quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014


  Isabel era uma rapariga inteligente, calma e simpática. Tinha cabelo vermelho e laranja como as estrelas-do-mar e a pele bronzeada como o sol. Os seus olhos eram verdes como as algas do mar e a sua boca era mais rosa que uma alforreca. Ela tinha um pequenino segredo fora de água, mas que no fundo se tornava vida. Era diferente de todas as outras raparigas. Pois nascera com uma cauda verde escura e escamosa como a dos peixes.
 Ela tinha também um tesouro muito importante para ela: a sua pérola de tritão.
Aquilo era o seu maior tesouro…
Um dia, Isabel saiu do seu navio afundado, a que ela chamava casa. Foi passear para as ilhas “Plota”. Levou com ela o seu colar para lhe dar um pouco de sorte.
De repente apareceram os seus amigos Tico e Pico, os golfinhos gémeos.
Apesar de serem tagarelas, Isabel brincava com eles na antiga fábrica abandonada, agora habitada pelo mar. Pulavam, brincavam e por fim descansavam até que o escuro aparecesse.
Foi assim todos os dias…


Ana Afonso, 5º A

1 comentário:

  1. Adorei este conto. Simplesmente delicioso. Obrigada Ana Afonso, por este momento feliz.

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