segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Visita ao Lar Major Castro e Sousa

 

Os alunos da turma TV 2C da EB Nº.1 dramatizaram a história "O Chapéu Maravilhoso de Mila" , de Satoshi Kitamura, o Professor Bibliotecário leu alguns poemas de Natal, a que se seguiu a distribuição, aos idosos, dos postais efetuados pelos alunos na BE da EB N.º 1.





Preparação da visita ao Lar Major Castro e Sousa

 

O Professor  Bibliotecário, relativamente ao Projeto da RBE  "Ler para (Entre)Ter" dinamizou, com o apoio das professoras Aida Jesus e Beatriz Silvestre, a preparação da visita à residência sénior em epígrafe, com os alunos da turma TV-2C da EB N.º 1, que construíram bonitos postais de Boas Festas que alegraram os idosos nesta quadra natalícia com lindas mensagens de paz e esperança.




quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Já existe um cheirinho a Natal na Biblioteca

Jornais Diários

A leitura de jornais continua a ser uma ferramenta essencial para desenvolver o espírito crítico e a compreensão do mundo que nos rodeia. Este ano letivo, o Diretor fez questão de os adquirir. Temos observado um interesse crescente por parte dos alunos em explorar notícias e reportagens, neste formato. Este hábito não só enriquece o vocabulário e a capacidade de interpretação, como também estimula a curiosidade e o envolvimento cívico. Na nossa escola, incentivamos esta prática como forma de promover leitores mais informados, autónomos e atentos às realidades sociais, culturais e científicas que moldam o nosso quotidiano.

Mais um puzzle acabado!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Movimento da Biblioteca do mês de novembro

CABIDE

Alunos do CEF a colocaram um cabide na biblioteca, finalmente, tanto fazia falta: UFF! Obrigada alunos e professor.

Livro de registos

Uma verdadeira RELíQUIA!!!

Puzzle

Jornais diários, desportistas e revista na Biblioteca!

A expressão dançada da lírica de Camões

Este espetáculo, envolvendo alunos dos 1.º e 3.º ciclos do nosso Agrupamento, realizou-se  no sábado, dia 6 de dezembro, na Ermida de S. Sebastião, em Tavira (em frente à Biblioteca Municipal Álvaro de Campos).



Congresso Internacional "Ensinar Camões no século XXI"

Decorreu na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, entre os dias 27 e 29 de novembro, o Congresso  Internacional "Ensinar Camões no século XXI, que contou com um conjunto de comunicações de alto nível, donde se destacam os Professores Doutores José Bernardes e Frederico Lourenço, assim como da Dr.ª Manuela Pargana Silva, Coordenadora Nacional da Rede de Bibliotecas Escolares. Houve um Jantar Camoniano-Banquete de Trovas, onde a representação de Tavira esteve bastante animada, tendo-se juntado a CIBE, Prof. Ana Farrajota.





quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Dia Inclusivo na Biblioteca Escolar: Exposição e Histórias para Todos

No passado dia 3 de dezembro, a nossa biblioteca escolar transformou-se num espaço mágico de inclusão e aprendizagem. Para assinalar uma data tão especial, organizámos uma exposição pensada para celebrar a diversidade e acolher os nossos alunos com necessidades especificas. Os sorrisos e o silêncio atento dos "meninos especiais" foram a maior recompensa! 🌍 Por Que Este Dia? A data (3 de dezembro) coincide com o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, e a iniciativa reforçou o nosso compromisso: "Uma escola para todos constrói-se com espaços onde cada um se sente protagonista." Agradecemos aos professores de Educação Especial, à equipa da biblioteca. Fica a promessa: mais aventuras inclusivas virão! 📸 P.S.: Em breve partilharemos fotos do evento na página da escola!

Entrega de prémio e certificado

A poção mágica da Lia Pires foi a vencedora! Parabéns

domingo, 30 de novembro de 2025

Como Apanhar uma Estrela

História contada às salas do pré escolar:amarela e laranja.


Projeto da Associação Artificial com as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas D. Manuel I e a Biblioteca Municipal de Tavira


 

Revista CA


Ler uma revista na Biblioteca Escolar é descobrir, em poucos minutos, um mundo novo que cabe nas mãos.

 



 Na penumbra delicada da Biblioteca Escolar, há um encanto que só desperta verdadeiramente quando os leitores atravessam o seu limiar. As estantes, erguidas como guardiões de memórias longínquas, parecem inclinar-se num leve cumprimento quando dedos curiosos percorrem as suas lombadas. É então que os livros, tão pacientes na sua quietude, respiram de novo, como se uma brisa súbita lhes abrisse as janelas da alma.

É um privilégio acolher leitores. Eles trazem consigo a elegância natural de quem procura mundos novos, e o seu simples murmúrio transforma o espaço. O suave virar das páginas soa a seda a deslizar; o silêncio que se instala não é ausência, mas presença, um silêncio vivo, atento, que envolve cada mesa como um véu de veludo.

Quando os leitores chegam, a Biblioteca desperta para a sua vocação mais nobre. Deixa de ser apenas um refúgio de livros e torna-se palco de encontros luminosos: entre o pensamento e a fantasia, entre a pergunta e o deslumbramento, entre o jovem leitor e a herança imensa da imaginação humana. Cada livro aberto é uma porta entreaberta para outros séculos; cada leitor, um viajante que parte com humildade e regressa enriquecido.

Por isso, ter leitores é ter alma. É sentir que a palavra escrita continua a florescer, que o espírito encontra repouso e aventura em igual medida, que a esperança — essa frágil companheira, ganha nova força na mão de quem lê. E, no mais gracioso dos silêncios, a Biblioteca sorri, como quem sabe que cada leitura é uma pequena vitória sobre o esquecimento.


Constituição da República Portuguesa








 

Na Biblioteca escolar, entre risos contidos e olhares atentos, os alunos jogam um jogo singular: um jogo cujo tema é nada menos do que a Constituição da República Portuguesa. À primeira vista, pode parecer improvável juntar o rigor da lei ao espírito leve de um jogo, mas é precisamente nessa combinação que nasce algo especial, uma aprendizagem que se entranha quase sem dar por isso, como quem descobre um tesouro ao brincar na areia.

É com curiosidade genuína que os alunos percorrem artigos, princípios e direitos fundamentais, transformados em desafios, perguntas e pequenas conquistas. Em vez de folhas densas e distantes, a Constituição ergue-se ali, acessível, viva, pronta a ser desvendada. Cada equipa que debate, cada jovem que tenta recordar um direito ou identificar um valor democrático, está, sem o perceber, a moldar o seu próprio entendimento do país que habita.

E num tempo em que o futuro parece exigir mais consciência do que nunca, é reconfortante ver estes gestos tão simples, tão essenciais: jovens que se aproximam da lei que os protege, que descobrem que a cidadania não é apenas uma palavra, mas um exercício diário de compreensão, participação e respeito.

Através do jogo, a Constituição deixa de ser apenas um documento distante e ganha rosto, voz, sentido. Torna-se ponte entre o presente e aquilo que todos desejamos para os dias que virão: cidadãos informados, atentos e capazes de reconhecer a importância dos direitos e deveres que sustentam uma sociedade livre.

E a Biblioteca, testemunha silenciosa deste despertar, acolhe-os com orgulho. Porque ali, entre cartas, risos, regras e descobertas, está a nascer algo maior: a consciência de que conhecer a Constituição é, afinal, conhecer um pouco mais de nós mesmos enquanto comunidade.