segunda-feira, 29 de setembro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
OUTONO
Tarde
pintada
Por
não sei que pintor.
Nunca
vi tanta cor...
...
Tão colorida!
Se
é de morte ou de vida,
Não
é comigo.
Eu,
simplesmente, digo
Que
há fantasia
Neste
dia,
Que
o mundo me parece
Vestido
por ciganas adivinhas,
E
que gosto de o ver, e me apetece
Ter
folhas, como as vinhas.
Miguel
Torga, Diário X (1966)
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
As FÉRIAS DE a A a Z
Amanhã vou de viagem, estou a preparar a bagagem.
Bailo sem parar, para o dia alegrar.
Com tudo arranjado, vamos para o aeroporto que nos leva ao Porto.
Depois de lá chegarmos, apanhamos outro avião, que nos leva ao Japão.
Embarcámos na aventura de o mundo percorrer para que também consigamos aprender.
Finalmente chegamos, podemos descansar. Mas pensando melhor, queremos é passear.
Gosto de estar de férias, não quero dar abébias.
Hoje quero aproveitar, aproveitar para brincar.
Incrível a paisagem, que nem ligo a esta aragem.
Justamente neste mundo, quero viver cada segundo.
Logo à noite é o jantar, com a serenata a acompanhar.
Magnífico estava o jantar, mas agora vamo-nos deitar.
Não consigo dormir de tão feliz que estou! Amanhã vou de viagem e nem sei para onde vou.
Oh, Magnifique Estou em França! Vou au restaurant dos queijos encher a pança.
Paris é de encantar, mas vou ter de viajar.
Quando numa terra nova aterrar, o mundo à minha volta quero explorar.
Roma! Ainda bem que aqui estou e o COLISEU é o primeiro sítio onde vou.
Siena, uma bela cidade, que por acaso me faz aumentar a saudade.
Tanto tempo no estrangeiro, que fico a pensar, se não será melhor um dia voltar.
Uma vez na vida poderei sonhar com viagens e paisagens de encantar.
Voltarei por fim a Portugal, à minha terra natal.
Xilofones, baixem a música de fundo, para que se possa sonhar com o mundo.
“Zzzum” é o som do avião, que me leva de volta à casa do meu coração
Marta Santos 6.ºA
AS FÉRIAS DE A a Z
Andei de
bicicleta com a tia Anacleta.
Bandas de
rock eu ouvi, depois eu dormi.
Cinema eu
gostei de ver, os heróis a vencer.
Da praia eu
gostei, fui à água e conchas apanhei.
Eu gostei
das férias, não tiveram misérias.
Férias eu
gosto, quando não há fogo posto.
Gonçalo
Guiomar engoliu pirolitos no mar.
Hugo que viu
um grande texugo.
Inácio, o
meu amigo, perdeu o umbigo.
Jantares
comi e televisão eu vi.
Lisboa vou a
caminho, lá o meu avô tem uma casa de vinho.
Mariana, a
minha irmã, comeu uma romã.
Na casa da
minha avó, comi pão-de-ló.
Os meus
jantares foram grandes manjares.
Praia todo o
dia, era o que eu mais queria.
Quando as
férias terminaram, tristes os meus irmãos ficaram.
Rui Martins
ficou sem rins.
Sintra
visitei, pelas árvores voei.
Tanto me
diverti que não queria estar aqui.
Um jacaré
comeu o meu pé.
Vimos
golfinhos, muito bonitinhos.
Xadrez eu
joguei, sempre ganhei.
Zangado
fiquei quando a escola comecei.
Pedro Cunha, n.º 23, 6A
As férias de A a Z
Andei de bicicleta e fiz um furo na
meta.
Bernardo, vai buscar o gelado.
Comi framboesa fora da mesa.
Dei um dado e encontrei um condado.
Encontrei um balão que tinha cara de
cão.
Farto estou eu desse fato.
Guarda o teu guarda fato que eu já estou
farto.
Hei, hei, hei, eu cheguei!
Indo para a igreja comi uma cereja.
João Ratão, vai ver o caldeirão.
Leão, leão, não mordas a minha mão.
Mano, és um grande bacano.
Nadei na piscina junto com a Gina.
O teu mano é um grande bacano.
Palerma cumpre o meu lema.
Quero entrar no quarto para ver o
teatro.
Rato, Ratão, vai para dentro do
caldeirão.
Sentes que mentes.
Tenho um teatro e lá dentro está o teu
contrato.
Um gato com cara de pato.
Vem uma nuvem com muita ferrugem.
Xavier, olha a tua colher.
Zorro, tens um grande gorro.
Hugo Brito
– 6ºA
Um texto que não poderia ficar
esquecido, apesar de ter sido redigido no ano letivo transato pela minha
querida aluna Carolina André, do 9.ºD. Já está na Escola Secundária, mas não
nos esquecemos dela. Eis como ela definiu, no seu estilo tão próprio, a poesia.
Nem todos se atrevem a escrever-me. Devo dizer que sou
complicada. Muitos nem tentam perceber-me. Têm almas pequenas.
Não nasci para todos, assim como o sol não nasceu para
alguns.
Hoje acordei e decidi pegar num narrador de histórias
vazias para me descrever.
Frases pequenas. Versos grandes.
“Devaneios da alma” é como deviam chamar-me.
-Quem és tu? – pergunta aquele que não tem rosto.
-Sou quem sou e sou quem tu gostavas de ser.
Eu atormento qualquer um, porque eu sou a verdade. As
minhas metáforas são um pecado e a tinta que corre nas páginas leves torna-as
pesadas. Quem tem a capacidade de me perceber é uma alma perdida, visto que vê
o mundo sem cortinas.
Eu sou todos os poetas que se suicidaram por me
dominarem.
Eu sou a irrequietude e fervor que corre na corrente de
cada rochedo de altura humana.
Eu sou a aparente calmaria e a mente em turbilhão.
Eu sou todos aqueles que querem ser poetas, quando na
verdade só querem ser poemas.
Eu sou alguém que foi deixado com um marcador de livros
algures depois de me virarem as costas.
Eu sou alguém que pensa.
Eu sou alguém que não quer ser lido, mas que quer ser
escrito.
Eu sou o buraco negro em qualquer um que sinta demasiado.
Eu sou todas as palavras floreadas que as pessoas que não
me compreendem acham que sou.
Eu sou a dor, a morte, a tormenta.
Eu devia ser para quem realmente é.
Eu, eu, eu. Eu sou. Eu não. Eu sou o que não sou. Eu sou
tudo o querem que seja. O mundo.
Prefiro papéis espalhados com tinta derramada.
E se nesta altura já sabes quem sou, foge. Pede ajuda a
outra alma perdida e nadem até à superfície. Deixem de ser estátuas de
movimento.
-Foge. – sussurrei ao ouvido de quem estava mais perto.
-Já me perdi. – respondeu, enquanto os seus joelhos
tocaram no chão.
Eu avisei. Quando era tarde de mais, mas avisei.
Que gozo ver a perdição…
Carolina André., 9ºD
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
BOM REGRESSO
Acabámos de iniciar um novo ano letivo. A equipa da Biblioteca Escolar deseja-te um bom regresso às aulas.
Este ano poderás continuar a contar com a nossa ajuda e com os mesmos serviços, requisição domiciliária e presencial, visualização de filmes e documentários, pesquisa na internet e espaço para realização de trabalhos individuais e em grupo e leitura informal.
Ao longo do ano letivo, serão disponibilizadas outras atividades e concursos em que poderás participar.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
O Dia Internacional da Família é celebrado
anualmente a 15
de maio.
A data foi
escolhida pela Assembleia
Geral da ONU que proclamou o dia 15 de Maio como Dia Internacional
da Família.
A celebração
do dia Internacional da Família visa, entre outros objetivos, destacar:
A
importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base
da educação infantil;
Reforçar a mensagem
de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de
todos os elementos que compõem a família;
Chamar a
atenção da população para a importância da família como núcleo vital da
sociedade e para seus direitos e responsabilidades desta;
Sensibilizar
e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e
demográficas que afetam a família.
O primeiro
Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
LER…SEMPRE
POR ISSO TEMOS NOVOS
LIVROS CHEGADOS À BIBLIOTECA
Sinopse
Leon Leyson tinha
apenas dez anos quando os nazis invadiram a Polónia em 1939 e a sua família foi
forçada a viver no gueto de Cracóvia. Neste seu livro de memórias, Leon começa
por nos descrever uma infância feliz, na sua aldeia natal e felizmente para a
família, o seu caminho cruzar-se-ia com o de Oskar Schindler que os incluiu na
célebre lista dos trabalhadores da sua fábrica. Na altura com apenas 13 anos,
Leon era tão pequeno que tinha de subir para cima de um caixote de madeira para
chegar aos comandos das máquinas. Ao longo desta história, que reproduz com
autenticidade o ponto de vista de uma criança, Leon Leyson deixa-nos entrever,
no meio do horror que todos os dias enfrentavam, a coragem, a astúcia e o amor
que foram necessários para poderem sobreviver.
No dia em que Leopoldo
fez oito anos, os pais ofereceram-lhe dois livros, tal como acontecia em todos
os aniversários desde que tinha nascido! Leopoldo sentiu-se tão triste e
infeliz... não gostava mesmo nada de ler. Sempre que tentava fazê-lo, as letras
começavam a misturar-se umas nas outras numa grande confusão de rabiscos pretos
sem qualquer significado. Mas os pais não entendiam o seu problema e insistiam
tanto para que ele lesse que um dia Leopoldo decide fugir de casa! É então que
conhece alguém muito especial, um grande amigo, que descobre o que realmente se
passa com ele e juntos começam a partilhar muitas e muitas páginas de
aventuras, sonhos e fantasia...
O Menino Que Não Gostava de Ler é outro exemplo do excelente trabalho feito por Susanna Tamaro na
literatura infantil.
Com "O Segundo Ano
da Nossa Escola Fantástica" regressamos ao Colégio das Artes onde vamos
encontrar, nesta comunidade de professores e alunos, algumas caras novas. Este
ano têm de se preocupar com o sucesso do espetáculo final e com os apoios
necessários para continuarem o seu trabalho. Conseguirão estar à altura das
expectativas?
Plano
Nacional de Leitura
Livro
recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.
Maria Teresa Maia
Gonzalez oferece-nos aqui a vida de Guilherme, um adolescente de 12 anos, cuja
vida sofre mudanças significativas com o divórcio dos pais e a entrada na
adolescência. Porém, um dia, chega à sua beira um amigo muito especial que lhe
trará muitas alegrias e que nunca o abandonará. O seu nome é Félix.
Guilherme e Félix
tornam-se, então, companheiros inseparáveis.
Partilham a mesma casa
e vivem juntos momentos emocionantes de vitórias e derrotas, conquistas e
perdas… Ambos crescem em conjunto, tornando-se Félix o confidente de Guilherme,
o amigo em que pode realmente confiar. Por seu turno, é com Guilherme que Félix
conta nos melhores e nos piores momentos.
Contudo, chega o dia em
que Guilherme, já adulto, tem de sair de casa e partir para dar início a uma
nova fase da sua vida.
E, a partir de então,
Félix, sempre fiel, faz dores toda sua vida uma longa espera, que ele acaba por
transformar num hino à amizade…
ESTRANHA
E MÁGICA HISTÓRIA DE VIVALDO BONFIM
Vivaldo Bonfim é um
escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de
finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na
leitura e desaparece deste mundo.
Esta é a sua
verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que
irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de
assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.
Prémio Literário Maria
Rosa Colaço 2009
PLANO
NACIONAL DE LEITURA
LIVRO
RECOMENDADO PARA O 3º CICLO, DESTINADO A LEITURA AUTÓNOMA.
Ao regressar da escola, um dia, Bruno constata que as suas
coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e
toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra
cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer.
Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se
estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através
da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um
pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo
às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então
que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às
riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…
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