sexta-feira, 13 de março de 2015

Pensar é já acreditar...



As coisas que se passam na nossa cabeça são maravilhas que temos por descobrir. São coisas incríveis, são inventos da nossa cabeça.
 Com o pensamento podemos voltar ao passado, só é preciso acreditar. Podemos pensar na cama, podemos pensar na rua, quer seja com cores, quer seja a preto e branco. Podemos lembrar – nos de imagens antigas ou novas, podemos fazer acontecer tudo : ganhar o euromilhões ou ser pessoas famosas …
 Com o pensamento podemos criar ou sonhar, sentir ou desejar.
 A nossa imaginação é cheia de diversão.


                      Eduardo e Rui- 5ºF

quinta-feira, 12 de março de 2015

PENSAR É...



Pensar é sentir como estamos e podermos fazer acontecer.

Na nossa cabeça podemos pensar a cores ou a preto e branco.

Também podemos acreditar, imaginar, descobrir e sonhar.

Podemos voltar ao passado e lembrar o que passamos.

Adoro pensar por imagens e desejar que volte a acontecer.

E isto é o que se passa na nossa cabeça.
                                               
                                                Sara Cordeiro- 5ºD

quarta-feira, 11 de março de 2015

Na toca do coelho



      Alice começava a aborrecer-se de estar ali à beira-rio com a irmã, sem nada para fazer. Olhava duas ou três vezes para o livro da irmã, mas não tinha gravuras nem diálogos: - E de que serve um livro…- pensou ela- se não tem gravuras nem diálogos?
    Já cansada de estar ali, Alice levantou-se e caminhou até à sua árvore preferida: A azinheira.
    Era uma árvore grande com uma copa enorme, talvez a mais frondosa de todas daquele prado imenso.
    Sentada na sombra intensa, Alice deixa-se cair lentamente e adormece.
    No dia seguinte, acordara sobressaltada de um sonho que tivera, mas ainda apanhou um susto maior quando se viu num lugar que não conhecia. Parecia-se com uma toca debaixo da terra: era um sítio pequeno mas muito acolhedor; tinha uma cozinha junto à sala; a mesa era de madeira macia, tal como as cadeiras; havia também uma cama feita de pequenos pedaços de pele  com uma almofada feita de algodão. Ao  fundo havia uma porta e através do vidro se via uma sombra: tinha umas GRANDES orelhas, com um GRANDE  focinho e um GRANDE nariz.
      Alice assustada tenta esconder-se debaixo da cama mas é tarde demais porque e entretanto a porta abre-se e do sol aparece um coelho: um coelho branco e de olhos vermelho brilhante como lava.
 - Bom dia, Alice! – exclamou ele.
Ainda com medo, respondeu:
- Bo-bom dia. Onde estou eu? Quem é você?
O Coelho desatou a rir.
- Não me digas que já te esqueceste de mim?! Só passaram alguns anos! –resmungou.
- Peço imensa desculpa, deve-se ter enganado de pessoa. – desculpou-se Alice.
- Estás a brincar? É que eu agora não estou com paciência para brincadeiras! –disse o Coelho num tom firme.
-Não entendo nada, mas afinal ainda não me disse quem era!
O Coelho perdera a paciência e já num suspiro explicou:
 - Digamos que eu sou um amigo.
- Um amigo meu? - perguntou Alice, sem perceber.
- Sim, um amigo teu.
 Alice estava com esperança que aquilo tudo apenas não passasse de um sonho ou uma espécie de pesadelo.
- E posso saber o seu nome? – questionou ela.
- Sou Aníbal Repolho, mas podes chamar-me apenas Aníbal ou Sr. Coelho.
Ouviu-se um apito: o coelho apressou-se a voltar para a cozinha. Desligou o lume e mencionou que traria a sopa para a mesa. Alice levantou-se e correu para a mesa - obtivera uma estranha confiança no coelho Aníbal Repolho de quem nunca ouvira falar. Subiu para a mesa e olhou a sopa ainda fumegante:
            - Hmm… Tem bom aspeto! É de quê? Cenoura?    
            - Não, é de nabo e abóbora. – esclareceu.
Sentaram-se os dois frente a frente a trocar olhares, sem dizer uma palavra. Depois de comerem e levantarem a mesa, Alice perguntou:
 - Então e o que faço agora?
- Agora vais dormir- sugeriu o Aníbal.
- Mas só há uma cama! – reclamou Alice.
- Tenho um quarto de hóspedes ali ao fundo, mas não sei se quererás dormir lá… É que já há muito tempo que ninguém o usa. – respondeu Aníbal dirigindo-se para o quarto de hóspedes.
 - Que frio que o quarto é! – voltou a reclamar- mas não há lenha para pôr nesta lareira velha? – acrescentou, apontando para o canto do quarto cheio de teias de aranha.
-Tenho ali um pouco, mas não deve chegar para a noite inteira.
- Não faz mal, eu adormeço entretanto. - exclamou ela.
Aníbal tinha ido buscar a lenha enquanto Alice se preparava para dormir.
 Quando voltou com alguns troncos, meteu metade na lareira e a outra metade ao lado, para depois. Acendeu-a e voltou para a sala.
Voltou com algumas mantas dobradas e colocou-as aos pés da cama de Alice:
- Aqui tens algumas mantas. Estas devem chegar! Se tiveres frio estão mais duas no armário ao teu lado. Deixa-me só ir buscar um almofada porque aqui não está nenhuma.
Alice acomodada vestiu uma camisa que encontrara numa das gavetas e fez  a cama. O Sr. Coelho chegou com uma almofada, uma almofada quase desfeita:
- Só encontrei esta, pode parecer desconfortável mas acredita que quando puseres a cabeça nela, nunca mais vais querer acordar.
Alice duvidou, mas pegou na almofada. Colocou-a à cabeceira da cama e ajeitou-a: - E de que serve uma almofada- pensou- se não transmitir conforto?
Depois apareceu o Sr. Coelho com uma história na mão esquerda:
- Como já estás crescida, pensei que não quisesses que lesse uma história, mas agora que penso melhor…as histórias são para todos, por isso…- tossiu a garganta e voltou a falar- Bom… Esta história chama-se “ O Livro de Andrea”, eu costumo lê-la a todos os meus convidados.
- E do que fala? - quis saber Alice.
- Fala sobre um livro que tem sentidos infinitos.
- Ok! Mas veja lá se se despacha que eu estou mesmo cheia de sono. –disse Alice num bocejo.
- Combinado… - respondeu o coelho com um sorriso.
Então lá começou ele a contar a história:
“Era uma vez uma menina chamada Andrea…”
- Tem o nome da minha irmã!- interveio Alice.
    O coelho continuou a ler:
    “ Andrea adorava ler livros. Lia todo o tipo de livros, bem… quase… Só não lia ,aqueles que não tinham gravuras nem diálogos.”
     Alice sobressaltou-se por dentro, só de ter tocado no assunto.
    “Então essa menina odiava livros que não tivessem uma coisa nem outra. Mas um dia, a menina tinha lido todos os livros menos aqueles de que não gostava, por isso decidiu pegar e ler um livro sem gravuras nem diálogos. Quando leu o livro todo, foi dormir. Nesse momento, estava a sonhar com o livro que lera: sonhava com um coelho de todas as cores e laços de todos os tipos, mas que no livro dizia apenas que o coelho er colorido; sonhava também com as cenouras de asas que se plantavam nas nuvens, mas que no livro apenas dizia que se plantavam legumes; ainda imaginava uma menina aos saltos de alegria a cantarolar de felicidade, mas que no livro apenas dizia que estava contente (…)”
     Após mais algumas palavras, o Sr. Coelho Aníbal fechou o livro e despediu-se de Alice, que já dormia.

    Passadas umas horas, Alice acordou no mesmo sítio em que adormecera anteriormente: na azinheira.
- Mas que raio de sonho foi este? Ou será que não foi um sonho? - perguntou-  -se  ela.
Já anoitecia e Alice tivera um dia confuso, por isso voltou a casa, jantou rapidamente e foi-se deitar. A irmã estava ainda a ler o mesmo livro mas logo o acabou e pegou num outro. Foi então que reparou em Alice:
- Onde raio estiveste este tempo todo?
- Adormeci ao pé da azinheira e tive um sonho estranho, muito estranho. –esclareceu Alice.
- Olha, acabei de ler este livro… chama-se “Na toca do coelho” e a personagem principal tem o teu nome!
Alice estranhou a coincidência e não hesitou em perguntar:
- E por acaso, não fala de um coelho chamado Aníbal?
- Acertaste! O livro não diz mas eu acho que o coelho é preto e branco e tem os olhos azuis.
- Eu cá acho que é branco e com olhos vermelhos! – corrigiu.
- Mas tu nem sequer leste o livro!? – interrompeu Andrea.
-Mas se o livro não tem gravuras nem diálogos é para imaginar como se passam as coisas! E eu também imagino que o coelho adora fazer sopa de abóbora e nabo e tem um quarto de hóspedes com uma almofada semi-desfeita!
Andrea fica boquiaberta e pergunta:
- Como sabes tudo isso?
   E olhando para as estrelas pela janela, responde:
- O mundo é mágico!
                                                                                                             ANA AFONSO- 6ºA

UMA TARDE DE VERÃO



A minha avó sempre foi uma pessoa especial para mim. Ela sempre me ensinou muitas coisas, mas a coisa que me marcou mais foi a vez em que eu voltei da escola, numa tarde de verão. Meti a pasta em casa, fui para o meu quarto e decidi fazer um desenho. A minha avó apareceu e viu que eu não estava a conseguir fazer o que queria. Então pegou na minha mão que segurava o lápis e começou a fazer a linha do horizonte, depois as ondas, o Sol… Eu deixei-me levar e quando dei por mim a minha avó já não me segurava a mão.

Quando acabei, a minha avó chamou-me e disse-me que, ao desenhar, não é preciso sair perfeito, o que conta é o gosto com que o estamos a fazer. Ao desenhar, criamos um mundo só nosso, onde não há regras nem preocupações, só nós.

                                                                      Sara Marreiros  - 5º D

PENSAR É...

Descobrir é uma coisa que temos de sentir.
Desejar é como se estivesse a pensar.
Inventar é como se estivesse a criar.
Fazer acontecer é o que me faz lembrar.
Desejar é levar uma linha a passear.
Pensar é como se estivesse a criar.
Sonhar é como se estivesse a criar.
Imaginar é fazer-nos sonhar.
Pensar a cores ou a preto e branco é fazer acontecer.

Filipe Reis, Bernardo Pedro e Daniel – 5ºD


PENSAR É...

PENSAR É…
Pensar é uma coisa que se passa na nossa cabeça
Pensar é descobrir
Descobrir é sonhar
Sonhar é sentir
Sentir é desejar
Desejar é imaginar
Imaginar é inventar
Inventar é pensar a cores ou a preto e branco
Pensar a cores ou preto e branco é criar
Criar é fazer acontecer
Fazer acontecer é lembrar.

Ana e Nicole , 5 D

domingo, 8 de março de 2015


A Mulher que Passa
Rio de Janeiro , 1938

Meu Deus, eu quero a mulher que passa.
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!

Oh! como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!

Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.

Meu Deus, eu quero a mulher que passa!

Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?

Por que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida?
Para o que sofro não ser desgraça?

Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!

No santo nome do teu martírio
Do teu martírio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!

Que fica e passa, que pacifica
Que é tanto pura como devassa
Que boia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.

Vinicius de Moraes, in 'Antologia Poética'

quarta-feira, 4 de março de 2015

NOVIDADES EDITORIAIS


O MENINO NO SAPATINHO

«Era uma vez o menino pequenito, tão minimozito que todos seus dedos eram mindinhos. Dito assim, fino modo, ele, quando nasceu, nem foi dado à luz mas a uma simples fresta de claridade. [...] - Cuidado, já dentrei o menino no sapato. Que ninguém, por descuido, o calçasse. Muito-muito, o marido quando voltava bêbado e queria sair uma vez mais, desnoitado, sem distinguir o mais esquerdo do menos esquerdo. A mulher não deixava que o berço fugisse da vislembrança dela [...].» Qual será o destino deste pequeno ser? Esta é uma magnífica e triste estória de Mia Couto, ilustrada de forma brilhante por Danuta Wojciechowska.


O NABO GIGANTE

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura -  2º ano de escolaridade - Leitura orientada. Era uma vez um velho, muito velhinho, magro e baixinho, que semeou nabos na sua horta. Quando o Sol começa a aquecer a terra, um dos nabos cresce, cresce… e assim começa esta história tradicional, recontada por António Mota.



ASSIM, MAS SEM SER ASSIM

«O meu pai diz que passo muito tempo em casa, diz que devo comunicar com as pessoas, e eu, claro, obedeço porque o meu pai costuma dar bons conselhos e usa barba. Muito bem, disse-lhe eu, mas o que significa misantropo?»
Um brilhante conjunto de situações e de personagens do quotidiano com um acento de reflexão sobre a atualidade social - a Crise - de forma acessível e sensível aos mais jovens.



O HOMEM DA AREIA

Jurek Walter é um dos assassinos em série mais perigosos e mortais do mundo, um psicopata tão sinistro e tão inteligente como Hannibal Lecter. Embora esteja há mais de uma década encarcerado na ala psiquiátrica de um hospital de alta segurança, a Polícia jamais conseguiu desvendar os seus crimes e descobrir o paradeiro das suas inúmeras vítimas. No entanto, quando o jovem Mikael Kohler-Frost, supostamente morto há mais de sete anos, é encontrado a vaguear numa ponte ferroviária, hipotérmico e às portas da morte, o comissário Joona Linna vê-se obrigado a reabrir o caso e a aproximar-se do homem que o privou da sua família, o homem que, mais do que tudo, o deseja morto.




A minha Praia
   No meu país há uma linda praia que eu conheço e considero especial.
   Passei lá a maior parte da minha infância e tenho imensas recordações inesquecíveis, magníficas.
   Na areia brilhante, doirada, com o sol a refletir, quente ao fim da tarde, podemos encontrar conchas reluzentes e búzios enormes. Os búzios têm um som suave e relaxante que nos faz lembrar o mar, se os encostarmos ao ouvido.
  Os pescadores, peritos na sua arte, deixam sempre os seus barcos, pequenos e frágeis, coloridos e gastos pelo tempo, ancorados à beira do mar, ficando enterrados na areia quando o mar desce. Existem redes de pesca, descaídas dos barcos, cheirando a peixe, cheias de algas secas, de escamas de peixes e do sal do mar.
  As famílias dos locais reúnem-se em suas casas, saboreando o peixe nutritivo e fresquinho, em muitos almoços e jantares.
  Os turistas enchem as esplanadas, aproveitando petiscos frescos e desfrutando de um belo dia de sol, a contemplar o mar e a tirar fotografia das lindas paisagens.
  Crianças nadam, alegremente e a construir castelos de areia.
  Ouvem-se risos, gargalhadas misturadas com o som das ondas do mar e os gritos das gaivotas.
  Recordo-me de um passeio muito especial, pois foi a primeira vez que andei de barco. Era um barco pequeno, companheiro do meu avô que lhe deu o nome de Fraquinho.
  É a recordação mais viva do meu país, distante, tão distante de mim! …

Texto coletivo- A descrição

Turma B, 4º ano
E.B D. Manuel I
    2014/2015

      

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

NAU CATRINETA

Lenda recolhida  por Almeida Garrett, a qual conta a viagem da nau portuguesa que, em 1565, transportava Jorge de Albuquerque Coelho para Lisboa.
Há quem diga que esta história foi verídica e era contada pelo próprio Jorge A. Coelho, quando já idoso, se sentava frente ao mar, rodeado de amigos.

ILUSTRAÇÕES - 6ºA






 Lá vem a nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide, agora, senhores,
Uma história de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija
Que a não puderam tragar.
Deitaram sorte à ventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão general.
Sobe, sobe, marujinho,
Àquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal.
"Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal; 
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar".
 Acima, acima gajeiro,
Acima ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal
"Alvíssaras, capitão,
Meu capitão general!
Já vejo terra de Espanha,
Areias de Portugal
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar".
--Todas três são minhas filhas, 
 Oh! quem mas dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.
"A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar".
-- Dar-te-ei tanto dinheiro,
Que o não possas contar.
"Não quero o vosso dinheiro,
pois vos custou a ganhar!
-- Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.
"Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar".
--Dar-te-ei a nau Catrineta
Para nela navegar.
"Não quero a nau Catrineta
Que a não sei governar".
Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de dar?
"Capitão, quero a tua alma
Para comigo a levar".
Renego de ti, demónio,
Que me estavas a atentar!
A minha alma é só de Deus,
O corpo dou eu ao mar.
Tomou-o um anjo nos braços,
Não o deixou afogar.
Deu um estouro o demónio,
Acalmaram vento e mar;
E à noite a nau Catrineta
Estava em terra a varar.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015



Os avós
Para mim, os avós são como os nossos segundos pais que gostam de estar connosco, acarinham-nos e amam-nos de forma doce e afetuosa. As avós são como deusas, sempre prontas para ajudar no que for preciso. Os avôs são como sábios, pessoas com quem gostamos de estar e conversar e sabem muitas coisas para nos ensinar.
Eu adoro os meus avós. Eles fazem tanto por mim! Agora, no futuro, serei eu a retribuir-lhes. As minhas avós é que se dão ao trabalho de cozinhar quando lá vou e não me posso queixar. A comida é do melhor. Os meus avôs gostam muito da agricultura, têm uma horta e pomares enormes cheios de laranjas e legumes fresquinhos. Quando era mais novo, lembro-me de os meus avôs me perguntarem se eu queria ir passear com eles. Sempre que dizia que sim punham um grande sorriso no rosto, parecia que adoravam que o neto os acompanhasse.
Concluindo, acho que os avós fazem muita falta na nossa vida e nem consigo imaginar a minha vida sem eles. Sei que um dia a sua hora vai chegar, mas até lá ainda falta. Por isso vou aproveitar ao máximo.


                                                                                Diogo Soares, nº8, 7ºC