quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
A
CENSURA EXISTE EM TODO O LADO
Eu
acho que a censura existiu sempre e provavelmente vai existir sempre. Porque a
censura para o ser não necessita de ter claramente uma porta aberta com um
letreiro, onde se diga que ali há pessoas que leem livros ou vão ver espetáculos.
Não! A censura existe de todas as maneiras, porque todas as pessoas, nos
diferentes níveis de intervenção em que se encontram, por boas ou más razões,
selecionam, escolhem, apagam, fazem sobressair. E isso são atos de ocultação ou
de evidenciação que, no fundo, em alguns casos, são atos formais de censura.
(Quanto
à censura oficial dos tempos de ditadura) Aquilo que a censura demonstrou e
demonstra, em qualquer caso, é que felizmente os escritores, dependendo das
situações em que se encontram, são muito mais ricos de meios, de processos de
fazer chegar aquilo que querem dizer aos outros, do que se imagina.
Evidentemente, numa situação de censura, o escritor é obrigado a usar a escrita
para comunicar isto ou aquilo ou aqueloutro, de uma maneira disfarçada,
subterrânea, oculta; mas o que é importante não é que a censura o esteja a
obrigar a fazer isso. O que é importante é que ele seja capaz de o fazer. E
isso não vai em abono da censura como agente capaz de estimular a criatividade
de um escritor, vai, sim, no sentido de reconhecer no escritor capacidades de
expressão que ele usará ou não consoante a situação concreta em que se
encontre. Agora, se me pergunta: a escrita sai melhor de uma maneira ou sai de
outra, eu diria que provavelmente alguns dos livros que escrevi numa situação
de liberdade de expressão, provavelmente num regime de censura eu não pensaria em escrevê-los.
José Saramago, in "Diálogos
com José Saramago"
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
NOVIDADES EDITORIAIS
JERUSALÉM- Gonçalo M. Tavares
Theodor, um reputado médico, tem como grande objetivo de vida encontrar uma
teoria que explique a história e futuro da maldade gratuita que repetidamente
se encontra nos grandes massacres de povos sem defesa, cujo exemplo mais
recente é o Holocausto. Que se consiga reduzir a um conjunto de fórmulas que
permita deduzir o futuro da humanidade. Estas poderão traduzir um ciclo que
simplesmente se repetirá sem fim, ou que aumentará ou diminuirá gradualmente ao
longo dos séculos, mas, em qualquer dos três casos, o cenário resultante será
apocalíptico. Na sua vida pessoal, Theodor leva ao extremo a sua tentativa de
tudo explicar, ao casar com uma mulher desequilibrada mentalmente, Mylia.
Gomperz, diretor do manicómio, é um redutor de faculdades mentais.
Tudo simplifica, dentro dos hábitos dos seus doentes e dentro das suas cabeças,
até julgar que se comportam de forma correta e pensam de forma correta. E
convence-se que o seu método resulta, iludido pelo comportamento dos seus
doentes e pela reputação que granjeia na comunidade.
O Caderno Vermelho da rapariga Karateca
Ana Pessoa
N não é uma menina, é karateca.
N tem 14 anos, quase 15, e o seu
maior sonho é ser cinturão negro e beijar o Raul.
N gosta de escrever, mas prefere
lutar com o Raul.
(Escrever é uma seca.)
Isto não é um diário. Não tem chave,
não tem segredos.
(Sim, tem segredos.) Também tem
vontade própria, páginas movediças, palavras como «diarreia» e «romântico» e
personagens como a bruxa má que quer aprender a ser boa e a mosca que não sabia
quem era.
Isto é o Caderno Vermelho da Rapariga Karateca.
O objeto preferido de N,
um animal de estimação, uma personagem,
uma pessoa de verdade.
(O que é a verdade?)
O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca é a primeira obra de Ana Pessoa e
venceu
a última
edição do prémio Branquinho da Fonseca —
Expresso/Gulbenkian,
na
modalidade Juvenil. Com
este título, o Planeta Tangerina inaugura a coleção
para leitores mais crescidos Dois Passos e
Um Salto.
Aconselhado pelo Plano Nacional de Leitura
O Senhor Valéry e a lógica
Gonçalo M. Tavares
O senhor Valéry é um conjunto de
vinte e cinco micro-histórias protagonizadas por um senhor franzino e de
pequena estatura que não gosta de ser posto em causa e é, no fundo, um solitário
[...]
Lemos este livro recordando Lewis
Carroll e com a permanente impressão de estarmos a ser interpelados na nossa
lógica de seres, por assim dizer, normais [...]
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
CONCURSO
NACIONAL DE LEITURA DE 2014
8.ª EDIÇÃO – 1.ª FASE
Só para
vos lembrar…e toca a participar!
Como já é do teu conhecimento, a 1.ª fase do “Concurso
Nacional de Leitura” é no dia 15 de janeiro, pelas 14.30, na sala EV1.
Nesta fase serão selecionados os três alunos que obtenham
melhor classificação e, posteriormente, representarão a escola, a nível
distrital.
Os livros que tens de ler são:
- PARABÉNS, RITA, de Maria Teresa Maia Gonzalez
- OS DA MINHA RUA, de Ondjaki
Estes livros existem na biblioteca. Ainda podes inscrever-te,
junto da tua professora de Português ou na biblioteca, requisitá-los e lê-los!
Participa!!!
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
A ARTE DE SER FELIZ
sobre
uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto
da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era
uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e
o jardim parecia morto.
Mas
todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e,
em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não
era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não
morresse.
E
eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de
seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às
vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras
vezes encontro nuvens espessas.
Avisto
crianças que vão para a escola.
Pardais
que pulam pelo muro.
Gatos
que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas
brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos
que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Às
vezes, um galo canta.
Às
vezes, um avião passa.
Tudo
está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E
eu me sinto completamente feliz.
Mas,
quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que
estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros
que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente,
que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles
NOVIDADES EDITORIAIS
Livro inédito de Rosa
Lobato de Faria, O Balão Azul é o primeiro livro da coleção
Biblioteca Infantil Rosa Lobato de Faria que a ASA dedicará à autora. Neste
livro, o Martim e a Francisca encontram um balão muito especial, de cor azul,
que os leva a conhecer uma casa não menos especial: a casa das fadas! Aí, ambos
se divertem e se maravilham com aquele mundo tão diferente, até que, ao
regressarem a casa, caem nas mãos do malvado Bruxo Coquinhas, que os aprisiona
e os pretende comer ao jantar. Conseguirão os nossos heróis escapar a este
terrível fim?
O
SONO
O
sono é uma viagem noturna.
O
corpo – horizontal – no escuro
E
no silêncio do trem avança.
Impercetivelmente
Avança.
Apenas
O
relógio picota a passagem do trem.
Sonha
a alma deitada em seu ataúde:
Lá
longe
Lá
fora
(Ela
sabe!)
Lá
no fundo do túnel
Há
uma estação de chegada
-
anunciam-na os galos, agora –
Com
a sua tabuleta ainda toda húmida de orvalho,
Há
uma estação chamada
AURORA.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
UM FINAL FELIZ
Tudo começa numa véspera de Natal fria,
comigo enrolada numa manta, bem como a minha família. Todos estávamos bastante
entusiasmados com esta época tão feliz.
A casa estava enfeitada de cima a baixo,
cheia de fitas e decoração maravilhosas, tal como a árvore que estava mais bela
que nunca, enfeitada por toda a família. A estrada e os telhados das casas
estavam cobertos de neve. Lá fora, na rua, as pessoas cantavam sorridentes de
porta em porta, transmitindo o seu sorriso às outras pessoas.
Esta época tão feliz faz as pessoas
esquecerem-se dos seus problemas e juntarem-se com a sua família.
Depois de um jantar delicioso e um momento
em família, o dia acaba, como sempre, mas desta vez é diferente pois era
véspera de Natal. Aconchegada pelas mantas fofinhas onde me enrolei, adormeci
depois de um beijo de cada um dos meus pais. O que é estranho é que nessa noite
sonhei com uma pequena história de Natal. Era assim…
Uma pequena menina pobre vendia fósforos,
obrigada pelo dono do orfanato onde ela vivia. Esta criança não tinha Natal,
tinha de o passar assim, a vender fósforos.
Sem
sucesso, a menina esconde-se num canto e acende vários fósforos; com cada um
deles,uma
memória feliz de quando os seus pais eram vivos. Derrotada pelo frio, a
menina morre nesse mesmo canto…
De manhã acordei cheia de prendas à minha
volta, mas antes de abrir uma, pensei na menina dos meus sonhos e saí à rua com
um dos presentes. Encontrei uma menina também a vender fósforos e dei-lhe o meu
presente para que ela pudesse ter uma coisa feliz no Natal…
Joana Chaves Ramos
Cabrita Silva, 6ºD
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Havia nele a máxima tensão
Como um clássico ordenava a própria força
Sabia a contenção e era explosão
Não era só instinto era ciência
Magia e teoria já só prática
Havia nele a arte e a inteligência
Do puro e sua matemática
Buscava o golo mais que golo-
só palavra
Abstração
ponto no espaço
teorema
Despido do supérfluo rematava
E então não era golo -
era poema
Manuel
Alegre
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
TEM DE SE SER VERDADEIRO NA ESCRITA
Tem de se ser verdadeiro na escrita, porque os leitores
sentem. A mentira é impossível na boa literatura. E o que procuro, mais do que
a beleza ou qualquer outra coisa, é a verdade, livro após livro, tentando
desvendar um pouco mais de mim e esperando que essa possa ser uma forma de
desvendar alguma coisa dos outros e que eles também se vejam refletidos nessa
procura que faço.
José Luís
Peixoto, in Diário de Notícias (2003)
Um 2014 cheio de novas e interessantes histórias: novos livros,
novas leituras, novos textos.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
CORTAR O TEMPO
Quem teve a ideia de cortar o tempo em
fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a
funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se
cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo
começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra
diante vai ser diferente
Carlos Drummond de Andrade
sábado, 21 de dezembro de 2013
Velho, velho, velho
Chegou o Inverno.
Vem de sobretudo,
Vem de cachecol,
O chão onde passa
Parece um lençol.
Esqueceu as luvas
Perto do fogão:
Quando as procurou,
Roubara-as um cão.
Com medo do frio
Encosta-se a nós:
Dai-lhe café quente
Senão perde a voz.
Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.
Eugénio
de Andrade (1923 –2005) in Aquela nuvem e outras
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Viajar? Para viajar basta
existir. Vou de dia para dia, como de estação para
estação, no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e
as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes,
como, afinal, as paisagens são.
Se imagino, vejo. Que mais faço
eu se viajo? Só a fraqueza extrema da imaginação justifica que se tenha que
deslocar para sentir.
“Qualquer estrada, esta mesma estrada de Entepfuhl, te levará até ao fim
do mundo”. Mas o fim do mundo, desde que o mundo se consumou dando-lhe a volta,
é o mesmo Entepfuhl de onde se partiu. Na realidade, o fim do mundo, como o
princípio, é o nosso conceito do mundo. É em nós que as paisagens têm paisagem.
Por isso, se as imagino, as crio; se as crio, são; se são, vejo-as como às
outras. Para quê viajar? Em Madrid, em Berlim, na Pérsia, na China, nos Polos
ambos, onde estaria eu senão em mim mesmo, e no tipo e género das minhas
sensações?
A vida é o que fazemos dela. As
viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos.
Fernando Pessoa
Na passada semana, os alunos das turmas A e B do 1º ano, da Escola da
Estação, foram à biblioteca para ouvir contar a história Avós,
de Chema Heras e Rosa Osuna. Depois de soletrarem o título, como quem dança em
passo lento, seguiram ao ritmo das palavras e, por fim, apressaram-se para “ir
bailar”.
A turma B do 4º ano esteve na biblioteca da Escola da Estação para ouvir a história Laura e o coração das coisas, de Lorenzo
Silva e Jordi Sabat, editada pela D. Quixote. Com a Laura aprenderam a olhar as
coisas que nos rodeiam em casa, na escola, nas ruas, as que temos, as que
queremos, aquelas de que quase nos esquecemos, como objetos que devem ser
valorizados e respeitados. Nesta época natalícia há sempre alguém que pode
escutar o coração dos livros, dos jogos, das bonecas e bonecos que já não têm
vida nas prateleiras e armários lá de casa. Uma história que nos convida a
usufruir do que temos e a partilhar com aqueles que mais precisam.
Foi proposta uma
atividade de escrita aos alunos do 9ºC e
D. Após terem ouvido uma notícia sobre um sem-abrigo que foi apanhado a roubar
chocolates no valor de 14 euros e 34 cêntimos e uma idosa que tentou roubar um creme de
beleza no valor de 3 euros e 99 cêntimos e tendo sido vítimas de uma justiça
demasiado pesada que envolve custos avultados ao estado, que desafio foi
lançado? Teriam de assumir o papel de um dos arguidos da notícia que tinham
ouvido e redigir uma carta dirigida ao juiz encarregue do processo a pedir a
absolvição da sua pena, apresentando, para isso, argumentos convincentes. Eis a
carta da Maria Beatriz
Carmo.
Manuela da
Silva Monteiro
Rua Tomás
Almeida lote 3, 2.º andar Tribunal de S.Pedro, Lisboa, 21/11/2013
Assunto: Pedido de Absolvição
Exmo. Senhor Juiz do
Tribunal de Lisboa
Na passada quinta-feira, fui apanhada a roubar
um creme antirrugas no Lidl cá da cidade.
Sei que roubar é um
ato condenável, mas na altura não sei bem o que me passou pela cabeça.
Toda a minha vida
gostei de cuidar de mim mesma, mas nasci numa família com fracas condições
económicas. Então nunca pude demonstrar os meus dotes com a estética.
Consegui um emprego
num cabeleireiro, sendo pouco depois despedida. Fiquei a viver à base do que o
banco alimentar me fornecia e os meus dias eram passados na fila da segurança
social. A crise veio a agravar toda a situação e agora só resta esta pequena e
pobre velhota de setenta e três anos, sem filhos ou netos que a possam
sustentar.
Não me consigo lembrar
da razão de ter ido àquele supermercado. Eu, que não tenho poder de compra, que
não tenho senão uns meros trocos na minha carteira. Talvez quisesse relembrar
todo aquele ambiente agitado de pessoas a entrarem e a saírem, do barulho
repetitivo das máquinas e dos carrinhos que desfilam pelos corredores estreitos
dos expositores.
Avancei para a zona
dos cosméticos e regalei os meus olhos naquela beleza. Como eu desejava levar todos
aqueles produtos para casa!... Infelizmente, eu sabia que aquilo não seria
possível e, talvez por isso, eu tenha pegado naquele antirrugas e ao recontar
as moedas que estavam na minha carteira e que não chegavam para o pagar, o
tenha enrolado no meu casaco e tentado fugir com ele.
Era impossível ter
resistido. Provavelmente iria ficar de consciência pesada e devolvê-lo depois
de o experimentar, porque eu não sou uma ladra e jamais permitirei que alguém
me trate como tal.
Eu nunca na vida roubei
nada a ninguém e o furto que cometi não tem razão nenhuma de ir a tribunal. Afinal,
era só um creme barato de marca branca e as despesas que o estado irá ter não
compensariam, pois acabei por devolver o creme sem sequer chegar a utilizá-lo.
Penso que, em vez de
perdermos tempo a discutir o caso de uma idosa que teve uma recaída e roubou um
antirrugas do mais barato que há, o senhor juiz poderia estar a ocupar-se em
tentar prender verdadeiros criminosos que andam por aí à solta.
Sei que cometi um
crime e devo ser punida por tal ato. Então deixo-lhe o pedido de pensar na
possibilidade de me colocar a prestar serviços comunitários.
Na expectativa de uma
resposta favorável ao meu pedido, subscrevo-me, com os melhores cumprimentos.
Manuela Monteiro
Manuela Monteiro
Maria Beatriz Carmo, 9ºD
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Na BE da Escola da
Estação houve conversas à volta dos Direitos Humanos
Os alunos da turma B do 4º ano vieram à
biblioteca da Escola da Estação para visualizarem um powerpoint alusivo à comemoração do Dia
Mundial da Declaração Universal dos Direitos do Homem, que se
comemora no dia 10 de dezembro.
Após a leitura de alguns princípios e
da observação das imagens que ilustravam o texto, os alunos conversaram acerca
dos Direitos Humanos consagrados na Declaração e estabeleceram as diferenças
entre a teoria e a realidade:
O
que significa nascer livre?
Todos podemos expressar
livremente as nossas opiniões?
Atualmente, ninguém é
mantido em escravatura?
Todas as pessoas têm
condições para alimentar a sua família?
Todas as pessoas têm
direito à educação. Que diferenças haverá entre estudar em países como
Portugal, Brasil ou Etiópia?
A conversa desenrolou-se em torno
destas questões e todos expressaram as suas opiniões livremente. Por último,
como também está consagrado que cada indivíduo tem deveres para com a comunidade,
todos levaram consigo uma questão:
O
que posso eu fazer para que os Direitos Humanos sejam comemorados todos os
dias?
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