Pedro Seromenho e a sua "caneta
mágica" na E B nº 1 de Tavira, com os alunos do 1º C e 2º A,
no dia 25 de fevereiro.
Decorreu no
dia 22 de fevereiro, na Biblioteca Escolar
da EB1 Nº1 de Tavira, uma sessão com o escritor Pedro Seromenho, onde contou
várias histórias da sua autoria e fez uma ilustração das mesmas, a qual foi
oferecida à BE. Por fim, passou-se à sessão de autógrafos dos livros adquiridos
pelos alunos
das turmas A e B do 1º ano.
O MEU OBJETO PREFERIDO
O meu objeto favorito é a cama, ela que está sempre lá para
mim, feita de madeira com mantas confortantes tal como o colchão. Quando vou
para o quarto, lá está ela de mantas abertas para me deitar e cair num sono
profundo. Ela faz- me sentir como se estivesse num avião que me leva para a
terra dos sonhos de onde não sairá tão cedo.
Vicente Velosa, n.º20, 7.ºF
O meu objeto
preferido é a minha bola. É redonda, laranja e preta. É uma bola da Premier
League, onde joga o Cristiano Ronaldo. Não ocupa muito espaço e, de vez em
quando, eu levo-a para jogar no Polidesportivo, com os meus amigos.
Houve um dia que a minha bola ficou
presa numa árvore. Fiquei aflito e tentei tirá-la de lá. Consegui com a ajuda
do meu pai.
Eu ficaria muito aborrecido se
ficasse sem a minha bola, o meu objeto preferido.
Tiago Miguel,7ºF,nº19
O meu
pequeno lápis
Pode parecer um lápis normal, mas é muito especial para mim, pois tenho-o sempre no meu estojo. Com ele, posso escrever e desenhar, expressar-me como eu quiser. O meu lápis pode ser pequeno, mas desenhar com ele é um prazer. Por vezes, fico a desenhar durante horas. O meu lápis representa a minha imaginação e criatividade.
Carlota Suarez,
Nº2, 7ºF
Cristiano Lopes, Nº 4, 7G
O meu objeto favorito é um colar que a minha avó me deu. Tem uma medalha com uma árvore que significa a paz.
Quando vou para algum lugar distante, eu levo-o para me dar sorte.
Quando estou
triste, eu pego no colar, coloco-o no pescoço e acalma-me. O meu maior medo é
perdê-lo. Para mim, é um símbolo e transmite paz. É que foi oferecido por uma
pessoa muito importante para mim.
Joana Sares,
n.º8, 7.ºG
O meu incensário
O meu incensário é de cor castanha com vários pentagramas e o seu formato é retangular. Eu imagino-o como uma pessoa escura sem reações corporais. Nele consigo expressar os meus sentimentos sem ser julgado, É com ele que “ligo” os meus cristais, para ter uma conexão portátil com ele.
Adoro o meu incensário pois sinto-me seguro e confiante com ele.
Lucas Anica, nº10, 7ºF.
O
MEU OBJETO PREFERIDO
(descrição subjetiva)
O meu objeto preferido é hexagonal, tem uma carga de tinta azul e uma tampa também azul. Ele é o meio de transporte que uso na minha imaginação. Faço linhas e formas que, depois de descodificadas pelo meu cérebro, são lidas. Às vezes, quando me entusiasmo demais, faz-me doer a mão. Este objeto representa quase um amigo para mim, um companheiro que está ao meu lado em tudo o que faço.
O que é?
(R.: A minha caneta)
André Reis,n.º3, 7.ºD
Os meus patins são o suporte que me
leva até onde quero. Eles permitem deslocar-me, saltar e fazer tantas
acrobacias que parece que tenho asas nos pés. Com eles faço aquilo que me faz
feliz, vulgo, dançar sobre rodas.
Lia Palma, n.º15, 7.ºD
O meu objeto favorito são os meus patins. Eles têm quatro rodas em linha. Estas são amareladas, pois estão a ficar gastas devido ao uso que lhes dou. Têm atacadores verdes com duas linhas pretas e duas presilhas pretas. A estrutura é branca em cima e preta em baixo e o patim direito tem um travão atrás. Com eles gosto de patinar horas e horas a ouvir música. As únicas dores que me provocam acontecem quando caio.
Maria Inês Martins Teixeira, nº17, 7ºD
Os meus livros são as cordas que me ligam aos meus sentimentos e à minha criatividade. Eu gosto muito dos meus livros, porque, desde pequena, fui sempre incentivada a ler. Este objeto dá-me o prazer de expressar os meus sentimentos e criar novos textos. Às vezes dão-me dores de cabeça, porque alguns livros que leio não são interessantes.
Miriam Pereira, n.º15, 7.ºG
O meu objeto favorito é uma medalhinha em forma de bailarina que os meus tios me deram. Eles já não vinham a Portugal há algum tempo e, quando vieram, ofereceram- me essa lembrança.
Eu adoro dançar, não perco uma oportunidade para o fazer e eles disseram que era como se fosse eu, mas em forma de medalha. Considero-a como um prémio, uma conquista e vindo deles é muito importante.
Renata Viegas, n.º17, 7.ºG
O meu objeto preferido é a minha almofada, pois é cheia de
tranquilidade e conforto todas as noites. É muito importante para mim uma boa
noite de sono e a minha almofada garante isso.
A minha almofada é grande e muito confortável e junta-se a um
travesseiro de cor branca. Representa a paz e a tranquilidade.
Inês Cruz, n.º9, 7.ºD
A minha guitarra é bege, castanha e
preta, tem seis cordas. Com ela posso tocar música, criar e inventar. As únicas
dores de cabeça que me dá são quando as cordas se partem
ou ela fica desafinada. A minha guitarra, para mim, representa serenidade,
divertimento e momentos felizes.
Diogo Trindade Vieira, N.º5, 7ºD
A
minha Playstation é divertida e não ocupa muito espaço, porque é pequena.
Eu gosto de jogar
nela, porque me consigo divertir.
Não
gosto quando há uma atualização, mas gosto quando elas acabam e finalmente
posso voltar a jogar e me divertir.
A Playstation é o que me liga a alguns amigos que não vejo nem falo todos os dias na escola.
David Viegas, 7.ºG
PARA OS ALUNOS DO 9º ANO
Através da iniciativa «Isto também é comigo!» os alunos do 9.º ao 12.º ano podem, até dia 28 de janeiro, assinalar a Semana da Literacia para as Notícias, escrevendo um texto de opinião sobre um artigo do jornal PÚBLICO. Os textos de opinião, a submeter através de formulário próprio, deverão ter, como limite máximo, apenas 300 palavras e terão de partir de um artigo publicado durante este mês.
Sugere-se que as bibliotecas escolares promovam de forma recorrente esta iniciativa junto dos alunos, contribuindo deste modo para reforçar a ideia de que o jornalismo isento, atento e plural é condição para a liberdade e a democracia, sendo inadiável formar públicos conscientes e consolidar hábitos de consumo de media de qualidade.
A Semana Nacional da Literacia para as Notícias, que é assinalada, entre 24-28 de janeiro, pelo News Literacy Project e pelo grupo de media local The E.W. Scripps Company, tem como objetivo dotar as pessoas de conhecimento, ferramentas e competências que lhes permitam ser mais letradas no mundo das notícias. A iniciativa visa também inspirar os leitores de notícias, professores e alunos, a terem hábitos de consumo de notícias e fortalecer a confiança nas notícias dos media, reforçando o papel do jornalismo credível.
AS PEDRAS
As pedras falam? pois falam
mas não à nossa maneira,
que todas as coisas sabem
uma história que não calam.
Debaixo dos nossos pés
ou dentro da nossa mão
o que pensarão de nós?
O que de nós pensarão?
As pedras cantam nos lagos
choram no meio da rua
tremem de frio e de medo
quando a noite é fria e escura.
Riem nos muros ao sol,
no fundo do mar se esquecem.
Umas partem como aves
e nem mais tarde regressam.
Brilham quando a chuva cai.
Vestem-se de musgo verde
em casa velha ou em fonte
que saiba matar a sede.
Foi de duas pedras duras
que a faísca rebentou:
uma germinou em flor
e a outra nos céus voou.
As pedras falam? pois falam.
Só as entende quem quer,
que todas as coisas têm
um coisa para dizer.
Maria Alberta Menéres
A enorme reputação de Maria Alberta
Menéres como autora infantojuvenil silenciou, de certa maneira, a sua
produção poética. É esse esquecimento injusto que agora se pretende corrigir.
Publicam-se, assim, pela primeira vez, não só os seus livros de poemas, Intervalo,
Cântico de Barro, A Palavra Impercetível, Água-Memória, O Robot Sensível, A
Pegada do Yeti, Os Mosquitos de Suburna e O Jogo dos Silêncios, como ainda
textos e poemas dispersos publicados e inéditos. E se, ainda assim, este
exemplo de vastíssima erudição não bastar, que se leiam as lúcidas palavras de
E. M. de Melo e Castro, posfaciador desta edição: «O melhor é ler e reler,
quantas vezes for necessário...»
Este livro pode ser lido por ti... basta passar pela biblioteca e requisitá-lo.
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que «ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença».
JÁ O PODES REQUISITAR NA TUA BIBLIOTECA!
As quatro histórias que compõem este livro têm como cenário uma fazenda no Brasil e estão ligadas entre si. Os protagonistas são seres vivos inocentes que são afetados pela irresponsabilidade e pela insensibilidade do Homem.
São eles: um pássaro azul, um peixe vermelho, um cavalo louro e uma mangueira frondosa, cheia de sonhos. O tempo passa e as mudanças fazem-se sentir no espaço e na vida de todos os seus habitantes.
«Coração de Vidro é de 1964. Ainda era uma época em que não se falava tanto assim na destruição do equilíbrio ecológico do Planeta. Mesmo assim, como se previsse o que viria, o livro transforma a relação do ser humano com a natureza — e a preservação do meio ambiente — em histórias simples, mas tocantes, de amor e perda. Tantos anos depois, estas fábulas estão aqui para nos fazer pensar que deixar para trás essa magia tem que ver com os riscos à sobrevivência da Terra.»
Gostas de ler? Adoras aventuras e fazer experiências? O Clube dos Cientistas é a coleção perfeita para ti!
Catarina, o Chico e o Carlos são três irmãos curiosos, fascinados pela ciência e sempre em busca de mistérios. Vais divertir-te a ler as suas histórias empolgantes e cheias de ação! Se fores como eles, não vais resistir a ler o Caderno de Experiências até ao fim e pôr mãos à obra.
A Catarina e os gémeos planearam uma viagem de comboio até Madrid com os pais e os primos, para festejar o aniversário do pai. Entusiasmados com este passeio, instalam-se no comboio. Aos poucos, outros passageiros vão chegando, mas há algo em cada um deles que parece suspeito. A tensão paira no ar, quase a fazer lembrar um famoso livro de Agatha Christie. Quando algo grave e inesperado acontece, os jovens mantêm-se unidos e alerta. Mas será isso suficiente para atenuar o clima de medo e resolver mais este mistério?
Junta-te ao Clube dos Cientistas e vem desvendar o Crime no Expresso do Ocidente!
Janeiro é um mês, quase inteiro,
de frio, chuva, nevoeiro.
Um dia estava sentada na areia e vi
uma família de seis pessoas. Nessa
família estavam duas crianças a comer umas bolachas e… Deitaram o pacote para o
chão! Eu fiquei bastante chateada por as crianças terem cometido aquele erro,
mas também por os pais não terem dito nada. O tempo foi passando e cada vez
havia mais lixo na praia: pacotes de sumo,
de bolachas e até pedaços de plástico. Quem passava por aquela “lixeira”
ficava sempre a pensar em quem teria feito aquilo. Eu, bem triste, fui para
casa, sabendo que iria voltar para lá no dia seguinte.
Na manhã seguinte despachei-me
rapidamente e, como morava lá perto, podia ir sozinha à hora que queria. Fui a
correr e quando lá cheguei, deparei-me com uma tragédia… O mar tinha
desaparecido. Caiu-me uma lágrima... estava triste e chateada ao mesmo tempo,
triste porque o mar tinha desaparecido e chateada porque as pessoas estavam a
maltratar as praias.
-Hey, estás aqui? –disse uma voz que
vinha de trás de mim.
Virei-me e vi que era uma amiga minha.
-Olá… -respondi eu, ainda triste.
-O que se passa?- perguntou ela a
aproximar-se a mim.
-O mar desapareceu…
Ela olhou para onde supostamente
estava o mar e disse:
-Não acredito…! Temos de fazer alguma
coisa!
-Eu sei… Mas o quê?- Perguntei-lhe.
-Deixa-me pensar…-disse ela,
pensativa. - Já sei! Podemos falar com alguns presidentes da câmara, rádios…
também podemos fazer cartazes com um número de telefone para as pessoas ligarem
se estiverem interessadas. O que achas?
-Boa ideia! Podemos começar já hoje, se
não te importares, óbvio!
-Está bem, começamos já hoje!
Eu tratei dos cartazes e de ir falar com
os presidentes, e ficou tudo combinado. Eles iriam falar com os habitantes da
cidade, para os comunicar sobre o novo acontecimento.
Enquanto isso, a minha amiga falou com
algumas estações de rádio. Nós tínhamos combinado por telefone que também
poderíamos ir às escolas.
No dia seguinte, conseguimos reunir
mais ou menos 1500 pessoas. Algumas pessoas foram de barco para limpar o alto
mar e outras ficaram na terra, para limpar a costa.
Passadas muitas horas, o mar estava
completamente limpo.
-Estou tão feliz de voltar a ver esta praia
limpa!- Disse eu muito feliz.
-Obrigada por nos ajudarem!- dissemos as
duas em coro.
-De nada!!!- Disseram os voluntários,
felizes por terem ajudado.
Carolina Diogo, 5ºB
Foi efetuada a 1ª sessão da Festa do Cinema Francês na Biblioteca Escolar da EB1 Nº 1 de Tavira, com a colaboração da Prof. Cristina Felício.
A suspeita
Três jovens mulheres
partilham um apartamento em Londres. A primeira trabalha como secretária, a
segunda é uma artista, e a terceira - que pediu ajuda a Poirot - desapareceu,
convencida de que era uma assassina.
Embora não tenha sido
encontrado nenhum corpo ou sequer indícios de crime, a jovem está atormentada.
Poirot terá de fazer uso de toda a sua perspicácia para perceber se a rapariga
desaparecida é inocente, culpada ou simplesmente louca...
Hercule Poirot é a
personagem mais famosa de Agatha Christie. Este agente reformado da polícia
belga é um detetive brilhante, pomposo e de aparência extravagante. Os seus
métodos de investigação são únicos e infalíveis.
Não há mistério que
resista às famosas celulazinhas cinzentas de Poirot.
A festa das
bruxas
Numa festa da Noite
das Bruxas, Joyce, uma jovem fã de livros policiais, confessa ter já assistido
a um assassinato. Mas ela tem fama de contadora de histórias mirabolantes e
ninguém lhe presta atenção. Porém, quando Joyce é encontrada morta nessa mesma
noite, todos se perguntam se esta última história não teria um fundo de
verdade.
Quem de entre os
convidados quereria silenciá-la? Não há ninguém melhor do que Hercule Poirot
para responder a esta questão. Mas nem mesmo para o grande detetive será fácil
desmascarar o assassino…
Hercule Poirot é a
personagem mais famosa de Agatha Christie. Este agente reformado da polícia
belga é um detetive brilhante, pomposo e de aparência extravagante.
Os seus métodos de
investigação são únicos e infalíveis.
Não há mistério que
resista às famosas celulazinhas cinzentas de Poirot.
O mistério do comboio azul
Ruth recebe do pai, um
milionário americano, uma extraordinária jóia que encerra “um rasto de tragédia
e violência”. Embora seja avisada de que não deve transportá-la para fora do
país, Ruth decide levá-la consigo quando parte para Nice a bordo do famoso
Comboio Azul. A notícia do seu assassinato será para todos um imenso choque… e
mais um desafio para Hercule Poirot.
O Mistério do Comboio
Azul (The Mystery of the Blue Train) foi originalmente publicado na
Grã-Bretanha, em 1928, ano em que foi igualmente publicado nos Estados Unidos.
Navio mistério
A Fundação Jorge
Álvares publicou a obra infantojuvenil Navio Mistério — a Nau do Trato, da
autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, com ilustração de Rui Sousa,
oferecendo às bibliotecas escolares exemplares desta obra.
Trata-se de uma ficção
histórica centrada nas extraordinárias viagens anuais realizadas pelos
portugueses entre Macau e o Japão, nos séculos XVI e XVII, a bordo do enorme
navio que passou à História com a designação de Nau do Trato ou Navio Negro e
figura como tema central dos magníficos biombos Namban.
O livro foi
encomendado pela Fundação Jorge Álvares na intenção de interessar jovens do 3.º
ciclo e eventualmente do 6.º ano, pelas peripécias aventurosas vividas por
comerciantes, navegadores e missionários que participaram nesta iniciativa.
Inclui uma parte informativa que permite alargar o conhecimento da ação e
impacte dos missionários em terras do Oriente, num período importante da nossa
História, em que os portugueses contribuíram decisivamente para mediar a
comunicação entre os vários povos da Terra.
Era uma vez um mar que era muito, muito fundo, e um menino chamado Bob que o queria explorar. Ele protegia o mar porque gostava muito de brincar nele. Bob ajudava toda a gente, até os menos afortunados.
Um dia Bob estava a brincar no mar e
reparou que as pessoas à sua volta estavam a deitar lixo para o chão. Imediatamente
foi dizer para pararem, mas eles não o quiseram ouvir e, então, ele ficou
triste.
Passados uns anos,
por causa da poluição e do sol, o mar foi evaporando lentamente até
desaparecer! Bob, que antes brincava
naquele mar, estava triste e queria mudar a situação.
Ele continuou
a dizer às pessoas para porem o lixo no lixo e elas passaram a ouvi-lo.
Com o tempo e
com as chuvas o mar voltou a existir e nunca mais voltou a desaparecer.
Desenho de: Afonso Marques -5ºD
Eu moro ao pé do mar mas não gosto dele, porque quando era pequena quase
me afoguei.
Um dia eu estava com tanta raiva que me fui deitar. Quando acordei ainda
estava chateada e, por isso, fui ao shopping. Lá vi um senhor a vender esponjas por 30
cêntimos e achei estranho ser tão barato, mas fui comprar. Quando cheguei a
casa quis testar a esponja. Atirei-a para a piscina e a água desapareceu.
Decidi também atirar a esponja para o mar e ele desapareceu também.
Fiquei feliz, mas passado algum tempo comecei a sentir-me triste. Então
tive uma ideia: se espremesse a esponja, a água voltava a aparecer? Fiz isso e
o mar voltou.
Nunca mais deixei de amar o mar.
Texto de: Marta Marques, 5ºB