Desde o dia 24 de novembro, poderás visitar, na Biblioteca da Estação, a exposição "E se a minha escova cantasse?". A exposição abriu com uma sessão de sensibilização, a cargo da Dra. Ana Figueiredo, do Centro de Saúde de Tavira. A professora bibliotecária, Susana Gomes, ainda contou aos alunos do 2.º A a história "Com o sorriso aprendo a lavar os dentes".
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
SEMANA SOBE - 2014/15
Desde o dia 24 de novembro, poderás visitar, na Biblioteca da Estação, a exposição "E se a minha escova cantasse?". A exposição abriu com uma sessão de sensibilização, a cargo da Dra. Ana Figueiredo, do Centro de Saúde de Tavira. A professora bibliotecária, Susana Gomes, ainda contou aos alunos do 2.º A a história "Com o sorriso aprendo a lavar os dentes".
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Dia Internacional para a Eliminação da
Violência Contra as Mulheres celebra-se todos os anos a 25 de
novembro.
Esta data visa alertar a sociedade para os
vários casos de violência contra as mulheres, nomeadamente casos de abuso ou
assédio sexual, maus tratos físicos e psicológicos.
Em média, uma em cada três mulheres é vítima
de violência doméstica.
Violência contra as mulheres em Portugal
- 85% das
vítimas de violência doméstica em Portugal são mulheres.
Origem da data
Em 1999, as Nações Unidas (ONU) designaram
oficialmente o dia 25 de novembro como Dia Internacional pela Eliminação da
Violência Contra as Mulheres. Desde 1999 que se tem celebrado este dia pelo
mundo.
A data está relacionada com a homenagem a
Tereza, Mirabal-Patrícia e Minerva, presas, torturadas e assassinadas em 1960,
a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Uma névoa de Outono o
ar raro vela, (5-11-1932)
Uma
névoa de Outono o ar raro vela,
Cores
de meia-cor pairam no céu.
O
que indistintamente se revela,
Árvores,
casas, montes, nada é meu.
Sim,
vejo-o, e pela vista sou seu dono.
Sim,
sinto-o eu pelo coração, o como.
Mas
entre mim e ver há um grande sono.
De
sentir é só a janela a que eu assomo.
Amanhã,
se estiver um dia igual,
Mas
se for outro, porque é amanhã,
Terei
outra verdade, universal,
E
será como esta [...]
Fernando
Pessoa
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Escrevi uma
carta à Chuva.
Tavira, 8 de novembro de 2014
Querida
Chuva,
Gosto muito de ti porque és muito importante para o nosso
planeta, mas às vezes és um pouco chata, por muitas razões:
Ø Apareces de surpresa, sem seres
convidada;
Ø molhas a roupa das pessoas e não
pedes desculpa;
Ø e, às vezes, és tão forte que trazes
trovoadas contigo, e olha que isso assusta!
Claro que eu sei que andas muito sozinha, mas porque é que
não fazes as pazes com o Sol e arranjam um acordo, os dois? – Um dia aparece o
Sol, outro dia, apareces tu… e às vezes podiam juntar-se e formar um arco-íris.As
pessoas ficariam animadas. Pensa no que te disse. J
Um beijo e um grande abraço.
Beatriz
P.S: Faço
anos terça-feira. Podias não aparecer?!
Beatriz Costa, n.º3, 7.ºC
Escrevi uma carta a uma bola de futebol.
Tavira, 9 de novembro
de 2014
Amiga bola,
Hoje, como não tinha mais nada
para fazer, aproveitei o meu tempo para te escrever esta carta. Então, como
vais? Espero que esteja tudo bem por aí contigo. Eu só queria perguntar-te duas
coisas: a primeira é se ainda continuas com dores depois daquele pontapé que eu
te dei e te fez desmaiar e ser conduzida de maca até ao hospital; a segunda
coisa é se queres vir visitar-me porque, no domingo, vai haver um jogo. Mas
eles não têm bola. É que, sabes, eles até pagam bem! Espero que recebas a
carta.
Do teu amigo Diogo, um grande abraço.
Diogo
Soares, n.º8, 7.ºC
Escrevi uma carta ao
Sol.
Tavira,9 de novembro de 2014
Querido sol!
Espero que recuperes rapidamente, pois tens
estado muito fraquinho. Gosto se te ver saudável e com força. Queria
convidar-te para a minha festa de anos no dia de S. Martinho. Ouvi dizer que
nesse dia ficas muito feliz, quase como se fosse verão. Todos os meus amigos te
adoram e gostavam que marcasses presença.
Abraço do teu amigo
Pedro
Pedro Costa, n.º22, 7.ºC
Escrevi uma carta ao meu
cão. Sofro de epilepsia.
Tavira,9 de novembro de
2014
Minha fiel e boa amiga Luna,
Estou a escrever-te esta carta
para te contar como vão as coisas por aqui. Como tu sabes, as coisas não têm
corrido nada bem. Principalmente com a minha saúde. Ainda bem que te tenho
comigo para me ajudares a não pensar nesta doença porque, sempre que eu estou a
pensar por que é que eu tenho essa doença, eu vou brincar contigo e deixo logo
de pensar nas coisas más por que eu estou a pensar. Tu foste uma das únicas coisas boas
que me aconteceram este ano e, para mim, és uma grande amiga. Eu sei que posso
contar sempre contigo. Desde que tu apareceste, os meus dias são mais alegres,
apesar de, às vezes, nos fins de semana, eu querer dormir até mais tarde e tu não
me deixares. Mas eu sei que tu não fazes isso por mal, pois tu estás habituada
a acordar-me todos os dias para eu ir para a escola. Eu adoro-te na mesma. Sem
mais nada para te contar, despeço-me com muitos beijinhos.
Até breve.
Da tua dona
Joela
Joela Cavaco, n.º16, 7.ºC
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Dia de São
Martinho
O Dia de São
Martinho é celebrado anualmente a 11 de
novembro.
Este dia é uma das celebrações que marcam
o outono e é muito tradicional celebrar-se com um magusto.
História
de São Martinho
A lenda de São Martinho conta que certo
dia, um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra
natal. O tempo estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio
que lhe pediu esmola. Martinho rasgou a sua capa em duas e deu uma ao mendigo.
De repente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que
tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo.
A tradição do Dia de São Martinho é assar
as castanhas e beber o vinho novo, produzido com a colheita do verão anterior.
Por norma, na véspera e no Dia de São
Martinho o tempo melhora e o sol aparece. Este acontecimento é conhecido como o
Verão de São Martinho.
Frases e Provérbios de São Martinho
- Por S. Martinho semeia fava e o linho.
- Se o inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S.
Martinho.
- Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e
esterca pelo S. Martinho.
- No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o
vinho.
- No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho.
- No dia de S. Martinho
com duas castanhas se faz um magustinho.
- Dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
- Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
- Pelo S. Martinho, todo o mosto é bom vinho.
domingo, 9 de novembro de 2014
SONHOS NA ESCOLA
No primeiro dia de escola estava muito feliz.
Gostei muito de passar pelo portão porque para entrar tive de mostrar o meu cartão a uma máquina.
Gostei de conhecer as professoras, mas nas aulas estava sempre a sonhar com fadas... e que eu tinha poderes...Mas quando abria os olhos num instante, logo acabavam as fadas a voar. Até no intervalo pensava que havia flores rosa a voar e a dançar...
Na fila da cantina foi pior, pois fiquei na fila 40 minutos. E naqueles 40 minutos pus-me a sonhar. Pensei em princesas e castelos e eu estava em cima de um cavalo e era a rainha das flores. Quando tocava numa flor, os pássaros cantavam! Quando uma pinga de água me tocou, transformei-me numa sereia a nadar no mar. Mas são verdade estes sonhos no ar? Ninguém sabe!
Sydney, 9 anos - 5ºD
Gostei muito de passar pelo portão porque para entrar tive de mostrar o meu cartão a uma máquina.
Gostei de conhecer as professoras, mas nas aulas estava sempre a sonhar com fadas... e que eu tinha poderes...Mas quando abria os olhos num instante, logo acabavam as fadas a voar. Até no intervalo pensava que havia flores rosa a voar e a dançar...
Na fila da cantina foi pior, pois fiquei na fila 40 minutos. E naqueles 40 minutos pus-me a sonhar. Pensei em princesas e castelos e eu estava em cima de um cavalo e era a rainha das flores. Quando tocava numa flor, os pássaros cantavam! Quando uma pinga de água me tocou, transformei-me numa sereia a nadar no mar. Mas são verdade estes sonhos no ar? Ninguém sabe!
Sydney, 9 anos - 5ºD
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
LIVROS QUE
PODES REQUISITAR NA BIBLIOTECA DA ESCOLA… A leitura é o alimento do espírito. Vamos
lá ler!
Livros recomendado para os 5.° e 6.°
anos de escolaridade.
Este livro contém três histórias de Oscar Wilde, escritas
provavelmente entre 1887 e 1888. Os temas buscam dimensionar sua postura sobre
os sentimentos humanos. O Menino-Estrela conta a saga de uma criança
egoísta e orgulhosa que perfaz um caminho de dificuldades até encontrar o
verdadeiro sentido da humildade, respeito ao próximo e amor aos demais. O Rouxinol e a
Rosa é uma história que pretende conduzir o leitor à
sensibilidade e sentimento dos animais e a sua ligação com os seres humanos. O Gigante Egoísta pode mostrar o quanto a alegria e a amizade verdadeira
podem modificar comportamentos e conduzir as pessoas a verdadeiros milagres.
"Quem feio ama bonito lhe parece" poderia ser o
título desta história de amores, medos e maravilhosas transformações, à qual é
impossível ficar indiferente.
No início, Bela vê o Monstro apenas como uma criatura
disforme, difícil e teimosa. Mas, com o decorrer do tempo, ambos irão descobrir
que, por vezes, as aparências iludem…
A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da
literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de
Português e pelo Plano Nacional de Leitura.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
A BRUXA
-
A Emil Farhat
Nesta
cidade do Rio,
de
dois milhões de habitantes,
estou
sozinho no quarto,
estou
sozinho na América.
Estarei
mesmo sozinho?
Ainda
há pouco um ruído
anunciou
vida ao meu lado.
Certo
não é vida humana,
mas
é vida. E sinto a bruxa
presa
na zona de luz.
De
dois milhões de habitantes!
E
nem precisava tanto…
Precisava
de um amigo,
desses
calados, distantes,
que
leem verso de Horácio
mas
secretamente influem
na
vida, no amor, na carne.
Estou
só, não tenho amigo,
e
a essa hora tardia
como
procurar amigo?
E
nem precisava tanto.
Precisava
de mulher
que
entrasse neste minuto,
recebesse
este carinho,
salvasse
do aniquilamento
um
minuto e um carinho loucos
que
tenho para oferecer.
Em
dois milhões de habitantes,
quantas
mulheres prováveis
interrogam-se
no espelho
medindo
o tempo perdido
até
que venha a manhã
trazer
leite, jornal e clama.
Porém
a essa hora vazia
como
descobrir mulher?
Esta
cidade do Rio!
Tenho
tanta palavra meiga,
conheço
vozes de bichos,
sei
os beijos mais violentos,
viajei,
briguei, aprendi.
Estou
cercado de olhos,
de
mãos, afetos, procuras.
Mas
se tento comunicar-me
o
que há é apenas a noite
e
uma espantosa solidão.
Companheiros,
escutai-me!
Essa
presença agitada
querendo
romper a noite
não
é simplesmente a bruxa.
É
antes a confidência
exalando-se
de um homem.
-
Carlos
Drummond de Andrade, Antologia Poética
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Primeiro faz um sorriso suave, em seguida franze a cara,
também suavemente… Depois Mia Couto explica o significado dos versos Sou polén sem insecto/abelha sustentando/o
sexo das árvores, do livro poético Raíz de Orvalho, primeira obra do autor.
Mia Couto tornou-se famoso através de contos e romances e nesta obra, Vagas e Lumes,
vai mais uma vez potencializar a sua
poesia.
Vagas e Lumes corresponde a uma obra poética com mais de 200
páginas e divide-se em duas partes: na primeira o autor escreve sobre o mundo e
na segunda sobre aspetos do seu íntimo, mais precisamente os amores e as
paixões. O livro já se encontra na editora e sabe-se que será publicado em
Portugal, Moçambique, Brasil e talvez mais tarde em outros países.
“Vagas e Lumes tem
duas componentes. Uma sobre aquilo que chamo de vagas, que são os assuntos do
mundo, a volta, a vida. E a parte dos Lumes é a parte mais íntima, os amores,
as paixões, etc. “
Quanto aos versos da obra mencionada Raíz de Orvalho, Mia diz
tratar-se de uma imagem poética. “Isso quer dizer que o mais importante não é o
veículo, mas sim aquilo que eu quero transmitir como mensagem. A minha mensagem
seria o polén, aquilo que vai fecundar alguma coisa. Pode ser por via da
música, versos, escrita ou intervenção cívica. Portanto, o mais importante não
é o veículo que quero trazer ali, mas é o próprio .”
Em termos de poesia, o autor conta com Raiz de Orvalho,
Cidades e Divindades, Tradutor de Chuvas, e
para já, Vagas e
Lumes. O “inventor de palavras” reiterou ainda que se está a
informar sobre a história de Gungunhane para um romance que há mais de um ano
tenciona escrever.
“ Eu sou um leitor muito caótico. Estou a ler várias coisas
ao mesmo tempo e a ler muito à volta de fontes históricas do século XIX em
Moçambique para compreender o contexto histórico desta personagem
(Gungunhane)”.
Nelson Marqueza, in
Vagas
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
A VIDA DE
UM LIVRO
Acredito
que a vida de um livro enquanto está nas mãos do autor não é mais importante do
que quando está nas mãos do leitor. O leitor é quase sempre um autor ele
próprio. É ele que dá significado às palavras e por isso até acho muito interessante
quando as pessoas me vêm apontar coisas que não eram minha intenção, mas que de
facto estão lá. E há muitas outras coisas que foram minhas intenções e que
nunca ninguém me referiu, e no entanto também lá estão. Se calhar alguém
reparou nelas ou ainda vai reparar. Tudo o que um leitor leia num livro é
legítimo porque nessa fase o leitor é tudo, é ele que faz o livro.
José Luís Peixoto, in Diário
de Notícias (2003)
sábado, 25 de outubro de 2014
DIA
MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO
Nos dias 16 e 17 de outubro, as turmas do 6ºano (A, D,
E, F e G) deslocaram-se à biblioteca, acompanhados pelos professores
de Ciências Naturais. Aí participaram num jogo entre equipas, sobre
alimentação. O jogo foi dinamizado pela enfermeira Ana Viegas e pela dietista
Laura Martin e, no dia 17, pela higienista Ana Figueiredo.
No dia 16, às 9.20, as turmas do 3ºA, B e C
foram ao auditório ouvir a história "Eu nunca
na vida comerei tomate", de Lauren Child, contada pela
coordenadora da BE, Isabel Pinheiro. Colaborou na projeção de imagens o aluno
João Pires, do 9ºB. No fim, os alunos foram convidados a provar a refeição da
Lola e não é que provaram mesmo as "gomas de laranja", os
"petiscos oceânicos", as "nuvens" e os "pedaços de
lua"?!...
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Hoje Tomei a Decisão de Ser Eu Hoje, ao tomar
de vez a decisão de ser Eu, de viver à altura do meu mister, e, por isso, de
desprezar a ideia do reclame, e plebeia sociabilização de mim, do
Interseccionismo, reentrei de vez, de volta da minha viagem de impressões pelos
outros, na posse plena do meu Génio e na divina consciência da minha Missão.
Hoje só me quero tal qual meu carácter nato quer que eu seja; e meu Génio, com
ele nascido, me impõe que eu não deixe de ser.
Atitude por atitude, melhor a mais nobre, a
mais alta e a mais calma. Pose por pose, a pose de ser o que sou.
Nada de desafios à plebe, nada de girândolas
para o riso ou a raiva dos inferiores. A superioridade não se mascara de
palhaço; é de renúncia e de silêncio que se veste.
O último rasto de influência dos outros no
meu carácter cessou com isto. Reconheci — ao sentir que podia e ia dominar o
desejo intenso e infantil de « lançar o Interseccionismo» — a tranquila posse
de mim.
Um raio hoje deslumbrou-me de lucidez. Nasci.
Fernando
Pessoa, “Páginas Íntimas e de Autointerpretação”
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Hoje contaram-me uma história!
Hoje foi dia de história... contada! A turma do 6ºB teve uma aula especial: foi à Biblioteca Álvaro de Campos e a Paula e a Alexandra contaram uma história. Além de divertida, a história permitiu uma reflexão partilhada sobre O MEDO. O livro "A coisa que mais dói no mundo", de Paco Liván & Roger Olmos serviu de pretexto...
Numa ida à pesca, a lebre e a hiena conversam: “A mentira é a coisa que mais dói no mundo”, disse a lebre; e a hiena desatou a rir. Para levar a cabo a difícil tarefa de comprová-lo, a lebre irá elaborar, à porta do palácio, um “bolo” muito especial que provocará a cólera do rei; depois vai contar com a cumplicidade das moscas, peritas em ca... calcular e perceber todo o tipo de cheiros, que irão procurar entre todos os animais, o culpado de semelhante obra.
A hipótese que a lebre formula, o que mais dói no mundo é a mentira, é demonstrada através de um relato fantástico e divertido que provoca, para além de gargalhadas, reflexão e uma resposta emocional.
Numa ida à pesca, a lebre e a hiena conversam: “A mentira é a coisa que mais dói no mundo”, disse a lebre; e a hiena desatou a rir. Para levar a cabo a difícil tarefa de comprová-lo, a lebre irá elaborar, à porta do palácio, um “bolo” muito especial que provocará a cólera do rei; depois vai contar com a cumplicidade das moscas, peritas em ca... calcular e perceber todo o tipo de cheiros, que irão procurar entre todos os animais, o culpado de semelhante obra.
A hipótese que a lebre formula, o que mais dói no mundo é a mentira, é demonstrada através de um relato fantástico e divertido que provoca, para além de gargalhadas, reflexão e uma resposta emocional.
A OBESIDADE INFANTIL E JUVENIL
A
obesidade infantil e juvenil aumentou mais no início do séc.XXI.
Segundo
os estudos mais recentes da organização mundial de saúde (OMS), de acordo com
CE (Comissão Europeia), Portugal está entre os países europeus com maior número
de crianças afetadas por esta “doença ”: 29% das crianças portuguesas entre os
2 e 5 anos têm excesso de peso e 12,5% são obesas. Na faixa etária dos 6 aos 8
anos, a prevalência do excesso de peso é de 32% e a da obesidade é de 13,9%. Mais
de 90% das crianças portuguesas comem fast-food,
doces, bebem sumos mais de que deviam. Menos de 1% das crianças bebem água
todos os dias e só 2% comem fruta diariamente. Na minha opinião, isto não é uma
alimentação saudável. Acho que, de facto, não têm cuidado com a sua alimentação
e também não praticam atividade física.
A obesidade infantil e juvenil é muito
grave.Além de ser uma doença, também pode causar outras doenças como, por
exemplo, a diabetes, o colesterol, asma e vários tipos de cancro. Quando chegam à idade escolar, os colegas são cruéis, a ponto de fazerem
“bulliyng”. Não devem julgar a pessoa pela sua obesidade,mas tentar ajudá-la.
Só quem passa por essa situação é que sabe dar o valor. É muito complicado ser-
se obeso, ver os nossos colegas poderem comer de tudo e o obeso não. Para além
disso, muitos jovens não aguentam a pressão: alguns automutilam-se,
uns suicidam-se e outros sofrem sozinhos. No meu ponto de vista, as escolas
deveriam ajudar os pais na luta contra a obesidade e não vender alimentos ricos
em açúcar e gorduras. Nos refeitórios, deveria haver uma alimentação mais
saudável (sopa, legumes, fruta, água, entre outros …). Assim, todos os obesos e
não obesos beneficiavam de uma alimentação mais saudável.
Em suma, os que não são obesos também
deveriam fazer uma alimentação mais saudável e exercício físico porque também têm
a probabilidade de vir a sofrer de qualquer uma destas doenças.
Mas vamos mudar isso. Devemos
tentar, com a ajuda de todos.
Tânia Gago, n-º24, 8.ºE
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Cai chuva do céu cinzento
Cai
chuva do céu cinzento
Que
não tem razão de ser.
Até
o meu pensamento
Tem
chuva nele a escorrer.
Tenho
uma grande tristeza
Acrescentada
à que sinto.
Quero
dizer-ma mas pesa
O
quanto comigo minto.
Porque
verdadeiramente
Não
sei se estou triste ou não.
E
a chuva cai levemente
(Porque
Verlaine consente)
Dentro
do meu coração.
Fernando
Pessoa
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