Na sequência da leitura do livro O Voo do Golfinho, de Ondjaki, realizada na Biblioteca Escolar, os alunos da turma TV2B da EB1 Nº1 fizeram este trabalho coletivo na sala de aula.
sexta-feira, 25 de março de 2022
SEMANA DA LEITURA
Mais um dia de atividades referentes à Semana da Leitura com os alunos do 1º A em colaboração com a respetiva professora titular de turma.
segunda-feira, 21 de março de 2022
A GUERRA NÃO É POESIA
Hoje celebramos o DIA MUNDIAL DA POESIA
A guerra não é poesia, não…
Na guerra as pessoas não têm coração!
Já na poesia,
Há imaginação e alegria.
Na guerra não há qualquer alegria,
Estão a acabar com a Ucrânia,
Na poesia há leitura, rimas e diversão
Que as pessoas leem com animação.
Na guerra as pessoas ficam com raiva,
Acabando por matar pessoas,
Há muitos exércitos que querem vingança,
E vingando-se há muito sangue espalhado.
Se as pessoas têm imaginação
E também a poesia,
Façam dela uma arma
E matem a cobardia.
Daniela e Maria Inês, 5ºD
quinta-feira, 17 de março de 2022
SEMANA DA LEITURA
No âmbito da SEMANA DA LEITURA, alguns alunos do 7ºA visitaram algumas turmas da escola para lerem poemas por si escolhidos. A Biblioteca agradece a colaboração dos alunos envolvidos.
quinta-feira, 10 de março de 2022
DANÇA EM DIÁLOGOS
Integrado na "Semana da Leitura", as turmas do 7°A,7°B e 7°C, nos dias 8 e 9 de março, participaram no projeto MEMORIAL DO CONVENTO_LEITURA COREOGRAFADA/OFICINA PARA CRIANÇAS, realizado pelo grupo Dança em Diálogos.
A obra literária "Memorial do Convento", de José Saramago, surge como parte integrada do programa educativo associada à criação do bailado Memorial do Convento, produzido pela Dança em Diálogos.
A CAIXA MISTERIOSA
Foi desenvolvida a atividade de
escrita criativa pelos alunos do 2º C da EB1 Nº1 de Tavira, fruto do trabalho
colaborativo desenvolvido entre a respetiva professora titular de turma e o
professor bibliotecário.
A caixa misteriosa
Ao final
de um dia muito quente, um rapaz muito alto, com um ar agradável, chegou ao aeroporto de Faro.
O Abel,
que estava já atrasado para o seu voo para a Suécia, tropeçou numa caixa misteriosa, ficou tonto e caiu com a cara no chão, batendo com o
nariz na caixa.
Percebeu
que, da caixa, se ouvia tic-tac, tic-tac. Ficou desesperado porque pensou que era uma bomba e que tudo iria pelos ares.
– Ai, estou com medo! Nem sei
o que devo fazer!?
Ele ligou imediatamente para a polícia
judiciária.
A equipa
da PJ chegou ao local com equipamento para desativar a bomba.
Afinal era só uma caixa perdida com relógios antigos! O Abel ficou muito envergonhado!
Texto inédito 2º C 2021/2022
quinta-feira, 3 de março de 2022
O MEU OBJETO FAVORITO
Eles são brancos como a luz, como uma
pomba, como uma folha de papel, como uma parede e como um móvel.
Quando os recebi de surpresa, sorri e festejei!
Júlia Chagas, N9, 7ºA
domingo, 27 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
Decorreu no
dia 22 de fevereiro, na Biblioteca Escolar
da EB1 Nº1 de Tavira, uma sessão com o escritor Pedro Seromenho, onde contou
várias histórias da sua autoria e fez uma ilustração das mesmas, a qual foi
oferecida à BE. Por fim, passou-se à sessão de autógrafos dos livros adquiridos
pelos alunos
das turmas A e B do 1º ano.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022
O MEU OBJETO PREFERIDO
O meu objeto favorito é a cama, ela que está sempre lá para
mim, feita de madeira com mantas confortantes tal como o colchão. Quando vou
para o quarto, lá está ela de mantas abertas para me deitar e cair num sono
profundo. Ela faz- me sentir como se estivesse num avião que me leva para a
terra dos sonhos de onde não sairá tão cedo.
Vicente Velosa, n.º20, 7.ºF
O meu objeto
preferido é a minha bola. É redonda, laranja e preta. É uma bola da Premier
League, onde joga o Cristiano Ronaldo. Não ocupa muito espaço e, de vez em
quando, eu levo-a para jogar no Polidesportivo, com os meus amigos.
Houve um dia que a minha bola ficou
presa numa árvore. Fiquei aflito e tentei tirá-la de lá. Consegui com a ajuda
do meu pai.
Eu ficaria muito aborrecido se
ficasse sem a minha bola, o meu objeto preferido.
Tiago Miguel,7ºF,nº19
O meu
pequeno lápis
Pode parecer um lápis normal, mas é muito especial para mim, pois tenho-o sempre no meu estojo. Com ele, posso escrever e desenhar, expressar-me como eu quiser. O meu lápis pode ser pequeno, mas desenhar com ele é um prazer. Por vezes, fico a desenhar durante horas. O meu lápis representa a minha imaginação e criatividade.
Carlota Suarez,
Nº2, 7ºF
O meu lápis é amarelo como a luz do dia e
preto como a noite com um campo verde lá em cima. Com ele posso criar o universo
ou tudo o que eu imaginar.
Quando estou sozinho, eu olho para o meu
lápis e digo “vou desenhar”. Ele pode ser pequeno, mas, para mim, é uma grande
coisa. Quando toco um dedinho nele, ele ,automaticamente, ativa a minha
imaginação.
Cristiano Lopes, Nº 4, 7G
O meu objeto favorito é um colar que a minha avó me deu. Tem uma medalha com uma árvore que significa a paz.
Quando vou para algum lugar distante, eu levo-o para me dar sorte.
Quando estou
triste, eu pego no colar, coloco-o no pescoço e acalma-me. O meu maior medo é
perdê-lo. Para mim, é um símbolo e transmite paz. É que foi oferecido por uma
pessoa muito importante para mim.
Joana Sares,
n.º8, 7.ºG
O meu incensário
O meu incensário é de cor castanha com vários pentagramas e o seu formato é retangular. Eu imagino-o como uma pessoa escura sem reações corporais. Nele consigo expressar os meus sentimentos sem ser julgado, É com ele que “ligo” os meus cristais, para ter uma conexão portátil com ele.
Adoro o meu incensário pois sinto-me seguro e confiante com ele.
Lucas Anica, nº10, 7ºF.
sábado, 12 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
O
MEU OBJETO PREFERIDO
(descrição subjetiva)
O meu objeto preferido é hexagonal, tem uma carga de tinta azul e uma tampa também azul. Ele é o meio de transporte que uso na minha imaginação. Faço linhas e formas que, depois de descodificadas pelo meu cérebro, são lidas. Às vezes, quando me entusiasmo demais, faz-me doer a mão. Este objeto representa quase um amigo para mim, um companheiro que está ao meu lado em tudo o que faço.
O que é?
(R.: A minha caneta)
André Reis,n.º3, 7.ºD
Os meus patins são o suporte que me
leva até onde quero. Eles permitem deslocar-me, saltar e fazer tantas
acrobacias que parece que tenho asas nos pés. Com eles faço aquilo que me faz
feliz, vulgo, dançar sobre rodas.
Lia Palma, n.º15, 7.ºD
O meu objeto favorito são os meus patins. Eles têm quatro rodas em linha. Estas são amareladas, pois estão a ficar gastas devido ao uso que lhes dou. Têm atacadores verdes com duas linhas pretas e duas presilhas pretas. A estrutura é branca em cima e preta em baixo e o patim direito tem um travão atrás. Com eles gosto de patinar horas e horas a ouvir música. As únicas dores que me provocam acontecem quando caio.
Maria Inês Martins Teixeira, nº17, 7ºD
Os meus livros são as cordas que me ligam aos meus sentimentos e à minha criatividade. Eu gosto muito dos meus livros, porque, desde pequena, fui sempre incentivada a ler. Este objeto dá-me o prazer de expressar os meus sentimentos e criar novos textos. Às vezes dão-me dores de cabeça, porque alguns livros que leio não são interessantes.
Miriam Pereira, n.º15, 7.ºG
O meu objeto favorito é uma medalhinha em forma de bailarina que os meus tios me deram. Eles já não vinham a Portugal há algum tempo e, quando vieram, ofereceram- me essa lembrança.
Eu adoro dançar, não perco uma oportunidade para o fazer e eles disseram que era como se fosse eu, mas em forma de medalha. Considero-a como um prémio, uma conquista e vindo deles é muito importante.
Renata Viegas, n.º17, 7.ºG
O meu objeto preferido é a minha almofada, pois é cheia de
tranquilidade e conforto todas as noites. É muito importante para mim uma boa
noite de sono e a minha almofada garante isso.
A minha almofada é grande e muito confortável e junta-se a um
travesseiro de cor branca. Representa a paz e a tranquilidade.
Inês Cruz, n.º9, 7.ºD
A minha guitarra é bege, castanha e
preta, tem seis cordas. Com ela posso tocar música, criar e inventar. As únicas
dores de cabeça que me dá são quando as cordas se partem
ou ela fica desafinada. A minha guitarra, para mim, representa serenidade,
divertimento e momentos felizes.
Diogo Trindade Vieira, N.º5, 7ºD
A
minha Playstation é divertida e não ocupa muito espaço, porque é pequena.
Eu gosto de jogar
nela, porque me consigo divertir.
Não
gosto quando há uma atualização, mas gosto quando elas acabam e finalmente
posso voltar a jogar e me divertir.
A Playstation é o que me liga a alguns amigos que não vejo nem falo todos os dias na escola.
David Viegas, 7.ºG
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
Semana da literacia para as notícias: Isto também é comigo!
PARA OS ALUNOS DO 9º ANO
Através da iniciativa «Isto também é comigo!» os alunos do 9.º ao 12.º ano podem, até dia 28 de janeiro, assinalar a Semana da Literacia para as Notícias, escrevendo um texto de opinião sobre um artigo do jornal PÚBLICO. Os textos de opinião, a submeter através de formulário próprio, deverão ter, como limite máximo, apenas 300 palavras e terão de partir de um artigo publicado durante este mês.
Sugere-se que as bibliotecas escolares promovam de forma recorrente esta iniciativa junto dos alunos, contribuindo deste modo para reforçar a ideia de que o jornalismo isento, atento e plural é condição para a liberdade e a democracia, sendo inadiável formar públicos conscientes e consolidar hábitos de consumo de media de qualidade.
A Semana Nacional da Literacia para as Notícias, que é assinalada, entre 24-28 de janeiro, pelo News Literacy Project e pelo grupo de media local The E.W. Scripps Company, tem como objetivo dotar as pessoas de conhecimento, ferramentas e competências que lhes permitam ser mais letradas no mundo das notícias. A iniciativa visa também inspirar os leitores de notícias, professores e alunos, a terem hábitos de consumo de notícias e fortalecer a confiança nas notícias dos media, reforçando o papel do jornalismo credível.
AS PEDRAS
As pedras falam? pois falam
mas não à nossa maneira,
que todas as coisas sabem
uma história que não calam.
Debaixo dos nossos pés
ou dentro da nossa mão
o que pensarão de nós?
O que de nós pensarão?
As pedras cantam nos lagos
choram no meio da rua
tremem de frio e de medo
quando a noite é fria e escura.
Riem nos muros ao sol,
no fundo do mar se esquecem.
Umas partem como aves
e nem mais tarde regressam.
Brilham quando a chuva cai.
Vestem-se de musgo verde
em casa velha ou em fonte
que saiba matar a sede.
Foi de duas pedras duras
que a faísca rebentou:
uma germinou em flor
e a outra nos céus voou.
As pedras falam? pois falam.
Só as entende quem quer,
que todas as coisas têm
um coisa para dizer.
Maria Alberta Menéres
Para quem gosta de poesia...
A enorme reputação de Maria Alberta
Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua
produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir.
Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo,
Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A
Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda
textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este
exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de
E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: «O melhor é ler e reler,
quantas vezes for necessário...»
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
A NOSSA CASA ESTÁ A ARDER, de Greta Thunberg
Este livro pode ser lido por ti... basta passar pela biblioteca e requisitá-lo.
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que «ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença».
A greve à escola pelo clima levada a cabo por uma estudante adolescente em frente do Parlamento sueco tornou-se uma mensagem global que inspirou centenas de milhares de jovens de todo o mundo a seguir o seu exemplo no âmbito dos #fridaysforfuture.
Greta iniciou uma revolução que parece destinada a não parar, uma batalha travada em prol de um futuro sonegado às novas gerações ao ritmo vertiginoso de 100 milhões de barris de petróleo consumidos diariamente.
A Nossa Casa Está a Arder é a história de Greta, dos seus pais e de Beata, sua irmã, que, como ela, sofre de perturbações do espetro autista. É o relato de como uma família sueca decidiu confrontar -se com uma crise iminente que afeta o nosso planeta.
É uma tomada de consciência de que é urgente agir agora, quando nove milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição. É um grito de socorro de uma rapariga que convenceu a própria família a mudar de vida e que agora procura convencer o mundo inteiro a fazer o mesmo.
"Coração de vidro", de José Mauro de Vasconcelos
JÁ O PODES REQUISITAR NA TUA BIBLIOTECA!
As quatro histórias que compõem este livro têm como cenário uma fazenda no Brasil e estão ligadas entre si. Os protagonistas são seres vivos inocentes que são afetados pela irresponsabilidade e pela insensibilidade do Homem.
São eles: um pássaro azul, um peixe vermelho, um cavalo louro e uma mangueira frondosa, cheia de sonhos. O tempo passa e as mudanças fazem-se sentir no espaço e na vida de todos os seus habitantes.
«Coração de Vidro é de 1964. Ainda era uma época em que não se falava tanto assim na destruição do equilíbrio ecológico do Planeta. Mesmo assim, como se previsse o que viria, o livro transforma a relação do ser humano com a natureza — e a preservação do meio ambiente — em histórias simples, mas tocantes, de amor e perda. Tantos anos depois, estas fábulas estão aqui para nos fazer pensar que deixar para trás essa magia tem que ver com os riscos à sobrevivência da Terra.»
O CLUBE DOS CIENTISTAS
Gostas de ler? Adoras aventuras e fazer experiências? O Clube dos Cientistas é a coleção perfeita para ti!
Catarina, o Chico e o Carlos são três irmãos curiosos, fascinados pela ciência e sempre em busca de mistérios. Vais divertir-te a ler as suas histórias empolgantes e cheias de ação! Se fores como eles, não vais resistir a ler o Caderno de Experiências até ao fim e pôr mãos à obra.
A Catarina e os gémeos planearam uma viagem de comboio até Madrid com os pais e os primos, para festejar o aniversário do pai. Entusiasmados com este passeio, instalam-se no comboio. Aos poucos, outros passageiros vão chegando, mas há algo em cada um deles que parece suspeito. A tensão paira no ar, quase a fazer lembrar um famoso livro de Agatha Christie. Quando algo grave e inesperado acontece, os jovens mantêm-se unidos e alerta. Mas será isso suficiente para atenuar o clima de medo e resolver mais este mistério?
Junta-te ao Clube dos Cientistas e vem desvendar o Crime no Expresso do Ocidente!

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