Após algumas semanas- a escolha foi mesmo difícil!- aqui divulgamos o nome da "artista" e o desenho vencedor do Concurso "Desenha a tua Fada", desafio lançado apenas aos alunos do 5ºano, que leram e analisaram a obra de Sophia de Mello Breyner: a menina chama-se Inês Martins ( 5ºC) e a "sua" Fada Oriana é este belo desenho
PARABÉNS, Inês! As professoras de português agradecem a colaboração de todos, principalmente dos alunos concorrentes...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
“ A Óclitas ”
Numa terra distante, “O Mundo Dos Doces”,
vivia uma menina chamada Óclitas.Óclitas era uma menina simpática, adorável… mas o único problema dela era que tinha óculos. Toda a gente gozava com ela na escola por ter óculos. A escola era gigante (tinha 5 metros de altura) e por isso Óclitas tinha muitos sítios onde se esconder; mas não era só ela, era também a sua BFF (best friend forever) a Caracóis. Tinha 11 anos, um ano mais nova do que a Óclitas, por isso Óclitas deveria ter 12 anos. O mais engraçado é que elas faziam anos no mesmo dia, hora e segundo, 15 de julho às 22:40. Óclitas não gostava que gozassem com ela; por isso, quando tinha 5 anos, descobriu um mundo distante chamado “Mundo dos Óculos”.
Aos tais 5 anos começou a angariar dinheiro para viajar até lá. Ela conseguiu juntar 150 euros mas precisava de 1000 euros. Ela também tinha uma banda preferida, a ”Casacos de Ferro”. Sabia tudo sobre eles, como por exemplo: as cores preferidas, que eram o azul e o laranja.
No dia dos seus anos receberam uma prenda muito especial (ela e a Caracóis). Receberam 25 euros cada, o que dava para a viagem, mas havia um problema, a mãe da Caracóis não a deixava ir. A Óclitas só soube disso na véspera da viagem, mas foi à mesma ao “Mundo dos Óculos”.
Depois
de alguns meses, Óclitas percebeu que o seu maior sonho não era ir ao “Mundo dos
Óculos” mas sim estar com a sua família. Quando chegou a casa, contou à família
porque tinha regressado e lembrou-se que lhe restavam 100 euros. Foi a casa da
Caracóis e deu-lhe o dinheiro, porque sabia que ela era muito pobre. A Caracóis
à primeira não aceitou, mas como Óclitas insistiu muito, não teve alternativa. Agradeceu
e foram para a escola. Óclitas percebeu que não devia ligar às sabia
que ela em.pecial(ela e ascobriu um mundo distante chamado "pessoas
que diziam coisas sobre ela e, por isso, como ela não ligava, nunca mais
ninguém gozou com ela!
Beatriz Costa - 5º C
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
JÁ O PODES LER...REQUISITA-O NA BIBLIOTECA
A CHERUB é o braço
juvenil dos serviços secretos britânicos (MI5). O grupo foi criado a partir do
pressuposto de que nenhum criminoso desconfiaria de que crianças perfeitamente
normais pudessem ser espiões. Porém, os membros da CHERUB, embora o pareçam,
não são jovens normais, mas sim profissionais treinados com rigor – todos eles
órfãos –, enviados para missões de espionagem contra terroristas e traficantes
de droga temidos internacionalmente.
REPÚBLICA POPULAR
Ryan é o mais recente recruta da CHERUB. Tem apenas 12 anos, acabou a recruta há oito meses e está ainda muito verde. Foi destacado para a sua primeira missão: tornar-se amigo de Ethan Aramov, um miúdo rico e mimado que vive na Califórnia e é neto da mulher que comanda, a partir do Quirguistão, um multimilionário império internacional de crime organizado. Ryan não imagina que a sua primeira missão se vai tornar numa das mais importantes da história da CHERUB...
AGORA TAMBÉM NA NOSSA BIBLIOTECA
Neste livro são-nos apresentados dois contos: «A Menina e a Magia do Vento» e «Uma Amizade Silenciosa». Ambos são
um convite a viajar através da imaginação.
Em «A Menina e a Magia do Vento», a personagem principal faz uma viagem inesperada. A força do sopro do vento levou-a pelo ar e fê-la cair numa nuvem onde, por algum tempo, descobriu uma realidade que desconhecia. Mas um dia voltou a ter saudades da sua casa…
No segundo conto, os personagens não usam a fala dos humanos, mas nem por isso têm menos sensibilidade do que eles. Nesta história dá-se um encontro entre uma estrelinha e uma velha
árvore. Um encontro feliz que põe em evidência a importância da amizade.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
VII FEIRA DO LIVRO USADO
< Está a decorrer a recolha de livros usados para posteriormente se realizar a VII edição da Feira do Livro Usado. Aproveita para rentabilizares aqueles livros que te ofereceram e que nunca lerás...ou para te livrares dos que já não são para a tua idade! Quem sabe se não serão a praia de outros?
A feira realiza-se anualmente com o objetivo de angariar fundos para a biblioteca
escolar;
<Toda
a comunidade escolar pode participar, quer na entrega de livros, quer na sua
venda;
<No
dia da Feira, todos os alunos são convidados a participar, acompanhados da
respetiva professora de Português ou, na sua ausência, de outro professor que
assim o deseje;
<A
presença dos Pais/Encarregados de Educação é sempre bem-vinda;
<Os
livros custam 1 euro ou 0,50 cêntimos, consoante o estado de conservação e o
ano de publicação;
<Pode
também realizar-se troca de livros (em bom estado), procedendo-se da seguinte
forma: o aluno entrega 2 livros e tem direito a escolher 1 dos que estiverem
disponíveis na Feira;
<Para
realizar a troca, serão dados, pela professora de Português, vales
correspondentes ao número de livros entregues;
<Caso
o aluno em questão não goste dos livros disponíveis, o vale, depois de assinado
pela professora, será válido para a Feira do Livro Usado do ano seguinte;
<Os
alunos devem solicitar, junto dos Pais/Encarregados de Educação, a autorização
necessária para entregar os livros na Feira.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
O túmulo Dourado
Era noite na cidade de Tavira, noite e já
tarde, toda a cidade dormia. No silêncio da casa do Damião ouviu-se um estrondo
gigante. Parecia algo a cair. Novo como era e cansado como estava, Damião, de
oito anos, dormia profundamente e não acordou com aquele estrondo gigante,
aliás, ninguém acordou...
No dia seguinte, num sábado, Damião
saiu da cama mais tarde que o habitual, pois na noite anterior ficara a ler e a
ver televisão até mais tarde. Foi ao quintal e viu uma caixa de cartão gigante
no jardim da sua mãe. De imediato, foi chamar os pais:
-Pai, mãe, venham ver isto, rápido! É
urgente!
Os seus pais interromperam as tarefas
que estavam a realizar e foram disparados ao quintal.
-Olhem, é uma caixa!? Vamos ver o que
está lá dentro!- exclamou o pai admirado e confuso ao mesmo tempo.
- Que grande! Deve ter caído durante a
noite, e logo no meu jardim! Lá se foram as minhas flores...-exclamou a mãe
admirada, mas aborrecida.
- Abram! Depressa!- disse Damião,
ansioso.
- Calma, vou buscar a minha tesoura
para cortar a fita-cola!- disse o pai desesperado...
-Olhem, é um túmulo. E Dourado...
Vamos telefonar ao museu da cidade o mais depressa possível. Isto é uma
antiguidade valiosíssima!-exclamou o pai ao abrir a caixa.
Um camião chegou imediatamente a casa
de Damião. Levaram o túmulo para o museu da cidade de Tavira.
O túmulo ficou numa caixa de vidro com uma
placa a dizer:«Descoberto na casa de Damião Pereira da Silva no ano de 2012.».
Matilde Garcia - 5º B
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Concurso Nacional de Leitura - fase escola
No dia 9 de janeiro teve lugar na nossa escola a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura. Dos vinte e três alunos inscritos, compareceram catorze corajosos que vieram mostrar o que sabiam sobre as obras A Lua de Joana e o Mundo em que Vivi, de Maria Teresa Maia Gonzalez e Ilse Losa, respetivamente. Para todos eles, os nossos parabéns!
As vencedoras desta fase do Concurso Nacional de Leitura foram a Mariana Afonso (9.º C), que é uma veterana nestas andanças, sendo já o terceiro ano que representa muito dignamente a nossa escola na fase regional; a Catarina Reis (8.º B) que aceitou, muito relutante, o desafio, mas acabou por vencer, e a Inês Horta, que também já brilhou, no ano passado, na fase regional. Boa sorte para todas e … quem sabe se não é este ano que vamos a Lisboa apoiar uma delas?! Ficamos todos a torcer por isso…
As vencedoras desta fase do Concurso Nacional de Leitura foram a Mariana Afonso (9.º C), que é uma veterana nestas andanças, sendo já o terceiro ano que representa muito dignamente a nossa escola na fase regional; a Catarina Reis (8.º B) que aceitou, muito relutante, o desafio, mas acabou por vencer, e a Inês Horta, que também já brilhou, no ano passado, na fase regional. Boa sorte para todas e … quem sabe se não é este ano que vamos a Lisboa apoiar uma delas?! Ficamos todos a torcer por isso…
leva-o para casa
Suzanne Collins é autora de literatura infantojuvenil e argumentista de programas televisivos infantis, nomeadamente para a Nickelodeon.
A Biblioteca já tem para empréstimo o livro " Os jogos da fome- Livro II- Em Chamas".
A Biblioteca já tem para empréstimo o livro " Os jogos da fome- Livro II- Em Chamas".
Conspirações todo o ano
12 MESES, 12 LIVROS
Chegou à nossa Biblioteca uma das romancistas australianas de maior sucesso : Gabrielle Lord. Agora já podes ler algumas das aventuras de Callum Ormond, o fugitivo de 16 anos. " Conspiração 365" é uma coleção de 12 livros, cada um associado a um mês Boas leituras!
Chegou à nossa Biblioteca uma das romancistas australianas de maior sucesso : Gabrielle Lord. Agora já podes ler algumas das aventuras de Callum Ormond, o fugitivo de 16 anos. " Conspiração 365" é uma coleção de 12 livros, cada um associado a um mês Boas leituras!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
domingo, 30 de dezembro de 2012
Desejo
Victor Hugo
Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
pitada de provérbios
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Entremos,
dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
David Mourão-Ferreira
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
CONCURSO DE LEITURA CHERUB
No
dia 21 de novembro teve lugar, no auditório da escola, o Concurso de Leitura “Cherub”, promovido pela Porto Editora. Os quase
cinquenta alunos que se inscreveram tinham como missão ler, em pouco mais de
uma semana, a última obra desta coleção que tem atraído milhões de jovens no
mundo inteiro. Nem todos conseguiram ler “República Popular” até ao fim, mas
compareceram na hora marcada e resolveram o teste. Os vencedores foram a
Rafaela (8.ºB), a Inês (8.ºB), o Oskar (8.ºB), o Wilson (8.ºA) e o Afonso (9.ºC)
que levaram para casa, respetivamente,
um livro, uma t-shirt e uma caneta. Para todos houve ainda um diploma de
participação e vales de desconto em livros da coleção. Mas mais importante que
tudo foi o facto de todos terem adquirido um pouco mais de gosto pela leitura!
Para conheceres um pouco mais sobre a coleção e o escritor,
visita o site www.mundocherub.com/ e, em seguida, visita também a nossa biblioteca onde encontrarás vários
livros!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - 1ª FASE- ESCOLA
No dia 9 de janeiro, às 14 horas, encontramo-nos na
Biblioteca para a prova de seleção!
Se gostas de ler, contamos contigo! Se não gostas…talvez seja
a oportunidade que te faltava!
Concurso – criação de SLOGAN PUBLICITÁRIO para a Biblioteca Escolar
A BE
pretende dinamizar um Concurso de Slogan
para a BE, cujos objetivos são estimular a criatividade e contribuir para a
promoção da Biblioteca escolar.
Podem concorrer, individualmente, todos os alunos da Escola D. Manuel I.
Os trabalhos terão obrigatoriamente de incluir a palavra BIBLIOTECA e mostrar criatividade e adequação ao contexto a que se destinam.
Podem concorrer, individualmente, todos os alunos da Escola D. Manuel I.
Os trabalhos terão obrigatoriamente de incluir a palavra BIBLIOTECA e mostrar criatividade e adequação ao contexto a que se destinam.
A identificação dos trabalhos deverá ser feita
através do uso de um pseudónimo, que deverá ser colocado no exterior de um
envelope fechado. No interior do envelope constarão os dados de identificação
do candidato: nome, nº, turma.
O concurso realiza-se de acordo com os seguintes prazos:
a) Até 14 de Dezembro – 1ª fase entrega dos envelopes
na BE - 3ºciclo;
b)
até 30 de Janeiro –2ª fase entrega dos envelopes na BE –
2ºciclo;
c) divulgação dos
vencedores: até fim de Fevereiro;
d) Atribuição de
prémios: em data a definir.
O Júri do concurso será constituído
por um elemento do órgão de gestão e pelos elementos da equipa da BE.
(Prémios)
O vencedor receberá um
prémio e o melhor trabalho será utilizado, como slogan da BE, no blogue e em todos os documentos referentes à
biblioteca escolar.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
UM GATO TEM 7 VIDAS
UM GATO TEM 7 VIDAS, de Luísa Ducla Soares A Raquel do 5ºD leu e apresentou à turma este livro. A mim, só a mim, segredou que tinha chorado no fim...É assim a história de um gato que, à medida que cresce, vai gastando as suas sete vidas...aqui fala-se da vida e da morte.
Há segredos que não são para guardar!
Há segredos que não são para guardar!
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