quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Viegas faria 62 anos

Com uma voz particularmente expressiva, Mário Viegas ficou na memória de todos pelos seus recitais de poesia, gravando uma discografia de catorze títulos, com poemas de Fernando Pessoa, Luís de Camões, Cesário Verde, Camilo Pessanha, Jorge de Sena, Ruy Belo, Eugénio de Andrade, Bertolt Brecht, Pablo Neruda, entre outros. Divulgou nomes como Pedro Oom ou Mário-Henrique Leiria. Na televisão contribuiu igualmente para a divulgação da poesia portuguesa, com duas séries dos programas Palavras Ditas (1984) e Palavras Vivas (1991).
MÁRIO VIEGAS FARIA HOJE 62 ANOS!!
MÁRIO VIEGAS FARIA HOJE 62 ANOS!!
Contos pouco políticos

A jornalista Maria Inês de Almeida desafiou 16 figuras da nossa vida política a escrever um conto infantil. O resultado chega às livrarias amanhã e a sua compra reverte a favor da UNICEF(1€ por livro).
Sobre a obra:
"Perguntei a uma criança de cinco anos o que era um político. «Um político é um pássaro com muitas cores», respondeu ela. Fiquei espantada com a prontidão da resposta. E fiquei a pensar. A definição até poderia ser a mesma caso lhe tivesse, naquela mesma altura, perguntado o que era um palhaço ou um osciloscópio, mas «o pássaro de muitas cores» não me saiu da cabeça. O político desta criança existiria? Onde se encaixariam os «pássaros» na política? Afinal, eles podem ter muitas cores mas estão longe de ser pássaros. Com este livro tentei responder a esta última questão. Lançando o desafio de escrever uma história para crianças, transformei cada político que participa neste livro num pássaro. O pássaro da sua imaginação à solta. Estes são, pois, os políticos daquela criança, os seus «pássaros de muitas cores». Assim, quando uma criança perguntar aos pais – quem escreveu estes contos? -, eles podem sempre dizer: um político. E quando elas, a seguir, insistirem – o que é um político? -, cada pai saberá de certo o que responder.
Maria Inês de Almeida
Sobre autores:
Colaboram neste livro: Ana Gomes, Ângelo Correia, António Carmona Rodrigues, Edite Estrela, Eduardo Ferro Rodrigues, Jerónimo de Sousa, Joana Amaral Dias, João Soares, José Ribeiro e Castro, Maria de Belém Roseira, Marta Rebelo, Miguel Beleza, Nuno Morais Sarmento, Odete Santos, Paula Teixeira da Cruz e Vitalino Canas.
Sobre a obra:
"Perguntei a uma criança de cinco anos o que era um político. «Um político é um pássaro com muitas cores», respondeu ela. Fiquei espantada com a prontidão da resposta. E fiquei a pensar. A definição até poderia ser a mesma caso lhe tivesse, naquela mesma altura, perguntado o que era um palhaço ou um osciloscópio, mas «o pássaro de muitas cores» não me saiu da cabeça. O político desta criança existiria? Onde se encaixariam os «pássaros» na política? Afinal, eles podem ter muitas cores mas estão longe de ser pássaros. Com este livro tentei responder a esta última questão. Lançando o desafio de escrever uma história para crianças, transformei cada político que participa neste livro num pássaro. O pássaro da sua imaginação à solta. Estes são, pois, os políticos daquela criança, os seus «pássaros de muitas cores». Assim, quando uma criança perguntar aos pais – quem escreveu estes contos? -, eles podem sempre dizer: um político. E quando elas, a seguir, insistirem – o que é um político? -, cada pai saberá de certo o que responder.
Maria Inês de Almeida
Sobre autores:
Colaboram neste livro: Ana Gomes, Ângelo Correia, António Carmona Rodrigues, Edite Estrela, Eduardo Ferro Rodrigues, Jerónimo de Sousa, Joana Amaral Dias, João Soares, José Ribeiro e Castro, Maria de Belém Roseira, Marta Rebelo, Miguel Beleza, Nuno Morais Sarmento, Odete Santos, Paula Teixeira da Cruz e Vitalino Canas.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
o 5º B já leu..."O gato e o escuro"
Depois de ouvida a história, os alunos do 5ºB realizaram várias actividades, quer na Biblioteca Municipal, quer na Escola...Com palavras soltas tentaram adivinhar o fim da história(ou reinventar...)
"Então, o gatinho Pintalgato espreitou nessa fenda escura como se vislumbrasse o abismo.
Por detrás dessa fenda o que é que ele viu?
Adivinham?
Pois ele viu um gato preto, enroscado do outro lado do mundo."

Na escola, e sem livro à frente para evitar macaquinhos de imitação...ilustraram a sua parte favorita...
"Então, o gatinho Pintalgato espreitou nessa fenda escura como se vislumbrasse o abismo.
Por detrás dessa fenda o que é que ele viu?
Adivinham?
Pois ele viu um gato preto, enroscado do outro lado do mundo."

Na escola, e sem livro à frente para evitar macaquinhos de imitação...ilustraram a sua parte favorita...o gato e o escuro
A HISTÓRIO DO PINTALGATO

No dia 28 de Outubro os alunos do 5ºB foram à Biblioteca Municipal e ouviram contar a história do Pintalgato, personagem do livro "O
gato e o escuro", de Mia Couto.
A história é um misto de fábula e conto, situada entre o dia e a noite. O livro conta a história de Pintalgato, um gatinho desobediente, misto de curiosidade e bravura. O que mais lhe chamava a atenção era o escuro que ficava depois do pôr do sol. O seu autor, Mia Couto diz que "esta é uma história contra o medo" e acrescenta: " A maior parte dos medos que sofremos, crianças e adultos, foi fabricada para nos rouber a curiosidade e para matar a vontade de querermos saber o que existe para além do horizonte".
domingo, 7 de novembro de 2010
november rain
So nevermind the darkness
We still can find a way
'Cause nothing lasts forever
Even cold november rain
We still can find a way
'Cause nothing lasts forever
Even cold november rain
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
porque este é o mês...

«Novembro», de Vítor Burity da Silva
«A caminhada destes trinta e cinco anos, desde os primeiros tiros ao dia em que senti o seu fim, a caminhada pelas fugas, pelas matas, as mortes, o desespero, o amor de meninos que sonhavam enquanto corriam, a força de um pai que disfarça a verdade buscando justificações, enquanto um filho o questiona sobre o que se passa e este lhe responde dizendo: «São relâmpagos, filho».
Viagem interior e de esperança, a reflexão pelo tempo, pelas paisagens, pela longa luta, o sangue, a fome, as perdas, a vitória.
Este livro assinala os trinta e cinco anos da independência de um povo, recuando nas memórias e correndo para um futuro que surge todos os dias na planície vermelha de um país. Angola»
«A caminhada destes trinta e cinco anos, desde os primeiros tiros ao dia em que senti o seu fim, a caminhada pelas fugas, pelas matas, as mortes, o desespero, o amor de meninos que sonhavam enquanto corriam, a força de um pai que disfarça a verdade buscando justificações, enquanto um filho o questiona sobre o que se passa e este lhe responde dizendo: «São relâmpagos, filho».
Viagem interior e de esperança, a reflexão pelo tempo, pelas paisagens, pela longa luta, o sangue, a fome, as perdas, a vitória.
Este livro assinala os trinta e cinco anos da independência de um povo, recuando nas memórias e correndo para um futuro que surge todos os dias na planície vermelha de um país. Angola»
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
os livros também têm cheiro
“Os livros só têm dois cheiros: o cheiro a novo, que é bom, e o cheiro a usado que é ainda melhor.”
Ray Bradbury (escritor norte-americano de livros de ficção científica), “Babélia”, 25/7/2009
Ray Bradbury (escritor norte-americano de livros de ficção científica), “Babélia”, 25/7/2009
terça-feira, 26 de outubro de 2010
o gato e o escuro e o 6ºC
O eco poético está muito presente na expressividade que confere ao texto, correndo, no entanto, o risco de se perder o sentido essencial da narrativa. O olhar dos alunos assim o confirmava...
Mas sim, gostaram da história do gatinho amarelo que se delicia em contrariar os conselhos da sua mãe, e ultrapassa a fronteira da luz.
Pintalgato vive sendo alertado pela mãe para que não ultrapasse a fronteira do dia. Mas ele, louco para descobrir o que se esconde sob a sombra da noite, decide aventurar-se e acaba por ter um encontro inusitado com o escuro. Quando volta para a luz do dia, descobre que o seu pêlo, antes amarelo com pintinhas, está preto como a noite, e fica apavorado. Com ajuda da mãe, porém, consegue perceber que o medo do escuro, na verdade, é o medo das ideias escuras que temos sobre o escuro.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
25 Out. 2010

Outubro é o Mês das Bibliotecas Escolares e 25 de Outubro, o dia.
Festeja-se esta data segundo os princípios definidos pela International Association of School Librarianship.
DIVERSIDADE - é tudo o que nos diferencia de algo ou de outro...
DESAFIO - tarefa ou situação que testa habilidades...
RESILIÊNCIA - Capacidade que um indivíduo ou uma população apresenta, após momoento de adversidade, conseguindo se adaptar ou evoluir positivamente frente à situação.
Festeja-se esta data segundo os princípios definidos pela International Association of School Librarianship.
DIVERSIDADE - é tudo o que nos diferencia de algo ou de outro...
DESAFIO - tarefa ou situação que testa habilidades...
RESILIÊNCIA - Capacidade que um indivíduo ou uma população apresenta, após momoento de adversidade, conseguindo se adaptar ou evoluir positivamente frente à situação.
domingo, 24 de outubro de 2010
Alfabeto maluco

A é de Ana, que come banana
B é de barco, que é de Gonçalves Zarco
C é de carro, que lá dentro tem barro
D é de Diogo, que quer comprar um jogo
E é de esdrúxula, que rima com bússola
F é de faca, que corta a vaca
G é de Gonçalo, que vai apanhar um estalo
H é de hidrosfera, que rima com biosfera
I é de irresponsável, que não é amável
J é de José, que cheira a chulé
L é de limão, que não serve para comer com pão
M é de mão, que é para dar um chapadão
N é de nariz, que cheira o giz
O é de ovo, para comer de novo
P é de pato, que tem o pé chato
Q é de quarenta, que é menos de cinquenta
R é de rato, que foge do gato
S é de sapo, que tem um guardanapo
T é de tapete, que tapa o rabanete
U é de uva, que ficou à chuva
V é de Vasco, que está dentro de um frasco
X é de xilofone, que rima com telefone
Z é de Zé, que lava a cara com o pé
José, 5ºB
B é de barco, que é de Gonçalves Zarco
C é de carro, que lá dentro tem barro
D é de Diogo, que quer comprar um jogo
E é de esdrúxula, que rima com bússola
F é de faca, que corta a vaca
G é de Gonçalo, que vai apanhar um estalo
H é de hidrosfera, que rima com biosfera
I é de irresponsável, que não é amável
J é de José, que cheira a chulé
L é de limão, que não serve para comer com pão
M é de mão, que é para dar um chapadão
N é de nariz, que cheira o giz
O é de ovo, para comer de novo
P é de pato, que tem o pé chato
Q é de quarenta, que é menos de cinquenta
R é de rato, que foge do gato
S é de sapo, que tem um guardanapo
T é de tapete, que tapa o rabanete
U é de uva, que ficou à chuva
V é de Vasco, que está dentro de um frasco
X é de xilofone, que rima com telefone
Z é de Zé, que lava a cara com o pé
José, 5ºB
sábado, 23 de outubro de 2010
nunca digas nunca
Com a colaboração da Biblioteca e integrado na área curricular não disciplinar de Área de Projecto, quatro alunos do 9ºC levaram à cena "Nunca na vida comerei tomate", um livro de Lauren Child. A actividade pretendia assinalar o Dia Mundial da Alimentação (16 de Outubro). Os meninos do 3º ano que assistiram à dramatização não resistiram a provar os alimentos a que Lola se rendeu, depois de ultrapassada a sua resistência por comer ervilhas, cenoura, puré de batata, panadinhos de peixe e...claro, o tomate que ela nunca comeria!
Parabéns Marta, Nídia, Tito e Teddy! Formam uma bela equipa!
Na 6ª feira repetirão para os colegas do 6º ano.

Parabéns Marta, Nídia, Tito e Teddy! Formam uma bela equipa!
Na 6ª feira repetirão para os colegas do 6º ano.
domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Concurso nacional de leitura
II Edição do Concurso Nacional de LeituraSe és do 3º ciclo, inscreve-te e participa!
Só necessitas de ler:
1.“Cavaleiro da Dinamarca”, de Sophia de Mello Breyner.
2.“Dietas e Borbulhas”, de Maria Teresa Maia Gonzalez.
3.Conto “Nero”, da obra “Bichos”, de Miguel Torga.
A Prova de Selecção terá lugar a 5 de Janeiro, às 14 horas, no Auditório da escola.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
celebrando...

MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
• Exposição “ As mulheres na República”
até 15 Out.
• Visita guiada à Biblioteca – 5ºs anos – de 8 a 15 de Out.
Entrega de livros no âmbito do PNL (Projecto Ler+ para Vencer)
• Animação no Auditório – Dia da Alimentação
Dramatização do livro “ Eu nunca na vida comerei tomate”, de Lauren Child
3ºs e 4ºs anos da Escola D.Manuel I – 22 Out.
6ºs anos – 29 Out.
• Abertura do Concurso Nacional de Leitura – Divulgação das obras para o concurso a nível de escola
sábado, 9 de outubro de 2010
livro do mês: As aventuras de Tom Sawyer

Aproveitando o mês de Outubro, em que se celebram as Bibliotecas Escolares, a BE/CRE dá início à divulgação do LIVRO DO MÊS.
Decidimos começar com AS AVENTURAS DE TOM SAWYER, numa singela homenagem ao seu autor, Mark Twain, no ano em que se assinala o centenário da sua morte.
TWAIN, Mark, pseud. - As Aventuras de Tom Sawyer. Porto : Público Comunicações Social SA, imp. 2004. 253 p. ISBN 84-9789-498-7
"As Aventuras de Tom Sawyer", publicado originalmente em 1876, é a personificação do rapazinho que cada criança quer ser: livre, aventureiro, moral e inteligente. Nascido no coração do Sul, no Missouri, Tom parece-se com o seu autor, Samuel Clemens (o verdadeiro nome de Mark Twain), quando novo: um rapaz incapaz de viver na rotina, espirituoso e possuidor de um forte sentido do bem e do mal. Tom é órfão, vive com a sua tia Polly e com os seus primos e adora faltar à escola para ir pescar. A sua tia faz o melhor que pode, tentando domesticá-lo, ao arrastá-lo para a igreja e ao punir as suas rebeliões.
Em várias tropelias e aventuras, Tom e os seus amigos procuram tesouros em casas assombradas, escondem-se numa ilha deserta e anseiam ser piratas e ladrões. E quando Tom e Huck visitam à noite um cemitério, pois acreditam que tal passeio é uma cura milagrosa para as verrugas, e testemunham um assassinato, não têm outro remédio senão fugir de St. Petersburgo.
“Mark Twain viaja até ao universo infantil recriando as brincadeiras e as travessuras dos miúdos. Mas não se esquece de reencontrar, por outro lado, a beleza e a ingenuidade que só uma criança pode ter. E Tom Sawyer, tal como o seu amigo Huck Finn, encarnam na perfeição essa ingenuidade: tudo neles é puro e espontâneo. Dos sentimentos que transparecem das suas atitudes, sempre repletas de nobreza e humanidade, até às suas crenças e superstições, algumas delas simplesmente hilariantes, os dois miúdos transformam-se em seres humanos ideais: imperfeitos, mas com bom coração.
A preocupação de Twain em enaltecer o que há de bom e puro no ser humano, isto é, nas crianças que ainda conservam na sua essência a bondade e a generosidade como valores maiores, de forma espontânea, é notória ao longo da obra.”
Diego Armes dos Santos in Guia de leitura.
Colecção geração público. Público: Porto, cop. 2004
Mark Twain é o pseudónimo literário de Samuel Langhorne Clemens (1835-1910), popular autor americano e jornalista famoso pelo seu humor. Foi tipógrafo e piloto de barcos a vapor no Mississípi durante a guerra civil americana. Escreveu livros de viagens e celebrizou-se com as obras As Aventuras de Tom Sawyer e As Aventuras de Huckleberry Finn.
Decidimos começar com AS AVENTURAS DE TOM SAWYER, numa singela homenagem ao seu autor, Mark Twain, no ano em que se assinala o centenário da sua morte.
TWAIN, Mark, pseud. - As Aventuras de Tom Sawyer. Porto : Público Comunicações Social SA, imp. 2004. 253 p. ISBN 84-9789-498-7
"As Aventuras de Tom Sawyer", publicado originalmente em 1876, é a personificação do rapazinho que cada criança quer ser: livre, aventureiro, moral e inteligente. Nascido no coração do Sul, no Missouri, Tom parece-se com o seu autor, Samuel Clemens (o verdadeiro nome de Mark Twain), quando novo: um rapaz incapaz de viver na rotina, espirituoso e possuidor de um forte sentido do bem e do mal. Tom é órfão, vive com a sua tia Polly e com os seus primos e adora faltar à escola para ir pescar. A sua tia faz o melhor que pode, tentando domesticá-lo, ao arrastá-lo para a igreja e ao punir as suas rebeliões.
Em várias tropelias e aventuras, Tom e os seus amigos procuram tesouros em casas assombradas, escondem-se numa ilha deserta e anseiam ser piratas e ladrões. E quando Tom e Huck visitam à noite um cemitério, pois acreditam que tal passeio é uma cura milagrosa para as verrugas, e testemunham um assassinato, não têm outro remédio senão fugir de St. Petersburgo.
“Mark Twain viaja até ao universo infantil recriando as brincadeiras e as travessuras dos miúdos. Mas não se esquece de reencontrar, por outro lado, a beleza e a ingenuidade que só uma criança pode ter. E Tom Sawyer, tal como o seu amigo Huck Finn, encarnam na perfeição essa ingenuidade: tudo neles é puro e espontâneo. Dos sentimentos que transparecem das suas atitudes, sempre repletas de nobreza e humanidade, até às suas crenças e superstições, algumas delas simplesmente hilariantes, os dois miúdos transformam-se em seres humanos ideais: imperfeitos, mas com bom coração.
A preocupação de Twain em enaltecer o que há de bom e puro no ser humano, isto é, nas crianças que ainda conservam na sua essência a bondade e a generosidade como valores maiores, de forma espontânea, é notória ao longo da obra.”
Diego Armes dos Santos in Guia de leitura.
Colecção geração público. Público: Porto, cop. 2004
Mark Twain é o pseudónimo literário de Samuel Langhorne Clemens (1835-1910), popular autor americano e jornalista famoso pelo seu humor. Foi tipógrafo e piloto de barcos a vapor no Mississípi durante a guerra civil americana. Escreveu livros de viagens e celebrizou-se com as obras As Aventuras de Tom Sawyer e As Aventuras de Huckleberry Finn.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
outubro- mês das bibliotecas escolares
Outubro é o mês das Bibliotecas Escolares, este ano sob o lema “Literacia e Aprendizagem na Biblioteca Escolar”. Durante este mês a biblioteca levará a cabo várias actividades. Mantém-te atento!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
os náufragos
O barco bateu no rochedo e naufragou, por fim. Metemo-nos num bote e remámos corajosamente durante umas três léguas para alcançar terra.Quando chegámos a terra, vimos uma coisa a boiar. Era uma garrafa com um mapa lá dentro. Apanhámos a garrafa e vimos que, além do mapa, estava também uma chave cheia de musgo que parecia ter mais de cem anos. O mapa era da ilha, e pelo que percebemos havia uma cascata em forma de águia.
Chegámos lá e encontrámos uma escritura Maia. O Joel, o arqueólogo da equipa, leu o que lá estava e disse que a única maneira de continuar era atravessar a cascata. Eu e o Boris ficámos sem saber o que fazer. Eu fui buscar a âncora do bote e atirei à boca da águia. Depois fui a correr e saltei tipo Tarzan, mas não correu lá muito bem, pois a água empurrou-me para baixo e tivemos que passar ao plano B: B de Boris.
O Boris era um antigo fuzileiro russo especialista em bombas, armadilhas, desactivação de explosivos e minas. O Boris fez rebentar uma pedra gigante e cada um de nós levou uma pedra média arredondada. Aproximámo-nos da cascata e atirámos as pedras para os olhos e boca da águia. A água parou de correr por uns instantes e nós passámos rapidamente antes que as pedras caíssem. Quando entrámos vimos que era uma gruta pequena com uma porta sem fechadura. Por isso a chave da garrafa não ia servir de nada. Eu encontrei uma passagem muito estreita onde só eu cabia. Entrei e vi que estava do outro lado da porta. A única maneira de a abrir era com uma pedra gigante.
Eu peguei em duas cordas e atirei-as a uma palmeira. Puxei a palmeira, que ficou dobrada, atirei-a e fui buscar uma pedra gigante. Pu-la em cima da palmeira e fui avisar os meus companheiros para se afastarem da porta. Cortei as cordas à palmeira, que se soltou, projectando a pedra contra a porta. Eles saíram e vieram ter comigo. Construímos uma jangada e depois pusemo-nos a andar dali para fora.
TOMÁS ALVES 6ºC
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