quinta-feira, 15 de maio de 2014



DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA


O Dia Internacional da Família é celebrado anualmente a 15 de maio.
A data foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU que proclamou o dia 15 de Maio como Dia Internacional da Família.
A celebração do dia Internacional da Família visa, entre outros objetivos, destacar:
A importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil;
Reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família;
Chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades desta;
Sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família.

O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

LER…SEMPRE
POR ISSO TEMOS NOVOS LIVROS CHEGADOS À BIBLIOTECA


Sinopse

Leon Leyson tinha apenas dez anos quando os nazis invadiram a Polónia em 1939 e a sua família foi forçada a viver no gueto de Cracóvia. Neste seu livro de memórias, Leon começa por nos descrever uma infância feliz, na sua aldeia natal e felizmente para a família, o seu caminho cruzar-se-ia com o de Oskar Schindler que os incluiu na célebre lista dos trabalhadores da sua fábrica. Na altura com apenas 13 anos, Leon era tão pequeno que tinha de subir para cima de um caixote de madeira para chegar aos comandos das máquinas. Ao longo desta história, que reproduz com autenticidade o ponto de vista de uma criança, Leon Leyson deixa-nos entrever, no meio do horror que todos os dias enfrentavam, a coragem, a astúcia e o amor que foram necessários para poderem sobreviver.





No dia em que Leopoldo fez oito anos, os pais ofereceram-lhe dois livros, tal como acontecia em todos os aniversários desde que tinha nascido! Leopoldo sentiu-se tão triste e infeliz... não gostava mesmo nada de ler. Sempre que tentava fazê-lo, as letras começavam a misturar-se umas nas outras numa grande confusão de rabiscos pretos sem qualquer significado. Mas os pais não entendiam o seu problema e insistiam tanto para que ele lesse que um dia Leopoldo decide fugir de casa! É então que conhece alguém muito especial, um grande amigo, que descobre o que realmente se passa com ele e juntos começam a partilhar muitas e muitas páginas de aventuras, sonhos e fantasia...
O Menino Que Não Gostava de Ler é outro exemplo do excelente trabalho feito por Susanna Tamaro na literatura infantil.




Com "O Segundo Ano da Nossa Escola Fantástica" regressamos ao Colégio das Artes onde vamos encontrar, nesta comunidade de professores e alunos, algumas caras novas. Este ano têm de se preocupar com o sucesso do espetáculo final e com os apoios necessários para continuarem o seu trabalho. Conseguirão estar à altura das expectativas?



Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Maria Teresa Maia Gonzalez oferece-nos aqui a vida de Guilherme, um adolescente de 12 anos, cuja vida sofre mudanças significativas com o divórcio dos pais e a entrada na adolescência. Porém, um dia, chega à sua beira um amigo muito especial que lhe trará muitas alegrias e que nunca o abandonará. O seu nome é Félix.
Guilherme e Félix tornam-se, então, companheiros inseparáveis.
Partilham a mesma casa e vivem juntos momentos emocionantes de vitórias e derrotas, conquistas e perdas… Ambos crescem em conjunto, tornando-se Félix o confidente de Guilherme, o amigo em que pode realmente confiar. Por seu turno, é com Guilherme que Félix conta nos melhores e nos piores momentos.
Contudo, chega o dia em que Guilherme, já adulto, tem de sair de casa e partir para dar início a uma nova fase da sua vida.
E, a partir de então, Félix, sempre fiel, faz dores toda sua vida uma longa espera, que ele acaba por transformar num hino à amizade…


ESTRANHA E MÁGICA HISTÓRIA DE VIVALDO BONFIM

Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo.
Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009








PLANO NACIONAL DE LEITURA
LIVRO RECOMENDADO PARA O 3º CICLO, DESTINADO A LEITURA AUTÓNOMA.

Ao regressar da escola, um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…



segunda-feira, 12 de maio de 2014



Vamos ler outra história sobre o Adamastor e Tétis…à luz da Maria Beatriz Carmo


O olhar assustador e zangado de Adamastor dera lugar a uma expressão serena e apaixonada assim que começou a relatar a primeira vez que avistara Tétis.
Descrevia cada pormenor da sua face, da sua beleza e perfeição e  como se apaixonara de imediato pela bela deusa.
- Mas como poderia eu conquistar aquele coraçãozinho frágil? – relatava ele. – Eu? Um gigante a quem todos temem e querem ver longe!? Confiei, então, esses meus profundos sentimentos a Dóris, mãe de Tétis, que me tranquilizou prometendo uma maneira para que Tétis se apaixonasse por mim e, assim, evitar a guerra que eu ameaçara fazer contra os deuses.
Foi, então, numa noite, que uma ninfa se aproximou dos meus tenebrosos aposentos dizendo, na sua voz melodiosa, que vinha em nome de Dóris e que me trazia a prometida solução.
A ninfa ergueu os seus braços na minha direção e mostrou-me um pequenino frasco de cristal. Peguei nele, examinei-o cuidadosamente e, nisto, a pequena ninfa partiu.
Não havia um rótulo ou algo que me indicasse quais seriam os efeitos do líquido lilás que o frasco continha, mas a mensagem que Dóris me havia deixado era bastante clara; aquela era a minha última e única esperança.
Sem pensar mais no assunto, desenrosco a abertura do frasco e bebo todo o líquido de um só golo.
Comecei por sentir um pequeno enjoo. Depois, estava tudo a andar à roda; perdi por completo a noção do tempo e quando finalmente já estava a sentir-me um pouco melhor e as tonturas começaram a desaparecer, notei que estava diferente: os meus cabelos grisalhos estavam agora limpos e brilhantes, as minhas barbas negras e compridas haviam desaparecido, a expressão carregada nos meus olhos também desaparecera e os meus dentes amarelados mudaram drasticamente para um branco exagerado. A poção transformara-me num jovem e bonito tritão e eu estava preparado para conquistar Tétis.
E foi isso que aconteceu. O meu novo visual chamou de imediato a sua atenção e logo Tétis se apaixonou profunda e verdadeiramente por mim – concluiu Adamastor.
Hoje, vivem juntos e felizes, a governar os mares da costa africana. Mares esses que antes todos temiam e agora veem como uma marca de esperança. Afinal, Adamastor nunca deixou de acreditar no que lhe parecia impossível.

Maria Beatriz Carmo, 9.ºD

                                                                                                                                         

sexta-feira, 9 de maio de 2014




CARAC¥L e CARAC¥LA

Na passada 3ª feira, a biblioteca da escola da estação recebeu os alunos das salas azul e verde do Infantário O ECO. Esta semana foi a vez de convidarmos a sala amarela e aproveitámos a manhã de sol para escutar a história Caracol e Caracola, de Armando Quintero e ilustrada pelo André Letria.
Depois de descobrirmos que ser feio ou bonito é muito mais do que os nossos olhos veem refletido no regato, no charco ou no espelho, cantámos uma canção porque aprendemos que todos somos tão bonitos.

No final, cada um fez o seu caracol em plasticina que estará, agora, a decorar as salas do infantário. E todos são tão bonitos!  


O DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL foi comemorado na biblioteca da escola da estação com a agradável visita da escritora Adelaide Graça, que apresentou o seu livro A FESTA DO BRINCAR, editado pela Editora Fonte da Palavra.
As histórias que compõem esta obra foram apresentadas pela autora aos alunos das turmas de 1.º ano, e juntos embarcaram no mundo do faz de conta
Visitaram a avozinha do Capuchinho Vermelho, participaram na festa de anos do Urso Mateus, quase sentiram o aroma dos pampilhos que crescem nos campos do Alto Minho e aprenderam a receita dos biscoitos perfumados com raspa de laranja e limão.
Hummmm!!! Que delícia!
Através das brincadeiras entre a personagem principal, a Carolina, e a sua avó Laura, histórias onde se misturam saberes e sabores, todos perceberam a importância do convívio com os mais velhos, o cuidado que devemos ter em preservar a Natureza e a valorização de um princípio essencial na nossa sociedade – a Partilha.

Muito obrigada, Adelaide Graça, pela partilha das histórias e de um momento tão rico em palavras e afetos.

LENDAS DE TAVIRA

Nesta 3ª feira, os alunos dos Currículos Específicos Individuais realizaram um percurso na cidade de Tavira para escutarem as Lendas de Mouras: Lenda da Moura do castelo, Lenda da Fonte das Três Bicas e a Lenda do rio Gilão.
Em articulação com as bibliotecas escolares do agrupamento, esta atividade de difusão do património local, enquadra-se num trabalho subordinado ao estudo das lendas do concelho de Tavira, iniciado pela equipa de docentes responsáveis pelos CEI.

Os alunos, depois de conhecerem as lendas, vão elaborar trabalhos de expressão plástica relacionados com o tema, os quais ficarão expostos na biblioteca da escola sede.

quinta-feira, 8 de maio de 2014




Numa iniciativa da Biblioteca Escolar, realizou-se o Concurso “Acordo Ortográfico”, destinado a toda a comunidade educativa. Ao longo de 20 desafios, os alunos, professores e funcionários tiveram oportunidade de mostrar os seus conhecimentos sobre o Novo Acordo Ortográfico.
Foram 114 os participantes repartidos por 89 alunos, 11 professores, 8 assistentes operacionais e 6 funcionários administrativos.

Dos 20 desafios acertaram:
Alunos
1.º - João Teixeira, 7.ºD, n.º14 - 15                          
2.º - Lou D’Dasta Rapenne, 7.ºC, n.º14 - 12                       
3.º - Lourenço Pereira, 6.ºE, n.8 - 11                        

Dos 11 desafios acertaram:
Professores
1.º - Fernanda Gonçalves - 6                                       
2.º ex aequo – Manuel Martins - 5                                         
                        Tiago Pereira - 5                                      

Dos 9 desafios acertaram:
Assistentes Operacionais
1.º ex aequo – Fátima Mateus - 6                                          
                             Lara Neto - 6                                        

Dos 10 desafios acertaram:
Funcionários administrativos
1.º ex aequo – Cristela Melita - 6                                
                        Florbela Martins - 6                                

2.º - Rosa Gonçalves - 4

domingo, 4 de maio de 2014




MINHA MÃE QUE NÃO TENHO

Minha mãe que não tenho    meu lençol
de linho    de carinho    de distância
água memória viva do retrato
que às vezes mata a sede da infância.

Ai água que não bebo em vez do fel
que a pouco e pouco me atormenta a língua.
Ai fonte que eu não oiço    ai mãe    ai mel
da flor do corpo que me traz à míngua.

De que Egipto vieste?    De que Ganges?
De qual pai tão distante me pariste
minha mãe    minha dívida de sangue
minha razão de ser violento e triste.

Minha mãe que não tenho    minha força
sumo da fúria que fechei por dentro
serás sibila    virgem    buda    corça
ou apenas um mundo em que não entro?

Minha mãe que não tenho    inventa-me primeiro:
constrói a casa    a lenha e o jardim
e deixa que o teu fumo    que o teu cheiro
te façam conceber dentro de mim.

Ary dos Santos, in “Antologia Poética”


PARA SEMPRE


Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.



Carlos Drummond de Andrade, in "Lição de Coisas"

quarta-feira, 30 de abril de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014



ADAMASTOR… UM FINAL DIFERENTE

Estávamos então em séculos longínquos que há muito se dissolveram no tempo. Encontrando-se numa floresta de densa e silvestre arvoredo subaquático, Adamastor, um dos mais temíveis gigantes da terra que viera pela primeira vez ao mar, a convite de um tritão seu amigo, vê lá ao longe a divindade Tétis, uma das mais belas deusas oceânicas que passeava na companhia de amigas suas por entre corais e vieiras magníficas de um tamanho surreal.
Adamastor, para tentar impressionar Tétis, propõe a Milreu (o tritão que o acompanhava) para fazerem uma corrida de cavalos-marinhos, e este aceitou. Com a mais alta e veloz cavalaria, o gigante terreno agrupa os corredores em parelhas geometricamente organizadas, com o fim de se destacar aos olhos da filha de Dóris. Ao soar de um canhão e com uma forte e densa chicotada partem as quadrigas marítimas por estradas aquáticas até aqui desconhecidas. No final, foi o fero Adamastor o vencedor honrado, que tanto este prémio ambicionava.
Caído nos alvos braços de Tétis, aquele que do pó nasceu acabava agora de se tornar no infante mais temido de todos os mares, o protetor de Tétis.
Viveram, depois disto, num cristalino palácio juntamente com as hierárquicas cortes, os senhores, os barões, condes e condessas que aquela região subjugavam. Desta forma, um filho da poeira esvoaçante se tornou num nobre deus infante servido por ninfas e valquírias em casas de diamantes.

Tomás Bravo, 9.º C

sábado, 26 de abril de 2014



Adamastor…um final feliz

Adamastor, um gigante dos mares, que aterrorizava navegadores portugueses no caminho para o Oriente, em África, num momento de fraqueza, acabou por desabafar o seu amor por Tétis a Vasco da Gama. Tétis, filha da deusa dos mares, era uma bela ninfa, mas nunca deu importância a Adamastor. 
Este, por seu turno, sabia que, por ser feio e horrendo, nunca teria qualquer hipótese com Tétis. Então, decidiu declarar guerra a Neptuno, como já tinha compartido durante a guerra entre deuses e titãs. Um dia, viu-a a sair da praia, nua, e logo a sua paixão despertou, e nunca mais sentiu maior paixão. Adamastor acabou por informar Dóris, mãe de Tétis, sobre o seu desejo de conquistar a ninfa através da guerra. Dóris contou à filha, e Tétis disse que um amor entre uma ninfa e um gigante era impossível. Adamastor, já sem pensar na guerra, numa noite prometida por Dóris, viu o rosto lindo de Tétis, sozinha e despida. Correu para ela, beijando-a. Ele julgava abraçar Tétis, mas afinal era apenas um monte. Adamastor abraçava o monte como se abraçasse Tétis, transformando-se num penedo, o Cabo das Tormentas. O gigante, triste, abalado e furioso, partiu para outros lugares onde encontrasse quem não se risse dele e do seu desgosto. Como se não bastasse, Tétis cercava-o e envolvia-o nas suas águas, constantemente. 
O que o gigante não esperava era que Tétis, num dia de sol intenso, voltasse a rodeá-lo e a envolvê-lo nas suas águas, mas, desta vez, tinha aparecido a Adamastor para lhe pedir desculpa e declarar-lhe todo o seu amor. O monstro, incrédulo, interrogou Tétis sobre aquele amor tardio, e esta defendeu-se alegando que sempre receava os comentários das outras deusas. Adamastor, feliz, correu para ela e beijou-a, mas desta vez não era ilusão, era mesmo a bela ninfa, a sua amada Tétis.        

Bruna Silva, 9.º C  

sexta-feira, 25 de abril de 2014


«QUEM A TEM…»


Não hei de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
                          
Eu não posso senão ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei de morrer sem saber.

Trocaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora escondam tudo

me queiram cego e mudo,
não hei de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.

Jorge de Sena (1956)





MÚSICA QUE TRANSBORDA LIBERDADE

25 de Abril: a "playlist" de Paulo de Carvalho 40 anos depois
Se o 25 de Abril fosse hoje, que músicas sairiam à rua?
E no Portugal democrático não falta música “corajosa”, a transbordar liberdade nas letras e a denunciar o que nos aprisiona: o desemprego, a precariedade, a ausência de futuro.
O desafio do P3 foi esse mesmo: compor uma "playlist" para uma “revolução moderna” (a expressão é nossa). Que músicas (e que músicos) fazem atualmente cantigas de intervenção? Se o 25 de Abril fosse hoje, que sons sairiam à rua?


In P3









quarta-feira, 23 de abril de 2014



DIA MUNDIAL DO LIVRO

Para comemorar o Dia Mundial do Livro, a biblioteca da escola da estação tem patente uma exposição de livros novos, acabadinhos de chegar.
Há muito que não recebíamos tão boas visitas, personagens que já conhecemos e outras de quem só tínhamos ouvido falar… Vem conhecer as fantásticas aventuras da nossa amiga Mimi, as façanhas do Gerónimo Stilton, o Senhor do seu nariz, histórias de animais e poemas variados, tudo isto à tua espera na biblioteca.
Livros, livros novinhos em folha!








OS LIVROS

Apetece chamar-lhes irmãos,
 tê-los ao colo,
 afagá-los com as mãos,
 abri-los de par em par,
 ver o Pinóquio a rir
 e o D. Quixote a sonhar,
 e a Alice do outro lado
 do espelho a inventar
 um mundo de assombros
 que dá gosto visitar.
 Apetece chamar-lhes irmãos
 e deixar brilhar os olhos
 nas páginas das suas mãos.



Pela casa fora, José Jorge Letria





 Levou-me um livro em viagem
 não sei por onde é que andei
 Corri o Alasca, o deserto
 andei com o sultão no Brunei?
 P’ra falar verdade, não sei

 Com um livro cruzei o mar,
 não sei com quem naveguei.
 Com marinheiros, corsários,
 tremendo de febres e medo?
 P’ra falar verdade não sei.

 Um livro levou-me p’ra longe
 não sei por onde é que andei.
 Por cidades devastadas
 no meio da fome e da guerra?
 P’ra falar verdade não sei.

 Um livro levou-me com ele
 até ao coração de alguém
 E aí me enamorei -
 de uns olhos ou de uns cabelos?
 P’ra falar verdade não sei.

 Um livro num passe de mágica
 tocou-me com o seu feitiço:
 Deu-me a paz e deu-me a guerra,
 mostrou-me as faces do homem
 – porque um livro é tudo isso.

 Levou-me um livro com ele
 pelo mundo a passear
 Não me perdi nem me achei
 – porque um livro é afinal…
 um pouco da vida, bem sei.

O G é um gato enroscado, João Pedro Mésseder


O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (também chamado de Dia Mundial do Livro) é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura, a publicação de livros e a proteção dos direitos autorais. O dia foi criado na XXVIII Conferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de outubro e 16 de novembro de 1952 .