele
Till human voices wake us
E corta imediatamente para um
Plano lato do celeiro em Paumanok
Ao amanhecer
O homem-pardo é o homem-montanha
Disso não há dúvida
Acordei hoje e soube logo
Que a inclinação da janela
Para os lados da sombra
Com os lençóis suados e tudo
Era a melhor maneira de ler
Whitman
Mesmo com colheitas fracas
E com anos de seca
A vida permanece líquida
Num jeito que diz
De dentes cerrados
«O riacho voltou a correr»
E a minha reacção é sempre
A mesma
Pões a quinta e roças-me
Gentilmente com as costas da mão
Gordinha a perna
O joelho estremece
E as aves de passagem
Nem sei o que dizer
Mariano Alejandro Tomasovic Ribeiro nasceu em Buenos Aires, em 1993.
Aos dez anos a sua família deixou a Argentina e estabeleceu-se em Portugal (Tavira). Estudou em várias Universidades, passando pelos cursos de História da Arte, Medicina e Psicologia, tendo uma licenciatura neste último e uma pós-graduação em Teoria da Literatura.
Colaborou com ficção e poesia nas revistas “Os Fazedores de Letras” (FLUL), “Modo de Usar & Co.”, “Flanzine” e “Enfermaria 6”, e escreve na secção de Literatura do Jornal i.
Antes da Iluminação é o seu primeiro livro de poemas, editado em 2016.
Em 2017, lançou, no Brasil, o livro Cabeça de Cavalo e, em Portugal, Carta em Fuga Para Cravo e Drá.
O poema começa com o Sr. Prufrock
A aparar os pelos do nariz
Com aquela tesourinha pequena
Então vem, diz ele
Till human voices wake us
E corta imediatamente para um
Plano lato do celeiro em Paumanok
Ao amanhecer
O homem-pardo é o homem-montanha
Disso não há dúvida
Acordei hoje e soube logo
Que a inclinação da janela
Para os lados da sombra
Com os lençóis suados e tudo
Era a melhor maneira de ler
Whitman
Mesmo com colheitas fracas
E com anos de seca
A vida permanece líquida
Num jeito que diz
De dentes cerrados
«O riacho voltou a correr»
E a minha reacção é sempre
A mesma
Pões a quinta e roças-me
Gentilmente com as costas da mão
Gordinha a perna
O joelho estremece
E as aves de passagem
Nem sei o que dizer
Aqui as manhãs sem neblina
Continuam a ser a melhor altura
Para ler Antonin Artaud
No jornal antigo engatafunhado
Por dísticos orientais
Dos tempos em que aprendia línguas
Na internet
A caneta rebentou no papel
Do jornal dizia 逸れる
I’ve been lost and found
I’ve been lost and found
A montanha continua a ser
O melhor que aconteceu ao
Meu diário
Depois disso, não sobrou ninguém
Mas é assim que funciona
O ar cá em cima, é sempre assim
Já o sabíamos
O Sr. Prufrock pousa
A tesourinha
Olha-se ao espelho
Fim do poema
Continuam a ser a melhor altura
Para ler Antonin Artaud
No jornal antigo engatafunhado
Por dísticos orientais
Dos tempos em que aprendia línguas
Na internet
A caneta rebentou no papel
Do jornal dizia 逸れる
I’ve been lost and found
I’ve been lost and found
A montanha continua a ser
O melhor que aconteceu ao
Meu diário
Depois disso, não sobrou ninguém
Mas é assim que funciona
O ar cá em cima, é sempre assim
Já o sabíamos
O Sr. Prufrock pousa
A tesourinha
Olha-se ao espelho
Fim do poema
PASSAPORTE DA LEITURA
O Passaporte da Leitura será atribuído ao aluno Artur Duarte, do 5ºD, pelos 22 livros lidos durante o 1º período. Aqui poderá registar o título de todos os livros que leu, assim como dos que irá ler. No passaporte, todas as leituras são carimbadas como certificação do livro lido. No final do ano letivo, será um menino mais viajado, mais rico, mais criativo e um leitor mais crítico.
PARABÉNS, ARTUR!
resultados do Concurso "Mostra que sabes"
No passado dia 11 de dezembro realizou-se mais uma edição do Concurso " Mostra que sabes", desafio lançado a todos os alunos do 5º ano. A Biblioteca da Escola agradece a participação dos 47 alunos que se envolveram nesta atividade.
A pontuação máxima era de 40 pontos, tendo-se destacado o aluno nº20,do 5ºD, Rodrigo Martins, com 39 pontos, seguindo-se com 38 pontos os seguintes alunos:
5ºA- Érica Leandro e Sofia Nascimento
5ºE: Afonso Segundo; João Neto e Luana Vargas
5ºF: Liliana Pereira e Martim Duarte.
A pontuação obtida pelos restantes participantes encontra-se afixada em vários lugares da escola.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
RECEITA DE ANO NOVO
Para você
ganhar belíssimo Ano Novo
cor do
arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem
comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido
talvez ou sem sentido)
para você
ganhar um ano
não apenas
pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas
sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no
coração das coisas menos percebidas
(a começar
pelo seu interior)
novo,
espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele
se come, se passeia,
se ama, se
compreende, se trabalha,
você não
precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa
expedir nem receber mensagens
(planta
recebe mensagens?
passa
telegramas?)
Não precisa
fazer lista
de boas intenções
para
arquivá-las na gaveta.
Não precisa
chorar arrependido
pelas
besteiras consumadas
nem
parvamente acreditar
que por
decreto de esperança
a partir de
janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade,
recompensa,
justiça
entre os homens e as nações,
liberdade
com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos
respeitados, começando
pelo direito
augusto de viver.
Para ganhar
um Ano Novo
que mereça
este nome,
você, meu
caro, tem de merecê-lo,
tem de
fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de
você que o Ano Novo
cochila e
espera desde sempre.
Carlos Drummond de
Andrade
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Ainda os podes ver na tua biblioteca
Ainda estão em exposição na biblioteca os trabalhos efetuados pelos alunos do 7º ano, no âmbito da disciplina de Físico-Química.
O que me dói não é
O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão...
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma.
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão...
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma.
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Tabacaria
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe
quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por
gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos
homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de
nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa,
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver
tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos
certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha
razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que
Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de
uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a
confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que
comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de
estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que
inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem
cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer
nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam
o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.
Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e
perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha
tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como
gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de
coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério
da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o
contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de
estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das
calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da
Tabacaria sorriu.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
As turmas do 9.º ano da nossa escola deslocar-se-ão, nos dias
12, 13 e 14 de dezembro, à Biblioteca Álvaro de Campos, a fim de assistir ao “Tríptico
Pessoano” (teatro de marionetas – dramatização do poema “A Tabacaria” de Álvaro
de Campos), pela “Armação do Artista”.
Haverá uma sessão para o público em geral no sábado, dia 15
de dezembro, à 21h 30m.
domingo, 9 de dezembro de 2018
No âmbito da Semana da Ciência, a decorrer de 10 a 14 de dezembro, e
organizada pela equipa da Biblioteca (constituída pelas professoras Sónia
Gonçalves, Zita Rodrigues e Paula Serrano), realizar-se-ão, na Biblioteca da
escola, exposições de trabalhos e uma Feira de Minerais.
No dia 13 de dezembro, pelas 10h 30m, terá lugar, no Auditório, uma
palestra subordinada ao tema “A minha escola resiste a um sismo”, para as
turmas A e D do 7.º ano; no dia 14, haverá outra palestra, às 11h 15m,
subordinada ao tema “ O que existe numa gota de água”, destinada às turmas B e
D do 8.º ano.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
duas Joaninhas
Joana Mercês
é aluna da Escola D.Manuel I. Ela é uma aluna muito empolgada nos estudos.Tem
apenas 11 anos e já é reconhecida pelo seu trabalho. Vamos saber um pouco mais
como é a sua vida.
Joana
Oliveira- Como conseguiste chegar a um nível tão elevado, no que se refere às notas?
Joana
Mercês- Comecei de pequena e fui subindo de nível; é como se diz «É de
pequenino que se torce o pepino»!
Joana
Oliveira – Porque é que te dá prazer ter boas notas?
Joana
Mercês- Porquê?! Porque à medida vais tendo boas notas começas a entusiasmar-te…
Joana
Oliveira- Como consegues conciliar a escola com o balett?
Joana
Mercês- Há tempo para tudo… além disso, se estudarmos 10 minutos por dia,
conseguimos bons resultados! Nunca deixes de fazer aquilo de que gostas para
estudar!
Joana Oliveira- Dás-te bem com a tua família?
Joana
Mercês- Sim, no geral damo-nos bem, sempre temos algumas discussões, mas
resolvemos tudo!
Joana
Oliveira- A tua família dá-te forças para continuares a ter boas notas?
Joana
Mercês- Sim… às vezes, quando tenho uma branca, pergunto a quem está comigo. É
um bom suporte para o estudo!
Joana
Oliveira- Obrigada por teres respondido às minhas perguntas.
Joana
Mercês- De nada! Eu é que agradeço esta oportunidade de falar sobre mim.
Entrevista
realizada por: Joana Mercês e Joana Oliveira, 6ºA
MOSTRA O QUE SABES
Se
andas no 5º e leste o livro "A Fada Oriana", de Sophia
de Mello Breyner Andresen, participa no concurso "Mostra o que sabes",
que se realizará no dia 11 de dezembro, pelas 10h30m , no auditório da escola.
Para isso, deverás inscrever-te até ao dia 10 de dezembro. Poderás fazê-lo
junto da professora bibliotecária ou da funcionária da biblioteca. FICA O
DESAFIO! MOSTRA O QUE SABES...
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