sábado, 7 de janeiro de 2012

o arco-íris


Era uma vez um arco-íris. Os meninos olhavam para ele e diziam que era muito feio sem cores e eles decidiram encontrar as cores do arco-íris.
A primeira cor do arco-íris estava numa maçã vermelha, a segunda cor estava no sumo de laranja, a terceira cor estava no sol, a quarta cor estava na relva, a quinta cor estava no céu, a sexta cor estava num laço cor de rosa de uma menina.
E a última cor estava num lindo pote de ouro.
E depois no fim de o arco-íris ter todas as cores eles disseram:
- O arco-íris está lindo!
Margarida Soares, 2ºB

os três reis magos


OS TRÊS REIS MAGOS

Era uma vez três reis magos e eles gostavam muito do menino Jesus, e para mostrar que gostavam muito dele compraram: ouro, incenso e mirra.
No dia seguinte eles estavam no deserto e não conseguiam encontrar o caminho, então na noite de Natal eles viram uma estrela cadente que os guiou até a caminha de Jesus.
E depois todos festejaram.
Margarida Soares, 2ºB

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

dia de reis

Algumas das mais recentes investigações atribuem aos Magos origem babilónica. A cidade da Babilónia, hoje território iraquiano, situava-se a oriente de Jerusalém, a uma distância de apenas 900 quilómetros. Os babilónios eram um povo que remontava ao terceiro milénio A.C. e que possuía grandes tradições astronómicas. No Museu Britânico, encontram-se placas de barro, de origem babilónica, com caracteres cuneiformes, designadas por «almanaques», contendo registos astronómicos da época próxima ao nascimento de Cristo. Embora esses registos não mencionem directamente um fenómeno que possa ser candidato a Estrela de Belém, este argumento pode pesar bastante a favor da Babilónia para lugar de origem dos Magos. Principalmente quando se acredita que a estrela que os terá guiado pode ter sido um fenómeno astronómico visível ou previsível.

A idade das trevas- volume II



Raptados por um dragão no final do primeiro volume desta trilogia, Edmund e Elspeth acordam na imensidão gelada das Terras da Neve, onde são descobertos por Fritha. Edmund pede-lhe que os ajude a voltar para casa, mas Elspeth discorda, pois sente que o destino da espada mágica está prestes a cumprir-se...



Lê mais em "O livro da espada"! Procura-o na tua Biblioteca!
NOVOS LIVROS NA TUA BIBLIOTECA - " O regresso dos dragões", de A. J. Lake


Estamos na Idade das Trevas e algo de terrível está prestes a acontecer. Um navio, saído do cais de Noviomagus em direcção à Gália, vê-se apanhado numa tempestade feroz e acaba por naufragar. Só duas pessoas se salvam, duas crianças, Edmund, o filho de um rei que tenta a todo custo ocultar a sua verdadeira identidade, e Elspeth, a filha do capitão do navio. Os dois vão dar à costa em cima de um misterioso baú. Aagard, um velho e antigo conselheiro do rei de Wessex, encontra-os na praia e leva-os para sua casa. Parecia saber que estas duas crianças apareceriam por ali e revelou-se também muito interessado no baú, dentro do qual reside um grande mistério: uma espada de cristal, forjada no princípio dos tempos, com o objectivo de derrotar deuses temíveis e dragões.Sem o querer, Edmund e Elsepth estarão ligados a esta espada e a todas as responsabilidades que acarreta. Iniciarão uma viagem perigosa por mundos desconhecidos e descobrirão segredos escondidos há muito, muito tempo. Entrarão num mundo fantástico e terão de enfrentar perigos que julgavam não existir em nome do Bem e da amizade.
Autor: A. J. Lake
Data da primeira Edição : 2006

Robert Muchamore




ROBERT MUCHAMORE, por Robert Muchamore
"Sempre gostei muito de ler, mas aos 12/13 anos deixei de gostar dos livros próprios para adolescentes, mas ainda era um pouco novo de mais para ler livros para adultos. Essa foi a principal motivação para escrever CHERUB - O Recruta: escrever aquilo por que tinha procurado aos meus treze anos de idade.- Começar a escrever um livro. Podemos sempre começar por escrever pequenos contos e artigos. Depois, mostrá-los ao maior número de pessoas possível e pedir-lhes a opinião. Se soubermos ouvir as críticas, podemos melhorar e ganhar mais confiança. Quando já tivermos praticado muito, podemos tentar escrever um romance. Só precisamos de uma ideia boa!"
Adaptado de Robert Muchamore, http://www.cherubcampus.com/

Chegados recentemente a este canto os últimos livros deste autor. Procura-os e atreve-te!
"A QUEDA"
"CÃES DANADOS"
" O SONÂMBULO"

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Luís Braille- Criador do sistema de leitura para cegos


Luís Braille, nascido a 4 de janeiro de 1809, em Paris, foi o criador do sistema de leitura para cegos que recebeu seu nome, braille.

“Por que foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem”
José Saramago, Ensaio Sobre a Cegueira

domingo, 18 de dezembro de 2011

leitores e ouvintes

A festa de entrega do prémio do melhor leitor do 1º período decorreu num ambiente especial; aqui misturaram-se artes literárias com artes musicais, abrilhantadas com as artes comunicativas dos nossos monitores Margarida e Tomás.
As alunas Andreia e Ana presentearam os presentes com algumas músicas, que silenciaram mesmo os mais contrariados da plateia (último dia de aulas e eles fechados na biblioteca!)...
Finalmente a professora Marta Paiva entregou o prémio à aluna do 7ºA, Jessica Farinha, que se distinguiu como a melhor leitora do 1º período.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Caduca e o Pai Natal


A Caduca e o Pai Natal

Era uma vez uma árvore chamada Caduca. A Caduca vivia muito solitária num pequeno bosque.

O Pai Natal, que costumava passar pelo bosque, viu a Caduca e perguntou-lhe:

- Então, Caduca ainda continuas aí tão sozinha?

- Pois é, ninguém plantou mais árvores ao pé de mim!

- Não te preocupes que eu trato já de tudo - disse o Pai Natal.

- Oh Pai Natal, o que vais fazer?

- Já vais ver, volto já.

Pouco depois, o Pai Natal voltou e plantou dois pinheirinhos ao pé da Caduca.

Como era véspera de Natal, o Pai Natal disse:

- Olha, Caduca, não fiques triste, pois estes amiguinhos irão crescer depressa e serão os teus novos amigos. Adeus… ainda tenho muitas prendas para distribuir.

- Mas como se chamam estes amiguinhos? – perguntou a Caduca.

- São os pinheirinhos Leandro e Pedro.

- Obrigada, Pai Natal. Adeus.

- Adeus, Caduca. E cuida bem deles.

Alguns dias depois, como que por magia os dois pinheirinhos cresceram muito verdinhos.

Começou a nevar porque o inverno chegara.

A Caduca começou a ficar com muito frio e toda coberta de flocos de neve.

Os seus novos amigos, que gostavam dela como mãe, aproximaram os seus ramos da Caduca e aqueceram-na durante todo inverno.

Finalmente, chegou a primavera e os três amigos e os animais do bosque fizeram uma grande festa, pois o bom tempo regressou e à Caduca começaram a nascer-lhe as primeiras folhinhas.

2/12/2011

Mara – 3º B

mais livros, melhor leitor




Dentro de momentos teremos o prazer de entregar o prémio de MELHOR LEITOR do 1º período à aluna do 7º A, Jessica Farinha. A cerimónia contará com a participação musical das alunas Ana Andrade( 8ºA- clarinete) e Andreia Bagarrão (7ºE- flauta). Brevemente testemunharemos o evento com algumas fotografias. PARABÉNS, Jessica!!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Ana leu e contou-nos...

A Ana Maria Lacatus, aluna do 2º ano, escreveu um texto muito bonito a propósito da História da Branca de Neve e os Sete Anões, a partir do livro com o mesmo título, que requisitou na biblioteca da nossa escola. O desenho também ficou muito lindo. Clica na imagem e lê o que a Ana partilhou connosco.

Parabéns, Ana Maria!


sábado, 10 de dezembro de 2011

zona letal, espaço vital
















No passado dia 22 de novembro, a turma B do 6º ano teve o privilégio de visitar a exposição patente no Palácio da Galeria -"Zona letal, espaço vital" e participar na atividade "Poesia japonesa haiku e haicai". Depois de uma breve introdução à poesia japonesa e a partir dos haikus e haicai dos poetas
Bashô, Busson, Issa e Shiki, os alunos, munidos de tinta da china e de um pincel chinês, transportaram livremente para o papel o que iam ouvindo dos poemas, criados a um ritmo pausado,de modo a sugerir uma narrativa possível de ser ilustrada.
A poesia japonesa tem uma forma própria de ser escrita. Na sua língua original, tratam-se sempre de três versos, o primeiro com cinco sílabas, o segundo com sete sílabas e o terceiro com cinco sílabas novamente. O haiku foi inventado há centenas de anos no Japão e é a forma poética mais reduzida do mundo.Este pequeno poema pode descrever sentimentos importantes que nós temos pelo que nos rodeia, acerca da natureza, dos animais, das cores, das estações do ano num
local e período de tempo específico. Por exemplo, falar de uma cascata no fim do Inverno quando derretem as primeiras neves. Esta poesia fala dos contrastes que existem na natureza, sentimentos acerca de um assunto ou objeto, emoções que incluem felicidade, tristeza, solidão,
alegria, medo, esperança, surpresa, fascínio, coragem... esta poesia expressa
um sentimento e muitas vezes contém uma surpresa.
Todas estas emoções podem ser transpostas para o desenho, relacionando-o com a escrita.

No Inverno, à chuva,
e nem sequer um chapéu -
pois é! Ora, ora!

Acendes o fogo;
vou mostrar-te esta beleza:
uma bola de neve!

Varrendo o jardim,
a neve ficou esquecida
pela vassoura.

Lua cheia, Outono
caminhei a noite inteira
ao redor do lago.

As primeiras chuvas
o macaco também quer
um manto de palha.

Acender a vela
pegando numa outra vela;
noite de Primavera.

Brilha um relâmpago!
O som das gotas caindo
por sobre os bambus.

Torna-se a raposa
num belo principezinho;
noite de Primavera.

No fundo do tanque
mergulhou uma sandália;
saraiva caindo.

A vaca aparece
emergindo da neblina
Muu! Muu!

Ó caracol, vai
subindo o Monte Fuji
lento, lento, vai!

Ao bater na mosca,
acabei por acertar
numa planta em flor.

As nuvens vagueiam;
uma formiga a subir
para a pedra negra.

Eis o velho tanque;
uma rã salta e mergulha
o baque na água.

A tesoura hesita
ante o alvo crisântemo
por um só momento.

Saindo da caixa,
eis estas duas bonecas:
como as pude esquecer?

Podia comê-la
aquela neve a cair
tão leve, tão leve!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

caminhantes na biblioteca



Na sexta-feira, aproveitando os "Percursos educativos", duas turmas de Santa Luzia vieram à feira do livro. Alguns alunos leram livros sugeridos pela professora Susana, que também encantou os meninos com as histórias que lhes contou. Consta que continuaram o caminho mais felizes...