quinta-feira, 9 de outubro de 2014

NOVIDADES QUE PODES ENCONTRAR NA NOSSA BIBLIOTECA …E REQUISITAR

Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo.

Hermann Hesse





quarta-feira, 8 de outubro de 2014

COMEMORAÇÃO DO DIA EUROPEU DO INVESTIGADOR




VISITA DE ESTUDO A OLHÃO
No dia 26 de setembro, duas turmas do 6º ano da Escola Básica D. Manuel I de Tavira foram a Olhão a fim de participar em diversas atividades comemorativas do Dia Europeu do Investigador.
Com partida às 9.15, as turmas do 6º A e 6ºC da Escola Básica D. Manuel I, acompanhadas pelos professores Anabela Miranda, Isabel Sousa e Orlando Almeida, foram ao Ria Shopping de Olhão para comemorar o Dia Europeu do Investigador.
Lá, fizeram as seguintes atividades: jogaram xadrez, fizeram apitos/ buzinas com palhinhas, atiraram tubos com água através da pressão do ar, jogaram jogos de perguntas onde quem acertava recebia prémios, foram a um planetário insuflável, viram cartazes e panfletos que os informavam e alertavam para vários perigos na Natureza, fizeram helicópteros e peões de papel, viram um tubarão embalsamado, dois tapetes com diferentes jogos educativos para crianças pequenas e um outro tapete onde podiam aprender a fazer a reanimação (Suporte Básico de Vida) numa criança e num adulto.
Depois das muitas atividades, foram almoçar nos restaurantes do Ria Shopping. Seguidamente, foram ao parque, ao salão de jogos e ao café para se divertirem e petiscarem mais qualquer coisa.
Às 14 horas voltaram para Tavira.
Texto: Marta Santos, 6ºA

terça-feira, 7 de outubro de 2014

As férias de A a Z, por Manuel Neto - 6ºA



Adorei o peixe que comi, lambi os lábios quando o vi.  
Bebi uma Bmonada, mas prefiro pura limonada.
Carros eu gosto, vi um a bater num poste.
Dei-me ao trabalho de descascar um alho.
Estive com o Guilherme que tinha a cara de um verme.
Falei com o amigo Manel, depois de provar papel.
Guerreei com um amigo meu, até de dor gemeu.
Havia muita trovoada, mesmo ali na minha estrada.
Ia eu a passear alegre, parecia que estavam todos com febre.
Joguei um dia computador, de não me levantar… fiquei com dor.
“Lei são regras que temos de cumprir”, li isso enquanto estava a rir.
Minha prima veio a Portugal, não a vi pois estava no Pinhal.
Nadei, nadei que até me fartei.
O telefone tocava, enquanto eu rimava.
Passeei no jardim com o meu amigo Joaquim.
Que rico homem me ajudou, com a sua bondade até me espantou.
Risadas dei quando um jogo joguei.
Sumol é bom a ouvir um bom som.
Treinei o meu cão com um pão.
Usei uma camisola, enquanto jogava à bola.
Vi cinema até quase me fartar, mas infelizmente tive de parar.
Xilofone não sei tocar, mas tentaram-me ensinar.
Zanguei-me com alguém, só não me lembro com quem.

domingo, 5 de outubro de 2014


Os professores

Texto de Valter Hugo Mãe
Jornal de Letras, 19 Set 2012

       Achei por muito tempo que ia ser professor. Tinha pensado em livros a vida inteira, era-me imperiosa a dedicação a aprender e não guardava dúvidas acerca da importância de ensinar. Lembrava-me de alguns professores como se fossem família ou amores proibidos. Tive uma professora tão bonita e simpática que me serviu de padrão de felicidade absoluta ao menos entre os meus treze e os quinze anos de idade. A escola, como mundo completo, podia ser esse lugar perfeito
... Ver mais de liberdade intelectual, de liberdade superior, onde cada indivíduo se vota a encontrar o seu mais genuíno, honesto, caminho. Os professores são quem ainda pode, por delicado e precioso ofício, tornar-se o caminho das pedras na porcaria de mundo em que o mundo se tem vindo a tornar. Nunca tive exatamente de ensinar ninguém. Orientei uns cursos breves, a muito custo, e tento explicar umas clarividências ao cão que tenho há umas semanas. Sinto-me sempre mais afetivo do que efetivo na passagem do testemunho. Quero muito que o Freud, o meu cão, entenda que estabeleço regras para que tenhamos uma vida melhor, mas não suporto a tristeza dele quando lhe ralho ou o fecho meia hora na marquise.
Sei perfeitamente que não tenho pedagogia, não estudei didática, não sou senão um tipo intuitivo e atabalhoado. Mas sei, e disso não tenho dúvida, que há quem saiba transmitir conhecimentos e que transmitir conhecimentos é como criar de novo aquele que os recebe. Os alunos nascem diante dos professores, uma e outra vez. Surgem de dentro de si mesmos a partir do entusiasmo e das palavras dos professores que os transformam em melhores versões. Quantas vezes me senti outro depois de uma aula brilhante. Punha-me a caminho de casa como se tivesse crescido um palmo inteiro durante cinquenta minutos. Como se fosse muito mais gente. Cheio de um orgulho comovido por haver tantos assuntos incríveis para se discutir e por merecer que alguém os discutisse comigo. Houve um dia, numa aula de história do sétimo ano, em que falámos das estátuas da Roma antiga. Respondi à professora, uma gorduchinha toda contente e que me deixava contente também, que eram os olhos que induziam a sensação de vida às figuras de pedra. A senhora regozijou. Disse que eu estava muito certo. Iluminei-me todo, não por ter sido o mais rápido a descortinar aquela solução, mas porque tínhamos visto imagens das estátuas mais deslumbrantes do mundo e eu estava esmagado de beleza. Quando me elogiou a resposta, a minha professora contente apenas me premiou a maravilha que era, na verdade, a capacidade de induzir maravilha que ela própria tinha. Estávamos, naquela sala de aula, ao menos nós os dois, felizes. Profundamente felizes. Talvez estas coisas só tenham uma importância nostálgica do tempo da meninice, mas é verdade que quando estive em Florença me doíam os olhos diante das estátuas que vira em reproduções no sétimo ano da escola. E o meu coração galopava como se estivesse a cumprir uma sedução antiga, um amor que começara muito antigamente, se não inteiramente criado por uma professora, sem dúvida que potenciado e acarinhado por uma professora. Todo o amor que nos oferecem ou potenciam é a mais preciosa dádiva possível. Dá-me isto agora porque me ando a convencer de que temos um governo que odeia o seu próprio povo. E porque me parece que perseguir e tomar os professores como má gente é destruir a nossa própria casa. Os professores são extensões óbvias dos pais, dos encarregados pela educação de algum miúdo, e massacrá-los é como pedir que não sejam capazes de cuidar da maravilha que é a meninice dos nossos miúdos. É como pedir que abdiquem de melhorar os nossos miúdos, que é pior do que nos arrancarem telhas da casa, é pior do que perder a casa, é pior do que comer apenas sopa todos os dias. Estragar os nossos miúdos é o fim do mundo. Estragar os professores, e as escolas, que são fundamentais para melhorarem os nossos miúdos, é o fim do mundo. Nas escolas reside a esperança toda de que, um dia, o mundo seja um condomínio de gente bem formada, apaziguada com a sua condição mortal mas esforçada para se transcender no alcance da felicidade. E a felicidade, disso já sabemos todos, não é individual. É obrigatoriamente uma conquista para um coletivo. Porque sozinhos por natureza andam os destituídos de afeto. As escolas não podem ser transformadas em lugares de guerra. Os professores não podem ser reduzidos a burocratas e não são elásticos. Não é indiferente ensinar vinte ou trinta pessoas ao mesmo tempo. Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento. E um país que forma os seus cidadãos e depois os exporta sem piedade e por qualquer preço é um país que enlouqueceu. Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada.
Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.



FELIZ DIA DOS PROFESSORES!



Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno se sentir feliz
pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés...

sábado, 4 de outubro de 2014



                  As Férias de A a Z
Apanhei conchinhas e pedrinhas.
Balancei no barco e vi peixes no charco.
Chama corada que eu chamo queimada.
Deitei-me cansada, mas bem aconchegada.
Enrolei-me na areia e comi aveia.
Fiquei queimada e já estou chateada.
Gostei da praia, ia sempre de saia.
Hortas tratei, couves apanhei.
Inicio das férias, doem-me as artérias.
Joana banana, levou com uma cana.
Laca para o cabelo, que belo.
Mergulhei no mar, já estava a queimar.
No mar nadar, ver gaivotas a voar.
Os belos dias é o que acha o Matias.
Percursos percorri, mas muito eu comi.
Que lindo que é o mar, vamos todos nadar.
Ri e corri; claro, também caí.
Sim, está calor, o verão tem tanta cor.
Trabalhos já não há, a escola cá não está.
Uvas comi mesmo aqui.
Valência visitei, lá voltarei.
Xarope tomei, doente fiquei.
Zangada eu estou, embora da praia eu vou.
Rita Corvo - 6ºA

quinta-feira, 2 de outubro de 2014



“Não odeies o teu inimigo, porque, se o fazes, és de algum modo o seu escravo. O teu ódio nunca será melhor do que a tua paz.”

JORGE LUIS BORGES



As Nações Unidas comemoram hoje o Dia Internacional da Não Violência, numa data escolhida pela Assembleia Geral em homenagem ao dia do nascimento do líder indiano Mahatma Ghandi.

Em mensagem sobre a efeméride, o secretário-geral da ONU afirmou que através do seu exemplo, Ghandi «provou que protestos pacíficos podem realizar mais do que agressão militar».
Segundo Ban Ki-moon, neste momento de alta da violência sectária e destruição de monumentos de herança cultural, é «oportuno lembrar o apelo de Ghandi à paz e à reconciliação».
O chefe da ONU mencionou a necessidade de diálogo e entendimento e disse que é preciso «promover a cultura da paz».
Ban afirmou que a educação pode estabelecer as bases para o desenvolvimento de novas formas de cidadania global e solidariedade que são «tão essenciais no mundo de hoje».
Acrescentou que não há ferramenta melhor que a educação para melhorar a dignidade humana, promover a cultura da não-violência e construir a paz duradoura.
Nesta data, o secretário-geral pediu que todos combatam «as forças da intolerância, e avancem com a cidadania global e a solidariedade humana com base na filosofia de não violência de Mahatma Ghandi».


In Diário Digital

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

DIA DA MÚSICA

"Sempre tive a impressão de que a música fosse apenas o extravasamento de um grande silêncio."
Marguerite Yourcenar
Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar. Em todo o mundo, este período é aproveitado para reforçar a visibilidade das bibliotecas escolares e a consciencialização acerca do seu valor nas aprendizagens.


http://www.escolovar.org/metas-curriculares_educ-literaria_123ciclos.htm

É SÓ CLICARTens imensos recursos para a educação literária: livros em p.d.f., e-books... para o 1.º e  2.º ciclos.