Mais um dia de atividades referentes à Semana da Leitura com os alunos do 1º A em colaboração com a respetiva professora titular de turma.
Mais um dia de atividades referentes à Semana da Leitura com os alunos do 1º A em colaboração com a respetiva professora titular de turma.
Hoje celebramos o DIA MUNDIAL DA POESIA
A guerra não é poesia, não…
Na guerra as pessoas não têm coração!
Já na poesia,
Há imaginação e alegria.
Na guerra não há qualquer alegria,
Estão a acabar com a Ucrânia,
Na poesia há leitura, rimas e diversão
Que as pessoas leem com animação.
Na guerra as pessoas ficam com raiva,
Acabando por matar pessoas,
Há muitos exércitos que querem vingança,
E vingando-se há muito sangue espalhado.
Se as pessoas têm imaginação
E também a poesia,
Façam dela uma arma
E matem a cobardia.
Daniela e Maria Inês, 5ºD
Integrado na "Semana da Leitura", as turmas do 7°A,7°B e 7°C, nos dias 8 e 9 de março, participaram no projeto MEMORIAL DO CONVENTO_LEITURA COREOGRAFADA/OFICINA PARA CRIANÇAS, realizado pelo grupo Dança em Diálogos.
A obra literária "Memorial do Convento", de José Saramago, surge como parte integrada do programa educativo associada à criação do bailado Memorial do Convento, produzido pela Dança em Diálogos.
Foi desenvolvida a atividade de
escrita criativa pelos alunos do 2º C da EB1 Nº1 de Tavira, fruto do trabalho
colaborativo desenvolvido entre a respetiva professora titular de turma e o
professor bibliotecário.
A caixa misteriosa
Ao final
de um dia muito quente, um rapaz muito alto, com um ar agradável, chegou ao aeroporto de Faro.
O Abel,
que estava já atrasado para o seu voo para a Suécia, tropeçou numa caixa misteriosa, ficou tonto e caiu com a cara no chão, batendo com o
nariz na caixa.
Percebeu
que, da caixa, se ouvia tic-tac, tic-tac. Ficou desesperado porque pensou que era uma bomba e que tudo iria pelos ares.
– Ai, estou com medo! Nem sei
o que devo fazer!?
Ele ligou imediatamente para a polícia
judiciária.
A equipa
da PJ chegou ao local com equipamento para desativar a bomba.
Afinal era só uma caixa perdida com relógios antigos! O Abel ficou muito envergonhado!
Texto inédito 2º C 2021/2022
O MEU OBJETO FAVORITO
Eles são brancos como a luz, como uma
pomba, como uma folha de papel, como uma parede e como um móvel.
Quando os recebi de surpresa, sorri e festejei!
Júlia Chagas, N9, 7ºA
Decorreu no
dia 22 de fevereiro, na Biblioteca Escolar
da EB1 Nº1 de Tavira, uma sessão com o escritor Pedro Seromenho, onde contou
várias histórias da sua autoria e fez uma ilustração das mesmas, a qual foi
oferecida à BE. Por fim, passou-se à sessão de autógrafos dos livros adquiridos
pelos alunos
das turmas A e B do 1º ano.
O MEU OBJETO PREFERIDO
O meu objeto favorito é a cama, ela que está sempre lá para
mim, feita de madeira com mantas confortantes tal como o colchão. Quando vou
para o quarto, lá está ela de mantas abertas para me deitar e cair num sono
profundo. Ela faz- me sentir como se estivesse num avião que me leva para a
terra dos sonhos de onde não sairá tão cedo.
Vicente Velosa, n.º20, 7.ºF
O meu objeto
preferido é a minha bola. É redonda, laranja e preta. É uma bola da Premier
League, onde joga o Cristiano Ronaldo. Não ocupa muito espaço e, de vez em
quando, eu levo-a para jogar no Polidesportivo, com os meus amigos.
Houve um dia que a minha bola ficou
presa numa árvore. Fiquei aflito e tentei tirá-la de lá. Consegui com a ajuda
do meu pai.
Eu ficaria muito aborrecido se
ficasse sem a minha bola, o meu objeto preferido.
Tiago Miguel,7ºF,nº19
O meu
pequeno lápis
Pode parecer um lápis normal, mas é muito especial para mim, pois tenho-o sempre no meu estojo. Com ele, posso escrever e desenhar, expressar-me como eu quiser. O meu lápis pode ser pequeno, mas desenhar com ele é um prazer. Por vezes, fico a desenhar durante horas. O meu lápis representa a minha imaginação e criatividade.
Carlota Suarez,
Nº2, 7ºF
Cristiano Lopes, Nº 4, 7G
O meu objeto favorito é um colar que a minha avó me deu. Tem uma medalha com uma árvore que significa a paz.
Quando vou para algum lugar distante, eu levo-o para me dar sorte.
Quando estou
triste, eu pego no colar, coloco-o no pescoço e acalma-me. O meu maior medo é
perdê-lo. Para mim, é um símbolo e transmite paz. É que foi oferecido por uma
pessoa muito importante para mim.
Joana Sares,
n.º8, 7.ºG
O meu incensário
O meu incensário é de cor castanha com vários pentagramas e o seu formato é retangular. Eu imagino-o como uma pessoa escura sem reações corporais. Nele consigo expressar os meus sentimentos sem ser julgado, É com ele que “ligo” os meus cristais, para ter uma conexão portátil com ele.
Adoro o meu incensário pois sinto-me seguro e confiante com ele.
Lucas Anica, nº10, 7ºF.
O
MEU OBJETO PREFERIDO
(descrição subjetiva)
O meu objeto preferido é hexagonal, tem uma carga de tinta azul e uma tampa também azul. Ele é o meio de transporte que uso na minha imaginação. Faço linhas e formas que, depois de descodificadas pelo meu cérebro, são lidas. Às vezes, quando me entusiasmo demais, faz-me doer a mão. Este objeto representa quase um amigo para mim, um companheiro que está ao meu lado em tudo o que faço.
O que é?
(R.: A minha caneta)
André Reis,n.º3, 7.ºD
Os meus patins são o suporte que me
leva até onde quero. Eles permitem deslocar-me, saltar e fazer tantas
acrobacias que parece que tenho asas nos pés. Com eles faço aquilo que me faz
feliz, vulgo, dançar sobre rodas.
Lia Palma, n.º15, 7.ºD
O meu objeto favorito são os meus patins. Eles têm quatro rodas em linha. Estas são amareladas, pois estão a ficar gastas devido ao uso que lhes dou. Têm atacadores verdes com duas linhas pretas e duas presilhas pretas. A estrutura é branca em cima e preta em baixo e o patim direito tem um travão atrás. Com eles gosto de patinar horas e horas a ouvir música. As únicas dores que me provocam acontecem quando caio.
Maria Inês Martins Teixeira, nº17, 7ºD
Os meus livros são as cordas que me ligam aos meus sentimentos e à minha criatividade. Eu gosto muito dos meus livros, porque, desde pequena, fui sempre incentivada a ler. Este objeto dá-me o prazer de expressar os meus sentimentos e criar novos textos. Às vezes dão-me dores de cabeça, porque alguns livros que leio não são interessantes.
Miriam Pereira, n.º15, 7.ºG
O meu objeto favorito é uma medalhinha em forma de bailarina que os meus tios me deram. Eles já não vinham a Portugal há algum tempo e, quando vieram, ofereceram- me essa lembrança.
Eu adoro dançar, não perco uma oportunidade para o fazer e eles disseram que era como se fosse eu, mas em forma de medalha. Considero-a como um prémio, uma conquista e vindo deles é muito importante.
Renata Viegas, n.º17, 7.ºG
O meu objeto preferido é a minha almofada, pois é cheia de
tranquilidade e conforto todas as noites. É muito importante para mim uma boa
noite de sono e a minha almofada garante isso.
A minha almofada é grande e muito confortável e junta-se a um
travesseiro de cor branca. Representa a paz e a tranquilidade.
Inês Cruz, n.º9, 7.ºD
A minha guitarra é bege, castanha e
preta, tem seis cordas. Com ela posso tocar música, criar e inventar. As únicas
dores de cabeça que me dá são quando as cordas se partem
ou ela fica desafinada. A minha guitarra, para mim, representa serenidade,
divertimento e momentos felizes.
Diogo Trindade Vieira, N.º5, 7ºD
A
minha Playstation é divertida e não ocupa muito espaço, porque é pequena.
Eu gosto de jogar
nela, porque me consigo divertir.
Não
gosto quando há uma atualização, mas gosto quando elas acabam e finalmente
posso voltar a jogar e me divertir.
A Playstation é o que me liga a alguns amigos que não vejo nem falo todos os dias na escola.
David Viegas, 7.ºG
PARA OS ALUNOS DO 9º ANO
Através da iniciativa «Isto também é comigo!» os alunos do 9.º ao 12.º ano podem, até dia 28 de janeiro, assinalar a Semana da Literacia para as Notícias, escrevendo um texto de opinião sobre um artigo do jornal PÚBLICO. Os textos de opinião, a submeter através de formulário próprio, deverão ter, como limite máximo, apenas 300 palavras e terão de partir de um artigo publicado durante este mês.
Sugere-se que as bibliotecas escolares promovam de forma recorrente esta iniciativa junto dos alunos, contribuindo deste modo para reforçar a ideia de que o jornalismo isento, atento e plural é condição para a liberdade e a democracia, sendo inadiável formar públicos conscientes e consolidar hábitos de consumo de media de qualidade.
A Semana Nacional da Literacia para as Notícias, que é assinalada, entre 24-28 de janeiro, pelo News Literacy Project e pelo grupo de media local The E.W. Scripps Company, tem como objetivo dotar as pessoas de conhecimento, ferramentas e competências que lhes permitam ser mais letradas no mundo das notícias. A iniciativa visa também inspirar os leitores de notícias, professores e alunos, a terem hábitos de consumo de notícias e fortalecer a confiança nas notícias dos media, reforçando o papel do jornalismo credível.
AS PEDRAS
As pedras falam? pois falam
mas não à nossa maneira,
que todas as coisas sabem
uma história que não calam.
Debaixo dos nossos pés
ou dentro da nossa mão
o que pensarão de nós?
O que de nós pensarão?
As pedras cantam nos lagos
choram no meio da rua
tremem de frio e de medo
quando a noite é fria e escura.
Riem nos muros ao sol,
no fundo do mar se esquecem.
Umas partem como aves
e nem mais tarde regressam.
Brilham quando a chuva cai.
Vestem-se de musgo verde
em casa velha ou em fonte
que saiba matar a sede.
Foi de duas pedras duras
que a faísca rebentou:
uma germinou em flor
e a outra nos céus voou.
As pedras falam? pois falam.
Só as entende quem quer,
que todas as coisas têm
um coisa para dizer.
Maria Alberta Menéres
A enorme reputação de Maria Alberta
Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua
produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir.
Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo,
Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A
Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda
textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este
exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de
E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: «O melhor é ler e reler,
quantas vezes for necessário...»
Este livro pode ser lido por ti... basta passar pela biblioteca e requisitá-lo.
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que «ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença».
JÁ O PODES REQUISITAR NA TUA BIBLIOTECA!
As quatro histórias que compõem este livro têm como cenário uma fazenda no Brasil e estão ligadas entre si. Os protagonistas são seres vivos inocentes que são afetados pela irresponsabilidade e pela insensibilidade do Homem.
São eles: um pássaro azul, um peixe vermelho, um cavalo louro e uma mangueira frondosa, cheia de sonhos. O tempo passa e as mudanças fazem-se sentir no espaço e na vida de todos os seus habitantes.
«Coração de Vidro é de 1964. Ainda era uma época em que não se falava tanto assim na destruição do equilíbrio ecológico do Planeta. Mesmo assim, como se previsse o que viria, o livro transforma a relação do ser humano com a natureza — e a preservação do meio ambiente — em histórias simples, mas tocantes, de amor e perda. Tantos anos depois, estas fábulas estão aqui para nos fazer pensar que deixar para trás essa magia tem que ver com os riscos à sobrevivência da Terra.»
Gostas de ler? Adoras aventuras e fazer experiências? O Clube dos Cientistas é a coleção perfeita para ti!
Catarina, o Chico e o Carlos são três irmãos curiosos, fascinados pela ciência e sempre em busca de mistérios. Vais divertir-te a ler as suas histórias empolgantes e cheias de ação! Se fores como eles, não vais resistir a ler o Caderno de Experiências até ao fim e pôr mãos à obra.
A Catarina e os gémeos planearam uma viagem de comboio até Madrid com os pais e os primos, para festejar o aniversário do pai. Entusiasmados com este passeio, instalam-se no comboio. Aos poucos, outros passageiros vão chegando, mas há algo em cada um deles que parece suspeito. A tensão paira no ar, quase a fazer lembrar um famoso livro de Agatha Christie. Quando algo grave e inesperado acontece, os jovens mantêm-se unidos e alerta. Mas será isso suficiente para atenuar o clima de medo e resolver mais este mistério?
Junta-te ao Clube dos Cientistas e vem desvendar o Crime no Expresso do Ocidente!
Janeiro é um mês, quase inteiro,
de frio, chuva, nevoeiro.