quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Jornais Diários

A leitura de jornais continua a ser uma ferramenta essencial para desenvolver o espírito crítico e a compreensão do mundo que nos rodeia. Este ano letivo, o Diretor fez questão de os adquirir. Temos observado um interesse crescente por parte dos alunos em explorar notícias e reportagens, neste formato. Este hábito não só enriquece o vocabulário e a capacidade de interpretação, como também estimula a curiosidade e o envolvimento cívico. Na nossa escola, incentivamos esta prática como forma de promover leitores mais informados, autónomos e atentos às realidades sociais, culturais e científicas que moldam o nosso quotidiano.

Mais um puzzle acabado!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Movimento da Biblioteca do mês de novembro

CABIDE

Alunos do CEF a colocaram um cabide na biblioteca, finalmente, tanto fazia falta: UFF! Obrigada alunos e professor.

Livro de registos

Uma verdadeira RELíQUIA!!!

Puzzle

Jornais diários, desportistas e revista na Biblioteca!

A expressão dançada da lírica de Camões

Este espetáculo, envolvendo alunos dos 1.º e 3.º ciclos do nosso Agrupamento, realizou-se  no sábado, dia 6 de dezembro, na Ermida de S. Sebastião, em Tavira (em frente à Biblioteca Municipal Álvaro de Campos).



Congresso Internacional "Ensinar Camões no século XXI"

Decorreu na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, entre os dias 27 e 29 de novembro, o Congresso  Internacional "Ensinar Camões no século XXI, que contou com um conjunto de comunicações de alto nível, donde se destacam os Professores Doutores José Bernardes e Frederico Lourenço, assim como da Dr.ª Manuela Pargana Silva, Coordenadora Nacional da Rede de Bibliotecas Escolares. Houve um Jantar Camoniano-Banquete de Trovas, onde a representação de Tavira esteve bastante animada, tendo-se juntado a CIBE, Prof. Ana Farrajota.





quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Dia Inclusivo na Biblioteca Escolar: Exposição e Histórias para Todos

No passado dia 3 de dezembro, a nossa biblioteca escolar transformou-se num espaço mágico de inclusão e aprendizagem. Para assinalar uma data tão especial, organizámos uma exposição pensada para celebrar a diversidade e acolher os nossos alunos com necessidades especificas. Os sorrisos e o silêncio atento dos "meninos especiais" foram a maior recompensa! 🌍 Por Que Este Dia? A data (3 de dezembro) coincide com o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, e a iniciativa reforçou o nosso compromisso: "Uma escola para todos constrói-se com espaços onde cada um se sente protagonista." Agradecemos aos professores de Educação Especial, à equipa da biblioteca. Fica a promessa: mais aventuras inclusivas virão! 📸 P.S.: Em breve partilharemos fotos do evento na página da escola!

Entrega de prémio e certificado

A poção mágica da Lia Pires foi a vencedora! Parabéns

domingo, 30 de novembro de 2025

Como Apanhar uma Estrela

História contada às salas do pré escolar:amarela e laranja.


Projeto da Associação Artificial com as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas D. Manuel I e a Biblioteca Municipal de Tavira


 

Revista CA


Ler uma revista na Biblioteca Escolar é descobrir, em poucos minutos, um mundo novo que cabe nas mãos.

 



 Na penumbra delicada da Biblioteca Escolar, há um encanto que só desperta verdadeiramente quando os leitores atravessam o seu limiar. As estantes, erguidas como guardiões de memórias longínquas, parecem inclinar-se num leve cumprimento quando dedos curiosos percorrem as suas lombadas. É então que os livros, tão pacientes na sua quietude, respiram de novo, como se uma brisa súbita lhes abrisse as janelas da alma.

É um privilégio acolher leitores. Eles trazem consigo a elegância natural de quem procura mundos novos, e o seu simples murmúrio transforma o espaço. O suave virar das páginas soa a seda a deslizar; o silêncio que se instala não é ausência, mas presença, um silêncio vivo, atento, que envolve cada mesa como um véu de veludo.

Quando os leitores chegam, a Biblioteca desperta para a sua vocação mais nobre. Deixa de ser apenas um refúgio de livros e torna-se palco de encontros luminosos: entre o pensamento e a fantasia, entre a pergunta e o deslumbramento, entre o jovem leitor e a herança imensa da imaginação humana. Cada livro aberto é uma porta entreaberta para outros séculos; cada leitor, um viajante que parte com humildade e regressa enriquecido.

Por isso, ter leitores é ter alma. É sentir que a palavra escrita continua a florescer, que o espírito encontra repouso e aventura em igual medida, que a esperança — essa frágil companheira, ganha nova força na mão de quem lê. E, no mais gracioso dos silêncios, a Biblioteca sorri, como quem sabe que cada leitura é uma pequena vitória sobre o esquecimento.


Constituição da República Portuguesa








 

Na Biblioteca escolar, entre risos contidos e olhares atentos, os alunos jogam um jogo singular: um jogo cujo tema é nada menos do que a Constituição da República Portuguesa. À primeira vista, pode parecer improvável juntar o rigor da lei ao espírito leve de um jogo, mas é precisamente nessa combinação que nasce algo especial, uma aprendizagem que se entranha quase sem dar por isso, como quem descobre um tesouro ao brincar na areia.

É com curiosidade genuína que os alunos percorrem artigos, princípios e direitos fundamentais, transformados em desafios, perguntas e pequenas conquistas. Em vez de folhas densas e distantes, a Constituição ergue-se ali, acessível, viva, pronta a ser desvendada. Cada equipa que debate, cada jovem que tenta recordar um direito ou identificar um valor democrático, está, sem o perceber, a moldar o seu próprio entendimento do país que habita.

E num tempo em que o futuro parece exigir mais consciência do que nunca, é reconfortante ver estes gestos tão simples, tão essenciais: jovens que se aproximam da lei que os protege, que descobrem que a cidadania não é apenas uma palavra, mas um exercício diário de compreensão, participação e respeito.

Através do jogo, a Constituição deixa de ser apenas um documento distante e ganha rosto, voz, sentido. Torna-se ponte entre o presente e aquilo que todos desejamos para os dias que virão: cidadãos informados, atentos e capazes de reconhecer a importância dos direitos e deveres que sustentam uma sociedade livre.

E a Biblioteca, testemunha silenciosa deste despertar, acolhe-os com orgulho. Porque ali, entre cartas, risos, regras e descobertas, está a nascer algo maior: a consciência de que conhecer a Constituição é, afinal, conhecer um pouco mais de nós mesmos enquanto comunidade.

Leitura_na_Biblioteca


Na quietude dourada da Biblioteca escolar, há um tipo de magia que só desperta quando chegam os leitores. As estantes, que durante horas repousam como árvores em silêncio, estremecem ligeiramente quando alguém passa a mão pelas lombadas, como quem acende uma constelação adormecida. Cada leitor que entra traz consigo um pequeno lume, a curiosidade, e basta essa chama para iluminar páginas, mundos e personagens que aguardam, pacientes, a vez de respirar.

É bom ter leitores na Biblioteca. Eles transformam o espaço. O ar fica mais leve, como se as palavras, libertas dos livros, circulassem entre as mesas. O sussurro das páginas folheadas é música, e mesmo o silêncio parece mais vivo, habitado. Um silêncio que nunca pesa, antes acolhe, embala e encontramos: entre histórias e olhos atentos, entre perguntas e descobertas, entre o que somos e o que poderíamos ser. Cada livro aberto é uma porta que se empurra devagar; cada leitor, um viajante que regressará sempre um pouco diferente.

E é por isso que, na Biblioteca escolar, ter leitores é ter vida. É sentir que as palavras continuam a germinar, que a imaginação encontra terreno fértil, que o futuro, tantas vezes incerto, pode ser sonhado com a serenidade de quem lê. Porque onde há leitores, há movimento. Há diálogo. Há esperança.

E a Biblioteca, grata, sorri nas entrelinhas.






 

A expressão lírica de Camões, no 1.º Ciclo_ 4.º C


 

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

"Azul" na BE

 

Azul, amarelo e verde é o trio colorido que pintou o conto de Britta Teckentrup
"Azul". Na BE da EB N.º 1 fizeram-se várias atividades que complementaram o conto e a leitura partilhada desta história.







Os bailarinos da Associação Artificial e o 4C

Os bailarinos da Associação Artificial, Catarina Pernão e Carlo Schiavo, estiveram na EB da D. Manuel I (1.º ciclo) a treinar os alunos da turma C do 4. º ano para o projeto em epígrafe. As atividades decorreram com entusiasmo e dedicação, tendo como objetivo o espetáculo de apresentação ao público que decorrerá no próximo dia 6 de dezembro, na Ermida de S. Sebastião.


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