
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

Se ganhares, representarás a Escola na fase seguinte, tal como aconteceu no ano passado com a Mariana Afonso, a Mariana Corvo e a Heloísa Pereira. E, quem sabe, se não és tu a representar o Algarve na fase nacional, com jovens de todo o país?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
ESCREVER +

Ora aqui está uma boa iniciativa! A equipa da biblioteca espera que muitos sejam os sonhadores e os destemidos...enfim., que não tenham medo de voar nem de arriscar! Nunca!!
AQUI
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
mundocherub.com
O AUTOR:
Robert Muchamore nasceu em Islington, no Reino Unido, em 1972. Trabalhou durante treze anos como detetive privado. As histórias que então aprendeu e as exigências dos seus sobrinhos por leituras que os cativassem inspiraram-no a criar CHERUB, um conjunto alucinante de aventuras que já conquistou o mundo.
PROCURA ESTES NOVOS LIVROS NA TUA BIBLIOTECA!!
"OLHO POR OLHO"
Para efeitos oficiais, esta missão não existe...Todos os dias morrem milhares de animais em experiências nos laboratórios. Alguns acreditam que essas experiências proporcionam um conhecimento científico essencial, mas também há quem seja capaz de atos violentos para as travar.James e Lauren partem em busca de informação sobre uma equipa de extremistas, tendo como alvo principal os laboratórios. E terão de fazer uma opção...A SEITA
Em “A Seita”, quinto volume da série, James e os seus colegas infiltram-se num culto australiano, Os Sobreviventes, depois de descobrirem indícios de uma potencial ligação ao grupo terrorista Ajudem a Terra. O quartel-general do culto está completamente isolado no deserto australiano e James será obrigado a obedecer às rígidas regras por que o culto é famoso e resistir às técnicas de lavagem cerebral que usa para cativar os seus seguidores. James terá de combater terroristas e ao mesmo tempo lutar para preservar a sua sanidade.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
visita-nos

sexta-feira, 21 de outubro de 2011
concurso nacional de leitura 2011/12

Informa-te AQUI : http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Concursos/upload/ficheiros/cnlregula2012.pdf
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
dia mundial da alimentação - 16 de outubro
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
outubro - mês das bibliotecas escolares
domingo, 9 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
outubro - mês das bibliotecas escolares
terça-feira, 27 de setembro de 2011
contra o tempo (contratempo?)

Ó César
não sou uma mulher moderna
não me ligo à net
gosto de compras ao vivo
cujas listas faço em cadernos de argolas
que depois esqueço
e só me lembro de elixir para aclarar a voz,
tenho tantas embalagens
como Warhol de Tomato Soup
ou de detergente Brillo,
para que ao chegares a casa
te envolva, te abrace e te queira
mas nem só de voz vive o homem,
dizes tu,
e então a minha saúda-te
como a daqueles que vão morrer.
Ana Paula Inácio
revista Telhados de Vidro, nº3
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
ainda o (novo) acordo ortográfico

Recado para os mais renitentes...é preciso mudar para que tudo continue na mesma...
Não é a primeira vez que, em Portugal, se revê o modo como se redige o Português. Ao longo do século XX, houve várias reformas ortográficas. Em 1911, por exemplo, suprimiu-se o uso do "y" e as consoantes duplas como o "ph", o "ll" ou o "th" e, por isso, os nossos antepassados deixaram de escrever "orthographia", "diccionario" e "physica". Depois, em 1945, caiu o trema na variante portuguesa e, em 1973, os advérbios de modo deixaram de ser acentuados.
Se tiveres dúvidas em relação ao novo acordo, no Portal da Língua Portuguesa (www.portaldalínguaportuguesa.org), encontras uma aplicação gratuita que te permitirá converter o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia que está, neste momento, a ser introduzida.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
JOSÉ NIZA - 1938-2011
A música “E Depois do Adeus”, interpretada por Paulo de Carvalho, e que ficou para a história como uma das senhas musicais do Movimento das Forças Armadas na revolução de 25 de Abril de 1974, foi escrita por si.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
POEMA

De tarde, no campo, nenhum pássaro cantou;
e só neste fim de dia um vento traz o assobio
da primavera melancólica: despedidas,
imagens breves, nenhuma inspiração. O sopro nocturno,
porém, anuncia um reflexo de espelho no fundo
do corredor. A voz surge de um dos quartos
em que a ausência se perde. Um baço
murmúrio se aproxima do gemido que evoca
o mar - sem que a onda se decida, quebrando
o som agonizante. Então, abro a porta
e chamo-te; sabendo que só a noite me responderá.
Nuno Júdice, in «Poesia Reunida 1967 -2000»,
o prazer da matemática

... é o título de uma colecção de livros da Gradiva.
«Não há homens mais inteligentes do que aqueles que são capazes de inventar jogos. É aqui que o seu espírito se manifesta mais livremente. Seria desejável que existisse um curso inteiro de jogos tratados matematicamente.» Leibniz, 1715
Alguns livros desta coleção acabaram de chegar à nossa biblioteca. Se gostas de desafios, passa por lá e aventura-te...Os títulos são sugestivos!
"O festival mágico da matemática"
"Ah, apanhei-te!" -( paradoxos de pensar e chorar por mais...)
"Rodas, vida e outras diversões matemáticas"
"Matemática, magia e mistério"
"Jogos, conjuntos e matemática" - (enigmas e mistérios)
"Matemáquinas" -(o ponto de encontro da matemática com a tecnologia)
"Círculos viciosos e o infinito" - (antologia de paradoxos)
"Aventuras matemáticas"
domingo, 11 de setembro de 2011
A viagem começa amanhã...

Que voz é essa
que vem da floresta
e não do meu coração?
Pois os pássaros não cantam apenas
na minha imaginação?
Existem em cor e penas
na realidade desta canção
de mim tão alheia?
Ó pássaro autêntico,
volta a ser ideia.
JOSÉ GOMES FERREIRA
terça-feira, 6 de setembro de 2011
novo ano, novas vidas
NA BIBLIOTECA

O que não pode ser dito
guarda um silêncio
feito de primeiras palavras
diante do poema, que chega sempre
demasiadamente tarde,
quando já a incerteza
e o medo se consomem
em metros alexandrinos.
Na biblioteca, em cada livro,
em cada página sobre si
recolhida, às horas mortas em que
a casa se recolheu também
virada para o lado de dentro,
as palavras dormem talvez,
sílaba a sílaba,
o sono cego que dormiram as coisas
antes da chegada dos deuses.
Aí, onde não alcançam nem o poeta
nem a leitura,
o poema está só.
E, incapaz de suportar sozinho a vida, canta.
MANUEL ANTÓNIO PINA
Cuidados intensivos








