quinta-feira, 10 de março de 2022

A CAIXA MISTERIOSA


Foi desenvolvida a atividade de escrita criativa pelos alunos do 2º C da EB1 Nº1 de Tavira, fruto do trabalho colaborativo desenvolvido entre a respetiva professora titular de turma e o professor bibliotecário.

                                                                                     


    A caixa misteriosa

 

      Ao final de um dia muito quente, um rapaz muito alto, com um ar agradável, chegou ao aeroporto de Faro.

     O Abel, que estava já atrasado para o seu voo para a Suécia, tropeçou numa caixa misteriosa, ficou tonto e caiu com a cara no chão, batendo com o nariz na caixa.

    Percebeu que, da caixa, se ouvia tic-tac, tic-tac. Ficou desesperado porque pensou que era uma bomba e que tudo iria pelos ares. – Ai, estou com medo! Nem sei o que devo fazer!?

Ele ligou imediatamente para a polícia judiciária.

    A equipa da PJ chegou ao local com equipamento para desativar a bomba.

     Afinal era só uma caixa perdida com relógios antigos! O Abel ficou muito envergonhado!

                                      Texto inédito C 2021/2022





quinta-feira, 3 de março de 2022

 

O MEU OBJETO FAVORITO

 O meu objeto favorito são os meus patins, porque eu, quando os calço, na maior parte da minha semana, sinto-me livre com eles, quando salto e quando patino…

Eles são brancos como a luz, como uma pomba, como uma folha de papel, como uma parede e como um móvel.

Quando os recebi de surpresa, sorri e festejei!

Júlia Chagas, N9, 7ºA

 


 

 A professora bibliotecária Isabel Pinheiro deslocou-se à  EB1 de Santa Catarina e leu, na turma do 4.º ano, o livro "A Grande Fábrica das Palavras", de Agnes Lestrade e Valeria do Campo.  Da atividade, resultam os trabalhos que se seguem.





domingo, 27 de fevereiro de 2022

 

Pedro Seromenho e a sua "caneta mágica" na E B nº 1 de Tavira, com os alunos do 1º C e 2º A, no dia 25 de fevereiro.

 


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

 

Decorreu no dia 22 de fevereiro, na Biblioteca Escolar da EB1 Nº1 de Tavira, uma sessão com o escritor Pedro Seromenho, onde contou várias histórias da sua autoria e fez uma ilustração das mesmas, a qual foi oferecida à BE. Por fim, passou-se à sessão de autógrafos dos livros adquiridos pelos alunos das turmas A e B do 1º ano.

 







quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

 O MEU OBJETO PREFERIDO





    O meu objeto favorito é a cama, ela que está sempre lá para mim, feita de madeira com mantas confortantes tal como o colchão. Quando vou para o quarto, lá está ela de mantas abertas para me deitar e cair num sono profundo. Ela faz- me sentir como se estivesse num avião que me leva para a terra dos sonhos de onde não sairá tão cedo.

Vicente Velosa, n.º20, 7.ºF



    O meu objeto preferido é a minha bola. É redonda, laranja e preta. É uma bola da Premier League, onde joga o Cristiano Ronaldo. Não ocupa muito espaço e, de vez em quando, eu levo-a para  jogar no Polidesportivo, com os meus amigos.

      Houve um dia que a minha bola ficou presa numa árvore. Fiquei aflito e tentei tirá-la de lá. Consegui com a ajuda do meu pai.

      Eu ficaria muito aborrecido se ficasse sem a minha bola, o meu objeto preferido.

 Tiago Miguel,7ºF,nº19





O meu pequeno lápis

    Pode parecer um lápis normal, mas é muito especial para mim, pois tenho-o sempre no meu estojo. Com ele, posso escrever e desenhar, expressar-me como eu quiser. O meu lápis pode ser pequeno, mas desenhar com ele é um prazer. Por vezes, fico a desenhar durante horas. O meu lápis representa a  minha imaginação e criatividade.

Carlota Suarez, Nº2, 7ºF



    O meu lápis é amarelo como a luz do dia e preto como a noite com um campo verde lá em cima. Com ele posso criar o universo ou tudo o que eu imaginar.

    Quando estou sozinho, eu olho para o meu lápis e digo “vou desenhar”. Ele pode ser pequeno, mas, para mim, é uma grande coisa. Quando toco um dedinho nele, ele ,automaticamente, ativa a minha imaginação.

 Cristiano Lopes, Nº  4,  7G




    O meu objeto favorito é um colar que a minha avó me deu. Tem uma medalha com uma árvore que significa a paz.

    Quando vou para algum lugar distante, eu levo-o para me dar sorte. 

    Quando estou triste, eu pego no colar, coloco-o no pescoço e acalma-me. O meu maior medo é perdê-lo. Para mim, é um símbolo e transmite paz. É que foi oferecido por uma pessoa muito importante para mim.

Joana Sares, n.º8, 7.ºG



O meu incensário

 

O meu incensário é de cor castanha com vários pentagramas e o seu formato é retangular. Eu imagino-o como uma pessoa escura sem reações corporais. Nele consigo expressar os meus sentimentos sem ser julgado, É com ele que “ligo” os meus cristais, para ter uma conexão portátil com ele.

Adoro o meu incensário pois sinto-me seguro e confiante com ele.

 

Lucas Anica, nº10, 7ºF.



sábado, 12 de fevereiro de 2022

 

Trabalhos realizados pelos alunos da turma 1º TV-1A, da EB1 Nº1 de Tavira, baseados no livro "A Manta" de Isabel Minhós Martins, no âmbito da atividade semanal da Biblioteca Escolar "A Hora do Conto".






quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022


O MEU OBJETO PREFERIDO

 (descrição subjetiva)


O meu objeto preferido é hexagonal, tem uma carga de tinta azul e uma tampa também azul. Ele é o meio de transporte que uso na minha imaginação. Faço linhas e formas que, depois de descodificadas pelo meu cérebro, são lidas. Às vezes, quando me entusiasmo demais, faz-me doer a mão. Este objeto representa quase um amigo para mim, um companheiro que está ao meu lado em tudo o que faço.

O que é?

(R.: A minha caneta)

André Reis,n.º3, 7.ºD







Os meus patins são o suporte que me leva até onde quero. Eles permitem deslocar-me, saltar e fazer tantas acrobacias que parece que tenho asas nos pés. Com eles faço aquilo que me faz feliz, vulgo, dançar sobre rodas.

Lia Palma, n.º15, 7.ºD

 

    O meu objeto favorito são os meus patins. Eles têm quatro rodas em linha. Estas são amareladas, pois estão a ficar gastas devido ao uso que lhes dou. Têm atacadores verdes com duas linhas pretas e duas presilhas pretas. A estrutura é branca em cima e preta em baixo e o patim direito tem um travão atrás. Com eles gosto de patinar horas e horas a ouvir música. As únicas dores que me provocam acontecem  quando caio.    

Maria Inês Martins Teixeira, nº17, 7ºD



 

      Os meus livros são as cordas que me ligam aos meus sentimentos e à minha criatividade. Eu gosto muito dos meus livros, porque, desde pequena, fui sempre incentivada a ler. Este objeto dá-me o prazer de expressar os meus sentimentos e criar novos textos. Às vezes dão-me dores de cabeça, porque alguns livros que leio não são interessantes.

Miriam Pereira, n.º15, 7.ºG





O meu objeto favorito é uma medalhinha em forma de bailarina que os meus tios me deram. Eles já não vinham a Portugal há algum tempo e, quando vieram, ofereceram- me essa lembrança.

Eu adoro dançar, não perco uma oportunidade para o fazer e eles disseram que era como se fosse eu, mas em forma de medalha. Considero-a como um prémio, uma conquista e vindo deles é muito importante.

Renata Viegas, n.º17, 7.ºG

 




 

        O meu objeto preferido é a minha almofada, pois é cheia de tranquilidade e conforto todas as noites. É muito importante para mim uma boa noite de sono e a minha almofada garante isso.

        A minha almofada é grande e muito confortável e junta-se a um travesseiro de cor branca. Representa a paz e a tranquilidade.

Inês Cruz, n.º9, 7.ºD

 

 






*          A minha guitarra é bege, castanha e preta, tem seis cordas. Com ela posso tocar música, criar e inventar. As únicas dores de cabeça que me dá são quando as cordas se partem ou ela fica desafinada. A minha guitarra, para mim, representa serenidade, divertimento e momentos felizes.

Diogo Trindade Vieira, N.º5, 7ºD






A minha Playstation é divertida  e não ocupa muito espaço, porque é pequena.

Eu gosto de jogar nela, porque me consigo divertir.

Não gosto quando há uma atualização, mas gosto quando elas acabam e finalmente posso voltar a jogar e me divertir.

A Playstation é o que me liga a alguns amigos que não vejo nem falo todos os dias na escola.

David Viegas, 7.ºG





quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Semana da literacia para as notícias: Isto também é comigo!

PARA OS ALUNOS DO 9º ANO

Através da iniciativa «Isto também é comigo!» os alunos do 9.º ao 12.º ano podem, até dia 28 de janeiro, assinalar a Semana da Literacia para as Notícias, escrevendo um texto de opinião sobre um artigo do jornal PÚBLICO. Os textos de opinião, a submeter através de formulário próprio, deverão ter, como limite máximo, apenas 300 palavras e terão de partir de um artigo publicado durante este mês.

Sugere-se que as bibliotecas escolares promovam de forma recorrente esta iniciativa junto dos alunos, contribuindo deste modo para reforçar a ideia de que o jornalismo isento, atento e plural é condição para a liberdade e a democracia, sendo inadiável formar públicos conscientes e consolidar hábitos de consumo de media de qualidade.

A Semana Nacional da Literacia para as Notícias, que é assinalada, entre 24-28 de janeiro, pelo News Literacy Project e pelo grupo de media local The E.W. Scripps Company, tem como objetivo dotar as pessoas de conhecimento, ferramentas e competências que lhes permitam ser mais letradas no mundo das notícias. A iniciativa visa também inspirar os leitores de notícias, professores e alunos, a terem hábitos de consumo de notícias e fortalecer a confiança nas notícias dos media, reforçando o papel do jornalismo credível.

 

AS PEDRAS

As pedras falam? pois falam

mas não à nossa maneira,

que todas as coisas sabem

uma história que não calam.

 

Debaixo dos nossos pés

ou dentro da nossa mão

o que pensarão de nós?

O que de nós pensarão?

 

As pedras cantam nos lagos

choram no meio da rua

tremem de frio e de medo

quando a noite é fria e escura.

 

Riem nos muros ao sol,

no fundo do mar se esquecem.

Umas partem como aves

e nem mais tarde regressam.

 

Brilham quando a chuva cai.

Vestem-se de musgo verde

em casa velha ou em fonte

que saiba matar a sede.

 

Foi de duas pedras duras

que a faísca rebentou:

uma germinou em flor

e a outra nos céus voou.

 

As pedras falam? pois falam.

Só as entende quem quer,

que todas as coisas têm

um coisa para dizer.

 

Maria Alberta Menéres

 Para quem gosta de poesia...


A enorme reputação de Maria Alberta Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir. Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo, Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: «O melhor é ler e reler, quantas vezes for necessário...»

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

A NOSSA CASA ESTÁ A ARDER, de Greta Thunberg

 Este livro pode ser lido por ti... basta passar pela biblioteca e requisitá-lo.


Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que «ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença».


greve à escola pelo clima levada a cabo por uma estudante adolescente em frente do Parlamento sueco tornou-se uma mensagem global que inspirou centenas de milhares de jovens de todo o mundo a seguir o seu exemplo no âmbito dos #fridaysforfuture.

Greta iniciou uma revolução que parece destinada a não parar, uma batalha travada em prol de um futuro sonegado às novas gerações ao ritmo vertiginoso de 100 milhões de barris de petróleo consumidos diariamente.

A Nossa Casa Está a Arder
 é a história de Greta, dos seus pais e de Beata, sua irmã, que, como ela, sofre de perturbações do espetro autista. É o relato de como uma família sueca decidiu confrontar -se com uma crise iminente que afeta o nosso planeta.

É uma tomada de consciência de que é urgente agir agora, quando nove milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição. É um grito de socorro de uma rapariga que convenceu a própria família a mudar de vida e que agora procura convencer o mundo inteiro a fazer o mesmo.

"Coração de vidro", de José Mauro de Vasconcelos

 JÁ O PODES REQUISITAR NA TUA BIBLIOTECA!

As quatro histórias que compõem este livro têm como cenário uma fazenda no Brasil e estão ligadas entre si. Os protagonistas são seres vivos inocentes que são afetados pela irresponsabilidade e pela insensibilidade do Homem. 

São eles: um pássaro azul, um peixe vermelho, um cavalo louro e uma mangueira frondosa, cheia de sonhos. O tempo passa e as mudanças fazem-se sentir no espaço e na vida de todos os seus habitantes. 

«Coração de Vidro é de 1964. Ainda era uma época em que não se falava tanto assim na destruição do equilíbrio ecológico do Planeta. Mesmo assim, como se previsse o que viria, o livro transforma a relação do ser humano com a natureza — e a preservação do meio ambiente — em histórias simples, mas tocantes, de amor e perda. Tantos anos depois, estas fábulas estão aqui para nos fazer pensar que deixar para trás essa magia tem que ver com os riscos à sobrevivência da Terra.» 

O CLUBE DOS CIENTISTAS

 


Gostas de ler? Adoras aventuras e fazer experiências? O Clube dos Cientistas é a coleção perfeita para ti!

Catarina, o Chico e o Carlos são três irmãos curiosos, fascinados pela ciência e sempre em busca de mistérios. Vais divertir-te a ler as suas histórias empolgantes e cheias de ação! Se fores como eles, não vais resistir a ler o Caderno de Experiências até ao fim e pôr mãos à obra.

A Catarina e os gémeos planearam uma viagem de comboio até Madrid com os pais e os primos, para festejar o aniversário do pai. Entusiasmados com este passeio, instalam-se no comboio. Aos poucos, outros passageiros vão chegando, mas há algo em cada um deles que parece suspeito. A tensão paira no ar, quase a fazer lembrar um famoso livro de Agatha Christie. Quando algo grave e inesperado acontece, os jovens mantêm-se unidos e alerta. Mas será isso suficiente para atenuar o clima de medo e resolver mais este mistério?

Junta-te ao Clube dos Cientistas e vem desvendar o Crime no Expresso do Ocidente!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Janeiro é um mês, quase inteiro

 


Janeiro é um mês, quase inteiro,

de frio, chuva, nevoeiro.

Mas há um sol em janeiro,

um sol discreto e fagueiro,

em raras manhãs de azul,

que sorri por entre o frio

e acende um pequeno braseiro

no coração mais sombrio.


 João Pedro Mésseder

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

O DIA EM QUE O MAR DESAPARECEU

 

      



   Um dia estava sentada na areia e vi uma família de seis  pessoas.  Nessa família estavam duas crianças a comer umas bolachas e… Deitaram o pacote para o chão! Eu fiquei bastante  chateada por as crianças terem cometido aquele erro, mas também por os pais não terem dito nada. O tempo foi passando e cada vez havia mais lixo na praia: pacotes de sumo,  de bolachas e até pedaços de plástico. Quem passava por aquela “lixeira” ficava sempre a pensar em quem teria feito aquilo. Eu, bem triste, fui para casa, sabendo que iria voltar para lá no dia seguinte.

         Na manhã seguinte despachei-me rapidamente e, como morava lá perto, podia ir sozinha à hora que queria. Fui a correr e quando lá cheguei, deparei-me com uma tragédia… O mar tinha desaparecido. Caiu-me uma lágrima... estava triste e chateada ao mesmo tempo, triste porque o mar tinha desaparecido e chateada porque as pessoas estavam a maltratar as praias.

        -Hey, estás aqui? –disse uma voz que vinha de trás de mim.

         Virei-me e vi que era uma amiga minha.

         -Olá… -respondi eu, ainda triste.

         -O que se passa?- perguntou ela a aproximar-se a mim.

         -O mar desapareceu…

         Ela olhou para onde supostamente estava o mar e disse:

         -Não acredito…! Temos de fazer alguma coisa!

         -Eu sei… Mas o quê?- Perguntei-lhe.

         -Deixa-me pensar…-disse ela, pensativa. - Já sei! Podemos falar com alguns presidentes da câmara, rádios… também podemos fazer cartazes com um número de telefone para as pessoas ligarem se estiverem interessadas. O que achas?

        -Boa ideia! Podemos começar já hoje, se não te importares, óbvio! 

         -Está bem, começamos já hoje!

       Eu tratei dos cartazes e de ir falar com os presidentes, e ficou tudo combinado. Eles iriam falar com os habitantes da cidade, para os comunicar sobre o novo acontecimento.

       Enquanto isso, a minha amiga falou com algumas estações de rádio. Nós tínhamos combinado por telefone que também poderíamos ir às escolas.

         No dia seguinte, conseguimos reunir mais ou menos 1500 pessoas. Algumas pessoas foram de barco para limpar o alto mar e outras ficaram na terra, para limpar a costa.

      Passadas muitas horas, o mar estava completamente limpo.

      -Estou tão feliz de voltar a ver esta praia limpa!- Disse eu muito feliz.

       -Obrigada por nos ajudarem!- dissemos as duas  em coro.

       -De nada!!!- Disseram os voluntários, felizes por terem ajudado.

                                Carolina Diogo, 5ºB

 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Festa do Cinema Francês

 Foi efetuada a 1ª sessão da Festa do Cinema Francês na Biblioteca Escolar da EB1 Nº 1 de Tavira, com a colaboração da Prof. Cristina Felício.












 VEM À BIBLIOTECA...ESCOLHER PARA LER.



A suspeita

Três jovens mulheres partilham um apartamento em Londres. A primeira trabalha como secretária, a segunda é uma artista, e a terceira - que pediu ajuda a Poirot - desapareceu, convencida de que era uma assassina.

Embora não tenha sido encontrado nenhum corpo ou sequer indícios de crime, a jovem está atormentada. Poirot terá de fazer uso de toda a sua perspicácia para perceber se a rapariga desaparecida é inocente, culpada ou simplesmente louca...

Hercule Poirot é a personagem mais famosa de Agatha Christie. Este agente reformado da polícia belga é um detetive brilhante, pomposo e de aparência extravagante. Os seus métodos de investigação são únicos e infalíveis.

Não há mistério que resista às famosas celulazinhas cinzentas de Poirot.






A festa das bruxas

Numa festa da Noite das Bruxas, Joyce, uma jovem fã de livros policiais, confessa ter já assistido a um assassinato. Mas ela tem fama de contadora de histórias mirabolantes e ninguém lhe presta atenção. Porém, quando Joyce é encontrada morta nessa mesma noite, todos se perguntam se esta última história não teria um fundo de verdade.

Quem de entre os convidados quereria silenciá-la? Não há ninguém melhor do que Hercule Poirot para responder a esta questão. Mas nem mesmo para o grande detetive será fácil desmascarar o assassino…

Hercule Poirot é a personagem mais famosa de Agatha Christie. Este agente reformado da polícia belga é um detetive brilhante, pomposo e de aparência extravagante.

Os seus métodos de investigação são únicos e infalíveis.

Não há mistério que resista às famosas celulazinhas cinzentas de Poirot.





O mistério do comboio azul

Ruth recebe do pai, um milionário americano, uma extraordinária jóia que encerra “um rasto de tragédia e violência”. Embora seja avisada de que não deve transportá-la para fora do país, Ruth decide levá-la consigo quando parte para Nice a bordo do famoso Comboio Azul. A notícia do seu assassinato será para todos um imenso choque… e mais um desafio para Hercule Poirot.

O Mistério do Comboio Azul (The Mystery of the Blue Train) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha, em 1928, ano em que foi igualmente publicado nos Estados Unidos.





Navio mistério

A Fundação Jorge Álvares publicou a obra infantojuvenil Navio Mistério — a Nau do Trato, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, com ilustração de Rui Sousa, oferecendo às bibliotecas escolares exemplares desta obra.

 

Trata-se de uma ficção histórica centrada nas extraordinárias viagens anuais realizadas pelos portugueses entre Macau e o Japão, nos séculos XVI e XVII, a bordo do enorme navio que passou à História com a designação de Nau do Trato ou Navio Negro e figura como tema central dos magníficos biombos Namban.

 

O livro foi encomendado pela Fundação Jorge Álvares na intenção de interessar jovens do 3.º ciclo e eventualmente do 6.º ano, pelas peripécias aventurosas vividas por comerciantes, navegadores e missionários que participaram nesta iniciativa. Inclui uma parte informativa que permite alargar o conhecimento da ação e impacte dos missionários em terras do Oriente, num período importante da nossa História, em que os portugueses contribuíram decisivamente para mediar a comunicação entre os vários povos da Terra.