sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Trabalhos elaborados  pelos alunos do 5.º ano (5.º C, E e F) no âmbito da Disciplina de História e Geografia de Portugal. Nesta atividade, foram usados materiais recicláveis. 








quinta-feira, 15 de novembro de 2018

AS PALAVRAS




Transformo-as à noite

Faço delas nuvens

Caem durante o dia

Em pequenas gotas azuis.

Precisam de ser tratadas

Para as dizermos com carinho,

Muitas chegam frias e congeladas

Em solidão sozinhas e abandonadas,

Sem qualquer razão.


                                                                        Maria Inês- 6ºA

sexta-feira, 9 de novembro de 2018





LUA ADVERSA

Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua…
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua…)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua…
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu…

Cecília Meireles

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Canção de Outono

Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles
que não se levantarão…
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
– a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão…
Cecília Meireles

Ação do Projeto Ecovalor




No dia 31 de outubro, quatro turmas do 4º ano assistiram a uma palestra de sensibilização para a separação dos lixos, realçando a importância da reciclagem. Foram realizados jogos em equipas com o objetivo de aprenderem a colocar o lixo no respetivo ecoponto.


A professora coordenadora da Biblioteca, Isabel Pinheiro, leu a alguns alunos o livro de José Fanha, "O dia em que o mar desapareceu", livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a natureza/defesa do ambiente nos 3º, 4º de escolaridade. Trata-se de uma história com preocupações de educação ecológica e ambiental que conta o mau comportamento de uma horrorosa família de pássaros bisnaus que sujam a praia e o mar e fazem com que o mar fique triste e desapareça.  No final, o mar salva-se da poluição e volta a ser o maravilhoso mar que todos conhecemos.

domingo, 4 de novembro de 2018


TEXTO SOBRE O DIA DE LOS MUERTOS

No México, celebra-se no dia 1 e 2 de novembro o “Día de Los Muertos”. Na nossa escola, Escola Básica D. Manuel I – Tavira, foi feita uma exposição alusiva a este tema e cuja finalidade é dar a conhecer à comunidade escolar a tradição mexicana.
No ano de 2015, foi filmado no México, o desfile do “Día de los Muertos” que apareceu no início do filme “Spectre 007” de James Bond, que se celebra no dia 1 e 2 de novembro. Segundo a tradição mexicana, no dia 1 descem as almas das pessoas adultas e no dia 2 de novembro descem as almas das crianças. Neste mesmo ano, a Unesco decretou esta festa como Património Imaterial da Humanidade.
 De acordo com a tradição mexicana, nestes dias fazem-se três tipos de altares diferentes. O altar em casa que tem três degraus e é o que está representado no centro da mesa da nossa escola, o altar do cemitério que tem sete degraus e o altar tzompantli, que era feito antigamente pelos aztecas, cuja estrutura era feita em madeira e que prestava homenagem ao senhor do Inframundo (Diabo). Este altar era feito com os crânios dos guerreiros que perdiam as batalhas e que depois dos aztecas lhes tirarem o escalpe colocavam os crânios nestes altares em fila. Atualmente, este altar é feito no Zocalo, frente à Camara Municipal da cidade do México, cuja estrutura é feita em aço e os crânios não são verdadeiros. Seguidamente, temos também representado neste altar dois esqueletos aztecas que transportam para o altar tzompantli dois crânios. Eles faziam isto para prestar homenagem ao seu Deus mas também para pedir proteção para as suas colheitas.
O outro altar está decorado com velas, flores, comida, foto, a caveira tipicamente mexicana, o sal e o arco. No último degrau coloca-se sempre um arco feito com as flores de Cempasúchil que representa a ultima etapa, ou seja, para os mexicanos a alma da pessoa que morreu tem que passar por 7 etapas diferentes até estar totalmente purificada. Quando chega ao último degrau significa que a alma está pronta para fazer a passagem de um mundo para o outro.
As flores de Cempasúchil assim como as velas servem para iluminar e indicar o caminho desde o altar feito no cemitério até ao altar de casa e vice-versa. A fotografia que é posta no último degrau junto do arco serve para recordar a pessoa que faleceu porque se não for colocada no altar depois de a pessoa ter morrido e passar para o reino dos mortos ela é totalmente esquecida. O sal serve para purificar o local e não corromper a alma do defunto quando ela desça à terra. A caveira tem um significado especial para os mexicanos, pois, ela não representa a morte mas sim a longevidade. No México quando se oferece uma caveira a alguém estamos a desejar-lhe uma longa vida. Existem caveiras de todo tipo, de cerâmica, de chocolate e de pasta de açúcar. As últimas são comestíveis mas têm o mesmo significado. No altar também se coloca a comida que o morto mais gostava para lhe prestar homenagem.
A Catrina representa a morte, mas também é a representação caricaturesca da mulher da alta sociedade do final do século XIX princípios do século XX que passeava pelas principais ruas das Avenidas do México na parte da tarde, com vestidos de rendas e um chapéu com flores e duas penas de avestruz. O nome Catrina provém do nome Catrin que significa mulher bem vestida, elegante, distinguida.

Professora Olívia Valente















sexta-feira, 2 de novembro de 2018



«Quando o amor que nos liga a alguém é assim tão genuíno, perante a chance de não mais vermos a materialização física da pessoa que amamos à nossa frente, sofremos num vazio difícil de descrever (…)» (p. 33)

«Mas não será o cancro uma doença tanto para aqueles que o têm como para aqueles que os veem sofrer com ela?», diz-nos o autor no início do livro.


André Fernandes nasceu a 1 de fevereiro de 1991, em Lisboa. Aos 21 anos de idade, licenciou-se em Ciências da Comunicação através da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Um ano depois, publicou a sua primeira obra, "Tia Guida", um livro que fala sobre cancro, tanto para aqueles que o têm como para aqueles que os veem ter.
Tivemos o privilégio de receber o André na nossa escola, onde falou de uma forma despreconceituosa e cativante sobre esta doença.  Obrigada, André, pela partilha, pelos riquíssimos e emocionantes momentos vividos connosco, pela ternura, pelo amor, pela experiência de vida...e sim...os dias devem ser vividos intensamente.




segunda-feira, 29 de outubro de 2018




28 DE OUTUBRO - DIA MUNDIAL DA TERCEIRA IDADE

A existência, em Portugal, de um dia dedicado à Terceira Idade, tem como fim chamar a atenção para a situação financeira, social e afetiva em que vive a maior parte dos cidadãos desta faixa etária. Embora uma pequena parcela da população idosa aufira rendimentos suficientes para levar uma existência minimamente aceitável, a maioria passa bastantes dificuldades, competindo aos filhos suprir as necessidades económicas dos pais idosos e, sobretudo, distribuir-lhes carinho idêntico àquele que deles receberam enquanto foram jovens. As crianças, por sua vez, deverão respeitar e valorizar o papel dos avós na vida familiar. Socialmente, nada há mais triste que abandonar idosos em lares, não permitindo a cooperação e a partilha de saberes entre as diferentes gerações. Conta-se que, há muitos anos, numa terra longínqua, sempre que alguém atingia uma idade avançada, o seu filho entregava-lhe um cobertor e abandonava-o num monte, onde ficava a aguardar a morte. Certo dia, um idoso, ao chegar a sua vez de ser deixado no referido monte, devolveu o cobertor ao filho, dizendo-lhe: "fica com ele, assim já terás dois cobertores para te aqueceres quando também chegar a tua vez de para aqui vires". Só então o filho se apercebeu de quão terrível era aquele costume e trouxe o pai de volta ao seio familiar.








quinta-feira, 25 de outubro de 2018

As letras também se comem

                                       DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO -16/10/2018

O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro, o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.
A Biblioteca associou-se a esta efeméride, contando a história "Eu nunca na vida comerei tomate", da autoria de Lauren Child . Estiveram presentes três turmas do 3º ano, que ouviram atentamente a história da pequena Lola que, tal como muitos meninos da sua idade, não é uma criança fácil na hora das refeições. Mas Charlie, o seu irmão mais velho, dá a volta à situação!  Lola faz birras e não gosta nada de comer ervilhas, cenouras, batatas, cogumelos, esparguete, ovos e salsichas estão fora de questão e diz que nunca na vida comerá tomate! Na hora da refeição, o paciente irmão vai juntar uma boa dose de imaginação a cada alimento, para tentar dar a volta à esquisitinha Lola. 


A aluna Bárbara Trindade, do 3ºC, escreveu um texto, do qual retiramos este precioso testemunho. Parabéns, Bárbara! Esperamos-te na próxima aventura...


             No dia 16 de outubro fui à biblioteca da minha escola.
          Lá, eu e os meus colegas de turma ouvimos a história “ Eu nunca na vida comerei tomate” que falava sobre dois irmãos, o Charlie e a Lola. Quem nos contou a história foi a professora Isabel Pinheiro.
          A menina Lola não gostava de comer alguns alimentos saudáveis. Então, o Charlie engendrou um plano para a irmã começar a comê-los.
(... )Naquele dia, a menina comeu todos os alimentos saudáveis que o irmão lhe deu e gostou. Entretanto… a história acabou.
          A seguir, fomos escrever, numa tabela, alguns alimentos saudáveis e alguns alimentos não saudáveis. Também descobrimos nomes de frutas e de legumes em sopa de letras. Por fim, provámos todos os alimentos que o Charlie deu a provar à Lola.
            Adorei esse dia! Foi fantástico!”

                                                                                       Bárbara Trindade - DM-3C





domingo, 21 de outubro de 2018

terça-feira, 16 de outubro de 2018



DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

Enquanto muitos de nós ficamos divididos ao escolher em qual fast food vamos comer, muitas pessoas não têm acesso a nenhum tipo de alimento. Sabias, por exemplo, que mais de 800 milhões de pessoas vivem numa situação denominada insegurança alimentar? Isso quer dizer que mais de 800 milhões de pessoas não possuem uma alimentação saudável, de qualidade ou em quantidade suficiente para suprir as suas necessidades.
O Dia Mundial da Alimentação é comemorado no dia 16 de outubro e foi criado com o intuito de desenvolver uma reflexão a respeito do quadro atual da alimentação mundial e principalmente sobre a fome no planeta. A data foi escolhida para lembrar a criação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) em 1945.

O Dia Mundial da Alimentação traz temas que nos fazem pensar a respeito da população carente, a sua segurança alimentar e nutrição. Entende-se por segurança alimentar uma alimentação saudável, acessível, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

As férias de A a Z


Andei de avião no dia antes de ver o João.
Bebi Coca-Cola antes de jogar à bola.
Com o meu irmão fui de canoa até Olhão.
Durante as férias atirei uma bola contra uma viola.
Estava a jogar enquanto estava a conversar.
Falei português porque não sabia francês.
Ganhei um prémio a jogar pelo Grémio.
Havia uma gaivota na praia da lota.
Isolado fiquei quando desmaiei.
Joguei o Euro Milhões para ganhar tostões.
Limpei a casa naquela brasa.
Mergulhei no mar como se fosse o meu lar.
Naveguei até às Pedras D’el Rei.
Ondas grandes vi, feliz me senti.
Portei-me bem enquanto estive em Belém.
Quando acordava até saltava.
Ratos vi que até um prato parti.
Sangrei quando nas conchas me cortei.
Tavira encontrei quando no carro virei.
Utensílios levámos quando na praia ficámos.
Viajei no dia em que joguei.
Xadrez joguei e com a minha estratégia ganhei.
Zanguei-me com o meu cão, quando vi roto o meu balão.
                                                                                                                     Joshua, 6ºA

As férias de A a Z


A Andei de balão e caí num vulcão.
B Brinquei com um gato que se transformou em pato
C Coloquei o meu sapato na barriga do gato.
D Dia de chuva, como uva.
E Eucalipto sabe pior que um Calipo.
F Fazer Ficha de Avaliação é uma grande ação.
G Gamei uma iguana da floresta Africana.
H Havia uma pizzaria que servia pizza fria.
I Ia apanhar uvas, só que me esqueci do Lucas.
J Joguei andebol só que apetecia futebol.
L Liguei para a minha tia e ela estava na pizzaria.
M Marquei mesa para a pizzaria mas já não me servia.
N Não queria ver o Agir mas tive de ir.
O O meu gato é maior que um pato.
P Poderei ver televisão no canal Sportvisão
Q Quis comer queijo e deram- me um beijo.
R Riste-te de mim, então não olhes assim.
S Se és pessoa, então perdoa.
U Ultras xxd é uma claque que gosta de arte
V Visitei a China  e havia uma menina chamada Ina.
X Xadrez é jogo de chinês
Z Zoey é nome de menina da China
                                                                 Octaviano, 6ºC

Dia mundial do animal- 4 de outubro

O Dia Mundial do Animal celebra-se anualmente a 4 de outubro.
Origem da data
A data foi escolhida em 1931 durante uma convenção de ecologistas em Florença. A escolha teve em conta o facto do dia 4 de outubro ser o dia de São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais.

Formação de utilizadores - 5º ano

Todos os alunos do 5º ano visitaram a biblioteca da escola. Nestas sessões, a coordenadora da biblioteca deu a conhecer este espaço e o seu modo de funcionamento, os serviços e recursos existentes.

Os pais vieram à biblioteca

 A Biblioteca Escolar apresentou-se aos pais e encarregados de educação dos novos alunos, dando-se a conhecer como “um espaço físico e digital ao serviço da melhoria das aprendizagens”, aberto a toda a comunidade escolar.

As férias de A a Z


                 A- Andei de bicicleta e de avioneta.
                  B-  Brinquei na praia e encontrei uma raia.
                  C- Comprei um sapato e não era barato.
                  D- Driblei uma bola e foi contra a minha tola.
                  E- Ergui uma bandeira mas não se via por causa da bananeira. 
                  F- Faltei a uma aula e levei com uma bala.
                  G- Ganhei uma irmã e não é anã.
                  H- Havia um biscoito que tinha forma de oito.
                  I- Imaginei que fui à lua enquanto estava na rua.
                  J-  Joguei futebol e andebol
                 L- Lavei uma blusa que ficou do tamanho duma luva.
M- Mal-tratei um animal e ele é muito banal.
N- Nadei até ao Brasil e encontrei notas de mil.
O-  Olhei para um balão e tinha um coração.
P-  Parti uma prateleira em cima de uma cadeira.
Q-  Quis fazer uma pirueta em cima da trotineta.
R- Rastejei no chão e dei um trambolhão.
S- Saltei num trampolim com o meu amigo Martim.
T- Tratei um elefante que era muito elegante.
U-  Ups, as férias estão quase a acabar e tenho que voltar a estudar.
V- Vi um esquimó, estava a limpar pó.
             X-  Xadrez eu joguei e as outros ganhei.
Z - Zebra é um animal com um olhar especial.
                                                                                       Cláudio, 6ºA


As férias de A a Z


A minha amiga Ana, na praia, come sempre uma banana.
Bernardo, nas dunas, picou-se num cardo.
Cabo Verde, lá, fui à pesca com uma rede.
Dia após dia, de barco andei na Formosa Ria.
Estive na praia e fui mordida por uma raia.
Fuzeta, eu fui com o meu primo de lambreta.
Gostei tanto de moreia, que até fiquei de barriga cheia.
Henriqueta, a minha tia ofereceu-me uma violeta.
Ilha de Tavira, banhada pelo mar e pela ria, alegra o meu dia!
Já fui a Paris e bebi água num chafariz.
Lá na praça vi um espetáculo cheio de graça.
Mal chutei a bola levei com ela na tola.
Nicole, uma nova amiga, juntas visitámos um lindo farol!
O meu pai a mergulhar e as costas dele a assar.
Para mim estas férias podiam nunca chegar ao fim.
Quase a terminar e com a próxima viagem vou sonhar!
Raros pôr de sol irei encontrar mas enquanto não os vir, posso imaginar!
Sal, um destino sem igual!
Também já estive em Roma onde comi uma pizza com um belo aroma.
Último banho no mar ainda está para chegar.
Vi um lindo céu estrelado, na Boa Vista, com os pais a meu lado.
Xoné ficou o meu pai quando deu cabo do pé.
Zaragata houve no Continente e o homem quase ficou sem um dente!

Marta Leiras de Almeida,  6º A

As férias de A a Z



Andei num balão e caí em cima de um avião

Balancei e voei num espaço que imaginei

Consegui e percebi

Desiste e não consegui

Emprestei um lagarto e encontrei um sapato

Fiquei doente e continuei ausente

Gatinhei na praia e rasguei a saia

Habitei no passo e adorei o espaço

Imaginei e sonhei e uma zebra encontrei

Jantei almôndegas e comi gomas

Limei e acertei

Mudei de visual e continuei mal

Nadei no mar e voei no ar

Ora uma sacola ora uma bola

Perdi um cartão e achei um cartão

Quis e fiz

Rezei e desmaiei

Sentei-me na cadeira e levantei a madeira

Tentei voar e comecei a chorar

Usei um cachecol e vi um caracol

Vi um avião que aterrou no chão

Xilofonei e não arrumei

Zebra malhada tem cor de pintada. 

                                                                          Maria Inês, 6ºA

A biblioteca também mete água


DIA NACIONAL DA ÁGUA - 1 OUT 2018



 O Dia Nacional da Água comemora-se a 1 de outubro, o dia que marca o início do ano hidrológico. Esta é uma data de reflexão sobre os recursos hidrológicos e sobre a sua gestão a nível nacional. A gestão da água tem impacto em variados setores, desde a saúde à alimentação, da energia à indústria, sendo da responsabilidade de todos preservar este recurso.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

As férias de A a Z


 A - Ana foi jantar fora e encontrou uma cobra.
 B – Beijei uma borboleta que era violeta.
C – Cacei uma cobra que passou por cima da roda.
D – Dinossauro rugiu tão alto que até fugiu.
E – Encontrei uns ténis muito bonitos que ficaram aflitos.
F – Fui levar a minha irmã ao infantário e ela foi para o berçário.
G – Gatinhei com o gato que caiu no buraco.
H – Hotel tão lindo como um anel.
I – Imaginei uma imagem tão linda como a paisagem.
J - Jantei com o João que perdeu balão.
L – Levantei um leão tão feroz que até fiquei sem foz.
M – Mergulhei na piscina e encontrei a Catarina.
N- Nariz, há uma caixinha de verniz.
O – O meu avô fritou e o  polvo queimou.
P – Pedi um desejo  e dei um bocejo.
Q – Queria uma iguana de plástico e prendi-a com elástico.
R – Refilei com o rato que fugiu do gato.
S – Sei de um senhor que encontrou comida com bolor.
T – Tive uma tartaruga que foi para a rua .
U - Usei um urso que estava piurso.
V –Vi o Agir e depois do concerto fiquei a rir.
X -Xilofone é menor que o megafone.
Z –Zebra encontrou uma vespa.


 Carolina Mendonça, 6ºA