sexta-feira, 16 de março de 2012

Estes são os livros que as nossas concorrentes terão de ler para continuarem a aventura do "CONCURSO NACIONAL DE LEITURA", a realizar na Biblioteca Municipal de Olhão, dia 18 de abril. Escolha algo controversa, mas...FORÇA, miúdas!


"PARA MAIORES DE DEZASSEIS", de Ana Saldanha
Plano Nacional de Leitura - Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma. 
 O tema central do livro, embora delicado, é extremamente atual: uma rapariga de 15 anos que se envolve com um homem de 29 anos. A protagonista feminina, Dulce, é uma "Lolita" do século XXI: rapariga adolescente, antes uma criança gordinha, que se reinventa fisicamente mas que altera também o seu interior para se adaptar às pessoas com as quais se cruza. Emocionalmente uma criança, mas com corpo de mulher, utiliza o poder que a sociedade lhe dá para seduzir um homem adulto sem pensar nas consequências. O protagonista masculino, Eddie, não é exactamente o «Lobo Mau», mas veste muito a pele de cordeiro: mais velho, mais experiente, é nitidamente um efebófilo. Sente o medo de ser apanhado em falta e a ilegalidade da situação, mas está viciado na excitação, no perigo e na adoração dela.





"O Rapaz que Prendeu o Vento",de Bryan MealerWilliam Kamkwamba

Plano Nacional de Leitura- Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.Também recomendado para as Novas Oportunidades, destinado a leitura autónoma - Grau de Dificuldade II.
William Kamkwamba nasceu no Malawi, onde vivia na mais absoluta pobreza e, aos 13 anos, teve de abandonar a escola por falta de meios. Mas isso não refreou o seu otimismo nem a sua vontade de aprender e, graças a uma biblioteca escolar, continuou a acompanhar as matérias escolares. Um dia descobriu um livro que mudaria por completo a sua vida e que explicava o funcionamento dos moinhos de vento. Utilizando materiais improvisados, muitas vezes recolhidos em sucatas, William conseguiu montar dois moinhos de vento e, assim, fornecer energia elétrica e água à sua pequena comunidade. O seu feito tornou-se notícia em todo o mundo e é contado neste livro cativante, que retrata os problemas que afligem o continente africano e sugere que as melhores soluções não partem necessariamente da ajuda dos países ricos. 

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